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20o Aniversário da Convenção sobre Armas Químicas

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Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.

 

Departamento de Estado dos EUA

Escritório do Porta-Voz

 

Para divulgação imediata

DECLARAÇÃO DE MARK TONER, PORTA-VOZ ADJUNTO

28 de abril de 2017

 

20o Aniversário da Convenção sobre Armas Químicas

Neste 29 de abril, celebramos o vigésimo aniversário da entrada em vigor da Convenção Internacional sobre a Proibição do Desenvolvimento, Produção, Estocagem e Uso de Armas Químicas e sobre a Destruição das Armas Químicas Existentes no Mundo, o único tratado multilateral que proíbe, de forma verificável, toda uma categoria de armas de destruição em massa. A Convenção impede o desenvolvimento, produção, aquisição, estocagem, retenção, transferência e uso das armas químicas.

Até o momento, esse tratado – que tem 192 Estados Partes – verificou a destruição de cerca de 95% de todos os arsenais de armas químicas declarados, contribuindo de forma significativa para tornar o mundo um lugar mais seguro. A Organização para a Proibição de Armas Químicas, encarregada de assegurar a implementação das suas disposições, facilitou a destruição de armas químicas na Líbia, Síria, Iraque, Rússia, Albânia, China e Estados Unidos, entre outros.

Mas o trabalho da comunidade internacional está longe de terminar, com sérios desafios pela frente. Em 2013, após os devastadores ataques com armas químicas nos subúrbios de Damasco, a Síria aderiu à Convenção e aceitou cumprir com a obrigação de declarar e eliminar plenamente seu programa de armas químicas. Apesar da destruição de mais de 1.200 toneladas desses armamentos e precursores químicos, a Organização tem expressado, de maneira reiterada, suas preocupações quanto a lacunas, inconsistências e discrepâncias na declaração da Síria. As preocupações da Organização precederam os terríveis e mais recentes ataques com armamentos químicos perpetrados pelo regime de Assad em Khan Shaykhun, no início deste mês.

Outros desafios incluem o alegado uso do agente nervoso VX no assassinato de

Kim Jong-Nam na Malásia, um ato hediondo que representa uma clara ameaça à segurança internacional. Além disso, o Estado Islâmico (EI) tem repetidamente usado gás mostarda em ataques com armas químicas na Síria e no Iraque. Deve haver consequências para essas ações, e os responsáveis devem ser responsabilizados.

Os Estados Unidos continuam comprometidos com a Convenção e a completa eliminação das armas químicas no mundo todo. Continuamos fazendo um apelo à comunidade internacional para que esteja conosco em uma só voz contra o uso desse tipo de armamentos em qualquer lugar e por qualquer pessoa. O uso de armas químicas por qualquer ator reduz o umbral para que outros possam seguir o exemplo, criando a possibilidade de que tais armas sejam empregadas contra os EUA, nossos aliados ou parceiros, ou contra qualquer outro país ao redor do mundo. No aniversário de 20 anos da entrada em vigor da Convenção, reafirmamos que o uso de armas químicas não será tolerado.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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