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Secretário de Estado, Rex Tillerson em coletiva de imprensa

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Departamento de Estado dos EUA
Gabinete da Porta-Voz
Para divulgação imediata

20 de setembro de 2017

 

 

Hilton Midtown Hotel
Nova York, Estado de New York

SECRETÁRIO TILLERSON: Bem, boa noite a todos. Quero começar, primeiro, expressando nossas condolências a todos os que sofreram ou continuam a sofrer com a devastação dos desastres naturais que estamos testemunhando em torno do Hemisfério Ocidental.

Obviamente, esta sucessão de furacões massivos no Caribe está testando, eu acho, a força de vontade e o espírito das pessoas que vivem na região e também nossa capacidade de resposta. O que eu diria a vocês é que a nossa capacidade de resposta foi extraordinária. Somos realmente gratos pela cooperação com outras nações. Como vocês sabem, há muitos países envolvidos nas ilhas que foram afetadas, e a cooperação foi enorme para atender às necessidades dos nossos próprios cidadãos, os americanos que estão na região, e também para trabalhar em equipe com outros países e ajudar a todos.
Também quero estender nossos pensamentos ao povo do México e dizer que estamos ao lado deles após esses dois grandes terremotos. Sei que muitos de vocês estão acompanhando o terremoto mais recente na Cidade do México, uma situação muito dolorosa de se ver.
O presidente falou com o presidente Peña Nieto hoje mais cedo, expressou suas próprias grandes preocupações com relação à situação e também indicou sua imediata mobilização de assistência para a Cidade do México, de experiência em busca e resgate, uma equipe – uma equipe muito grande – de pessoas treinadas para esse tipo específico de circunstância. Ele destacou imediatamente essas pessoas para a Cidade do México com equipamentos pesados. O presidente Peña Nieto, obviamente, agradeceu por isso, disse que recebeu bem e aceitou essa assistência.
E o presidente garantiu a ele que, se, houver outras formas de ajudarmos, apesar de que continuamos lidando com algumas consequências significativas do furacão Harvey, do furacão Irma, e agora em alguma medida iremos lidar com o furacão Maria. Acho que isso é um atestado real da relação entre os Estados Unidos e o México. E, novamente, nossos pensamentos e orações estão com o povo mexicano enquanto eles lidam com essa tragédia terrível e, novamente, estamos prontos para ajudá-los de qualquer forma que pudermos.

Sei que vocês querem chegar rapidamente às perguntas, então, não vou fazer muitos comentários, farei apenas algumas considerações. Acabo de sair de uma reunião com as partes responsáveis pelo JCPOA [Plano de Ação Abrangente Conjunto], o acordo nuclear iraniano. Foi uma reunião em nível ministerial convocada pela Alta Comissariada da União Europeia para que pudéssemos ter uma troca de visões, ao redor da mesa, de todas as partes do acordo com relação a como está ocorrendo a implementação. Não foi uma discussão técnica; foi uma discussão política dos aspectos políticos. Então, tivemos uma troca muito aberta e honesta de todas as partes desse acordo. Acho que foi – espero que tenha sido útil para todos. Achei útil ouvir as perspectivas deles. Espero que eles também tenham achado útil.

Nós claramente temos problemas significativos com o acordo. O presidente foi bem claro e articulado quanto às preocupações dele em relação ao acordo, a eficácia do acordo, a execução do acordo. E eu acho, realmente, como ele disse e eu também disse muitas vezes, que quando olhamos – quando olhamos – ele usa as palavras “espírito do acordo”, eu uso as palavras “expectativas do acordo” – que mesmo contida no preâmbulo do acordo há uma – havia uma expectativa clara das partes que estavam negociando este acordo nuclear de que uma conclusão do acordo nuclear, que afastou, obviamente, uma séria ameaça para a região e para a relação, e de que fazer isso permitiria às partes buscar uma região mais estável e pacífica. Essa era a expectativa das partes.

