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ADMINISTRADOR DA USAID, MARK GREEN, FAZ DISCURSO DE BOAS-VINDAS AOS FUNCIONÁRIOS

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Segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Bom dia. É bom ver todos vocês. Obrigado pela sua cordial recepção. Não consigo expressar a honra e o alívio que é finalmente estar aqui com vocês. E, antes de continuar, tenho uma dívida de gratidão com várias pessoas que gostaria de mencionar. Em primeiro lugar, o presidente Trump e o secretário Tillerson pela confiança. Devo dizer: eles obviamente são muito abertos. Afinal, o secretário Tillerson é do Texas, e eu cresci à sombra do Lambeau Field.

Em segundo lugar, quero oferecer meus agradecimentos muito sinceros a Wade Warren por sua liderança durante seu período como administrador interino, durante os muitos meses de construção de um plano de transição e, é claro, pelos seus muitos anos de serviços para a agência. Obrigado, Wade. Você fez um trabalho fabuloso, um trabalho realmente maravilhoso. Também preciso agradecer a Don Gressett, Sonali Korde, Casey Redmon e a toda a minha equipe do LPA [Escritório de Assuntos Legislativos e Públicos] pelo excelente trabalho durante este processo de confirmação. E, sobretudo, por me fazer parecer melhor e mais inteligente do que sou realmente.

Todos vocês têm uma dívida de gratidão ou desprezo com eles. Vou verificar com vocês em alguns meses. Também quero agradecer à minha família pelo seu apoio permanente. À minha esposa e aos nossos filhos. Sue e meu filho, Alex, estão aqui hoje.

Mas, mais importante, quero agradecer a todos vocês. Não apenas pela sua recepção muito cordial na manhã de hoje, mas realmente por todo o trabalho excelente que fizeram ao longo dos anos; um trabalho que tornou a USAID não apenas a principal agência de desenvolvimento da América, mas a mais importante agência de desenvolvimento do mundo. Fazer parte desta grande equipe, especialmente neste momento histórico, quando suas habilidades, experiência e ideias nunca foram tão exigidas, bem, é uma lição de humildade para mim em muitos aspectos.

Agora, acho que vocês têm muitas perguntas para mim. Vocês provavelmente têm até mais perguntas sobre mim. Nesta manhã, eu gostaria de retornar ao que nós costumávamos chamar no Congresso de “um ponto de privilégio pessoal”. E vou deixar a maioria dessas perguntas de lado nesta manhã. Gostaria de me focar em uma única pergunta: o que vocês podem esperar de mim?

Agora, nos próximos dias, vou deixar claro o que espero de todos vocês. Mas o que vocês podem esperar de mim? Bem, primeiro, vocês podem esperar uma liderança honesta com vocês. À medida que seguimos em frente, se vocês me fizerem uma pergunta, farei o meu melhor para dar uma resposta honesta e direta. Poderá nem sempre ser a resposta que vocês querem ouvir, mas será uma resposta honesta. Em segundo lugar, vocês também podem esperar uma liderança que acredita em vocês. A USAID é a mais importante agência de desenvolvimento do mundo, não por causa de onde estamos localizados, não por causa de quem está na linha de frente, mas por causa de todos vocês, do seu talento e da sua dedicação, do que vocês trazem para o trabalho diariamente.

Agora, estes 98 tijolos aqui na parede são obviamente um lembrete a todos nós, não apenas da coragem e da dedicação da sua maravilhosa equipe em todo o mundo, mas também, infelizmente, do alto preço que alguns pagaram por fazerem o seu trabalho, por resgatarem vidas e construírem comunidades. Como todos vocês, eu jamais esquecerei que fomos chamados para trabalhar em lugares perigosos e difíceis e que muitos de vocês fazem isso com bravura, coragem e distinção.

Vocês podem esperar uma liderança que ouve vocês. Meu mentor político, Tommy Thompson, sempre me dizia que seu pai pregava a mesma mensagem. Ele dizia: “Tommy, você tem dois ouvidos e uma boca e, se você usá-los nessa proporção, você se sairá bem”. Isso soa como um ótimo conselho para mim. Quero que vocês deem a sua opinião. Não posso dizer que sempre iremos concordar, mas sempre respeitarei seus pontos de vista.

Vocês também devem esperar uma liderança que os desafie. Vocês descobrirão em nossas sessões juntos que eu gosto de testá-los. Gosto até de chacoalhá-los. Na verdade, estou frequentemente bancando o advogado do diabo. Mas quero garantir que vocês refletiram bem. Não quero a “linha da empresa”. Quero o julgamento de vocês. Quero sua opinião. Quero ouvir de vocês e ouvir todas essas experiências que vocês tiveram, e aqueles pensamentos e ideias que vocês têm. Quero que nós sejamos uma agência construída em torno da melhoria contínua e da liderança entre agências. Toda semana, quero que nós sejamos um pouco melhores do que na semana anterior, um pouco mais eficientes, um pouco mais inovadores. Os contribuintes merecem isso. Nossos parceiros governamentais merecem isso. E nossos parceiros pelo mundo esperam isso, e eu acho que nós nos superamos.

Finalmente, em termos do que vocês podem esperar de mim, gostaria que todos vocês vissem a declaração que fiz na Comissão de Relações Exteriores do Senado, porque, para mim, isso realmente resume aquilo pelo qual espero que podemos nos empenhar juntos.

Acredito que o propósito da assistência estrangeira deve ser acabar com a sua necessidade de existir. Cada um dos nossos programas deve vislumbrar o dia em que poderemos encerrá-lo. E ao redor do mundo devemos mensurar o nosso trabalho pelo quanto cada investimento nos aproxima desse dia. Agora, eu não tenho ilusões. Em alguns lugares, esse dia ainda está bem longe. Mas poderíamos ajudar os nossos parceiros priorizando programas que mostrem impacto mensurável, incentivem reformas, diversifiquem a base do nosso parceiro, estimulem a construção de capacidade local e mobilizem os seus próprios recursos domésticos. Na área de assistência humanitária, sempre estaremos ao lado das pessoas quando ocorrem desastres ou surgem crises.

Mas nós também pedimos que os outros façam sua parte e trabalharemos incansavelmente para assegurar a entrega de assistência da maneira mais efetiva e eficiente possível – atendendo às necessidades deles e também construindo resiliência contra futuras crises. Em todas as áreas e de todas as formas, nós focaremos nossos recursos limitados naquilo que está funcionando e eliminaremos o que não está funcionando. Novamente, é isso o que os nossos contribuintes merecem, é isso o que os nossos parceiros governamentais merecem e é isso o que os nossos parceiros pelo mundo merecem.

Agora, como mencionei há alguns minutos, estou aqui com Sue e meu filho Alex. Sue e eu começamos há 30 anos, no mês de agosto, nossa jornada no desenvolvimento, servindo como professores voluntários no Quênia. E meu trabalho me levou a projetos nos cinco continentes. Encontrei integrantes da equipe da USAID em todos os lugares aonde fui. Sempre me impressionei. Frequentemente me inspirei. E hoje, aqui com vocês, estou honrado. Estou entusiasmado porque sei que juntos vamos fazer grandes coisas. Obrigado pela sua recepção. Vamos agir. Temos trabalho a fazer. Obrigado a todos.

Washington, D.C.

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Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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