E, infelizmente, desde que o acordo foi confirmado, vimos tudo, menos uma região mais pacífica e estável. E esse é o problema real. E é por isso que conversamos sobre o Irã não ter cumprido essas expectativas, porque essas expectativas claramente não foram atendidas. Desde essa época, o Irã continua a apoiar o regime de Assad e a terrível maneira com que ele trouxe violência ao seu próprio povo. Eles continuam se envolvendo em atividade cibernética maligna. Eles agressivamente desenvolvem e testam mísseis balísticos em desacato à Resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU, ameaçando dessa forma a segurança dos Estados Unidos e a estabilidade da região. Eles fornecem armas e vêm treinando forças para serem destacadas a fim de criar instabilidade em toda a região no Iêmen, na Síria e no Iraque. E acho que os vimos até realizando ações provocativas no próprio Golfo contra os navios da nossa Marinha e da nossa coalizão enquanto estes tentam transitar pacificamente no Golfo, ameaçando a própria liberdade de navegação em todo aquele canal tão importante.

Então, acho que é muito difícil dizer que as expectativas das partes que negociaram este acordo foram atendidas. Talvez os aspectos técnicos tenham sido atendidos, mas no contexto mais amplo a aspiração não foi atendida. Então, recentemente, os Estados Unidos tomaram medidas para contrapor essas atividades. Como vocês sabem, novas sanções foram adotadas recentemente para lidar com os testes de mísseis balísticos, a atividade cibernética, essas atividades desestabilizantes. E nós vamos continuar monitorando as atividades do Irã e adotaremos medidas adicionais, das quais nenhuma nos coloca, de forma alguma, em contrariedade com as nossas – ou contraria as nossas obrigações sob o JCPOA. Estamos cumprindo totalmente o JCPOA. As atividades realizadas pelo Irã que estamos sancionando não são cobertas pelos aspectos técnicos ou pelo próprio JCPOA.

Mas acho particularmente que o acordo tem esse defeito muito preocupante que o presidente mencionou também, e isso é a cláusula “sunset” [cláusula de extinção], onde podemos praticamente começar a contagem regressiva para eles retomarem seus programas de armas nucleares, suas atividades nucleares. E isso é algo que o presidente simplesmente acha inaceitável. Todos vocês estão bem cientes das circunstâncias com que estamos lidando com a Coreia do Norte. Quando olhamos para o histórico do programa de desenvolvimento de armas da Coreia do Norte, em muitos aspecto nós já vimos isso antes – acordos que apenas empurraram o problema para outro governo, outro governo resolver.

O presidente deixou claro que não pretende fazer isso neste caso. Ele leva muito a sério a responsabilidade dele nessa questão particular, e é por essa razão que ele está avaliando muito, muito cuidadosamente a decisão sobre se o JCPOA continua ou não a servir aos interesses de segurança do povo americano. Esperamos que o Irã cumpra seus compromissos. Nós vamos – até esse prazo, nós cumpriremos nossos compromissos e o presidente está avaliando essa questão.

Com isso, vou parar. Foi o evento mais recente do qual saí. Houve vários eventos relacionados à ONU, e ficarei feliz por fazer o melhor possível para responder às perguntas que vocês tiverem sobre as muitas, muitas atividades que estão acontecendo. Vou deixar que Heather coordene.

NAUERT: Obrigada, secretário. Vamos começar com Matt Lee, da Associated Press.

PERGUNTA: Obrigado. Secretário, o presidente disse hoje de manhã que ele tinha realmente tomado uma decisão sobre o que fazer em relação ao acordo do Irã, e eu gostaria de saber, primeiro: se você pode compartilhar essa decisão conosco. E segundo: sobre a reunião da qual você acabou de sair, a chefe de política externa europeia, [Federica] Mogherini, disse que todos os membros, todas as partes que estavam lá concordaram que o acordo está avançando rumo ao seu propósito. E, pelo que você acabou de dizer, você não parece concordar totalmente com isso. Então ela está – essa caracterização dela é correta ou não?

SECRETÁRIO TILLERSON: Primeiro, quanto ao presidente tomar uma decisão, como ele indicou mais cedo, acho que em uma entrevista coletiva ou informação em algum outro lugar de que ele tenha tomado uma decisão – ele não compartilhou isso com ninguém externamente. A primeira-ministra May perguntou a ele se ela – se ele compartilharia isso com ela, e ele disse que não. Então, acho, como o presidente sempre indicou, ele informará vocês quando achar que será útil informá-los, ele não compartilha seus planos futuros com as pessoas. Mas ele, acredito, já tomou uma decisão.

Com relação à caracterização da Alta Comissariada na reunião, acho, novamente, que é importante pensar sobre – e eu não quero entrar em detalhes da nossa discussão por respeito à forma como concordamos que trataríamos essas discussões – de uma perspectiva técnica, os relatórios da IAEA [Agência Internacional de Energia Atômica] continuam indicando e confirmando que o Irã está em conformidade técnica com o acordo, e ninguém ao redor da mesa [de discussão] contestou isso. O lado político da discussão é o que eu compartilhei com vocês, então acho que a Alta Comissariada estava refletindo os contornos rígidos e rigorosos do próprio acordo.

NAUERT: Elise, da CNN.

PERGUNTA: Obrigada. Secretário, você fez a correlação entre a Coreia do Norte e o Irã, então, eu gostaria de complementar isso. Primeiro, você disse outro dia que a Coreia do Norte estava começando a mostrar alguns efeitos das sanções. Você poderia detalhar isso? O que vocês viram até agora?

E, quando você diz – quando você fala sobre o acordo – que vocês querem um acordo com a Coreia do Norte e então vocês parecem meio que mudar as regras no meio do jogo no caso do Irã, quero dizer, acho que os seus colegas diriam que sim, que a expectativa sempre foi que isso poderia – e a esperança, acho, de que o Irã melhoraria seu comportamento, mas isso nunca esteve escrito no acordo. E, então, o que você diria àqueles que estão preocupados – por que a Coreia do Norte faria um acordo com os Estados Unidos e, se [os EUA] estão voltando atrás em sua palavra e no acordo, e isso afeta a credibilidade dos Estados Unidos em fazer acordos no futuro? Obrigada.

SECRETÁRIO TILLERSON: Bem, em termos de um acordo que firmaríamos com a Coreia do Norte, seria de uma natureza bem diferente do JCPOA iraniano, que por seu próprio título é um plano de ação de uma comissão conjunta. Ele sequer contém a palavra “acordo” no título, e isso é um dos desafios. Então, o que temos realmente é um plano que foi – que então foi decidido e firmado.

Nós, novamente, adotaríamos uma visão muito diferente da natureza do acordo norte-coreano. E é por isso que, embora a ameaça seja a mesma – suas armas nucleares –, os problemas que cercam a Coreia do Norte são muito diferentes dos problemas que cercam o Irã. O Irã é um grande país, 60 milhões de pessoas; a Coreia do Norte é um país menor, um reino eremita, que vive em isolamento. Um conjunto de circunstâncias muito diferentes que seriam o contexto e também os contornos de um acordo com a Coreia do Norte, dos quais muitos aspectos não se aplicam entre os dois.

Então, a ameaça é a mesma, mas a natureza dos acordos será bem diferente em termos do que é necessário para atingir o objetivo: uma Coreia do Norte desnuclearizada, um Irã que jamais busque armas nucleares. Então, obviamente, os pontos finais são os mesmos, mas os elementos que permitiriam atingir isso são muito, muito diferentes.

PERGUNTA: Sobre as sanções?

NAUERT: Dave Clark, da AFP.

SECRETÁRIO TILLERSON: Desculpe, sobre… –

PERGUNTA: Sobre as sanções à Coreia do Norte?

SECRETÁRIO TILLERSON: Nós estamos – nós temos alguns sinais de que estão começando a aparecer evidências de escassez de combustível. E, veja, sabíamos que essas sanções iriam levar algum tempo para produzir efeito, porque sabíamos que os norte-coreanos, com base em informações que os chineses haviam compartilhado conosco e outros haviam compartilhado conosco, tinham basicamente feito um grande estoque no início do ano, quando eles viram que o novo governo estava assumindo e previram que as coisas talvez fossem mudar. Então, acho que o que estamos vendo é um efeito combinado do esgotamento desses estoques e da redução dos volumes que estão chegando. Mas há sinais de que há escassez, particularmente de combustível, e acho que veremos evidências latentes do impacto de outras sanções que foram aplicadas.

NAUERT: Dave Clark, da AFP.

PERGUNTA: Obrigado. Secretário, este foi seu primeiro encontro com o ministro de Relações Exteriores iraniano, Zarif. Como foi? Existe – você – considerando-se as grandes preocupações que vocês têm com relação ao comportamento do Irã, você acha que os representantes deles são pessoas com as quais se pode negociar?

SECRETÁRIO TILLERSON: Bem, o povo iraniano – primeiro, vamos falar sobre o povo iraniano – eles são uma população muito, muito educada, muito sofisticada, então, seus líderes também são educados e muito sofisticados. E o ministro Zarif certamente está nessa categoria. Então, sim, – se podemos concordar ou não, é outra coisa. Certamente temos – temos muitas visões diferentes da relação. E acho que, em muitos aspectos, um dos grandes desafios para nós é chegar a algum entendimento quanto ao que define essa relação EUA-Irã. Porque não é – não é particularmente uma relação duradoura. Foi apenas – a relação atual, que se mantém há 40 anos. Ela foi corroborada pela revolução [iraniana], quando a nossa embaixada foi apreendida; foi intimidada pelos terríveis ataques contra nossos soldados homens e mulheres, possibilitados pela capacidade iraniana.

Então, essa é uma relação muito – é uma relação que nunca teve nenhum momento estável e feliz. E acho que, se tivermos alguma chance de conversar, talvez este seja o ponto em que devemos começar as discussões: o caminho atual será o caminho para o resto das nossas vidas e para as vidas de nossos filhos e netos? Nunca tivemos essa discussão.

Então, não sei. Nós veremos. Foi uma boa oportunidade de nos encontrarmos, apertarmos as mãos. O tom foi muito sereno, não foi – não houve gritos, não jogamos sapatos um no outro. Não houve um tom raivoso. Foi uma troca de ideias muito serena de como vemos este acordo de maneira muito, muito diferente.

NAUERT: Dave Jackson, do USA Today.

PERGUNTA: Ah, eu —

NAUERT: (Microfone desligado)

PERGUNTA: Sim.

NAUERT: Pode continuar.

PERGUNTA: Secretário Tillerson, por que Trump continua sugerindo que vai “matar” o acordo com o Irã, mas ele não nos explicou exatamente o que ele – por que ele está prolongando isso e por que está falando do acordo dessa forma?

SECRETÁRIO TILLERSON: Tudo no devido tempo.

PERGUNTA: Bem, por que não dizer qual é a decisão agora, em vez de deixar as pessoas em suspense?

SECRETÁRIO TILLERSON: Bem, existe um outro trabalho que acompanha essa decisão, então – quero dizer, sim, é muito fácil tomar uma decisão unilateral, dizer apenas “vou fazer isso” e depois deixar as cartas caírem onde possam cair, deixar a poeira atingir o chão onde atingir – mas em termos de como queremos nos preparar e preparar os outros para uma decisão. Então, acho – e acho que o presidente, acho que ele está tratando disso da forma correta. Ele está sendo muito ponderado. Ele ouviu todos – ele ouviu todos os argumentos de ambos os lados. Se ninguém quisesse discutir isso, então qualquer um estudaria o caso e diria: “Mas nós precisamos pensar sobre isso desta perspectiva”. Ele ouviu tudo isso e acho que tivemos tempo suficiente para chegar ao nosso próprio tipo de entendimento direto sobre este acordo e como ele funciona e ver como funciona a implementação, ver como o IAEA funciona.

E, portanto, acho – acho que chegou a hora de tomar uma decisão, e é o presidente que tem de tomar a decisão. E ele realmente levou em consideração as informações fornecidas, avaliando de todos os ângulos. E, portanto, eu não sabia se ele iria dizer hoje que tinha tomado uma decisão. Eu sabia que ele tinha, mas não sabia que ele iria dizer que tinha. (Risos) Então, se ele não tivesse acabado de dizer isso, você não estaria me fazendo essa pergunta.

PERGUNTA: Se ele realmente renovar [o acordo], o que acontece então?

NAUERT: Margaret Brennan, da CBS.

PERGUNTA: Secretário, muito obrigada. O presidente Rouhani disse hoje que não haveria alterações no acordo existente e que seria, francamente, uma perda de tempo, ele disse, discutir um novo acordo com o governo Trump. Ele também disse que o povo iraniano merece um pedido de desculpas pelo insultante discurso do presidente Trump na ONU. Tudo isso junto faz parecer que o clima para a diplomacia está piorando. Como você responde a isso?

SECRETÁRIO TILLERSON: Bem, primeiro, como um negociador de longa data, aprendi a nunca dizer nunca. Segundo, sempre piora antes de melhorar.

PERGUNTA: Então, você acha que é possível um acordo?

SECRETÁRIO TILLERSON: Como eu disse muitas vezes para as pessoas, como o principal diplomata do país, preciso ser a pessoa mais otimista dentro da sala.

NAUERT: Última pergunta, Jeff Mason, da Reuters.

PERGUNTA: Muito obrigado. Secretário, se o presidente decidir ou decidiu colocar um fim neste acordo, uma das suas tarefas, sem dúvida, seria articular isso com alguns dos seus outros aliados que estão pressionando os EUA a permanecer no acordo. Você preparou o caminho para isso? E você disse –

SECRETÁRIO TILLERSON: Nós –

PERGUNTA: Deixa eu só complementar essa pergunta, por fazer.

SECRETÁRIO TILLERSON: Pode continuar.

PERGUNTA: Você disse que teve uma conversa serena com o seu colega iraniano. Você consegue imaginar esse tipo de conversa com a Coreia do Norte?

SECRETÁRIO TILLERSON: Vou responder à segunda pergunta primeiro. Não sei se consigo ter o mesmo tipo de discussão serena com a Coreia do Norte, porque não sabemos quais serão os meios de comunicação e o comportamento deles. Nós realmente temos – temos um contato muito, muito limitado com o representante deles aqui na ONU de tempos em tempos, mas como a pessoa que toma as decisões ou as pessoas mais próximas a quem toma as decisões irão se comportar, isso é algo que nós teremos de entender e saber, então realmente não posso responder a essa pergunta.
Qual era a primeira parte da pergunta?

PERGUNTA: Era sobre tratar com os aliados que querem que os EUA.

SECRETÁRIO TILLERSON: Sim. Bem, nós – veja, os aliados souberam, porque o presidente Trump – isso foi – ele falou sobre isso na sua campanha, continuou falando sobre isso toda vez que – nós tínhamos de apresentar o “certificado de 90 dias”. Ele falou sobre isso. Então, discutimos isso com nossos aliados durante um longo tempo, e eu estive em contato com os meus respectivos colegas, inclusive estive em contato com os chefes de estado que são signatários do acordo. Isso estava – esta em discussão quando eu estive em Londres na semana passada.

Então, tivemos muita troca de ideias sobre qual – como eles enxergariam isso, como isso os afetaria. Uma das coisas que nós – e eu mencionei todas essas atividades do Irã que nós achamos que realmente violam a expectativa e pelas quais estamos sancionando eles. Nós também argumentamos para os nossos aliados que eles compartilham a nossa preocupação com relação ao comportamento do Irã; [nós dissemos a eles] “por favor, unam-se a nós para enviar essa mensagem forte a eles, e vocês não estarão violando o acordo”. E acho que eles estão avaliando isso com mais cuidado. E acho que existe um pouco de hesitação devido ao comprometimento deles com o acordo, de refletir sobre a aplicação de sanções a algumas dessas mesmas atividades. Acreditamos que eles agora estão avaliando isso com mais cuidado e seriedade como uma forma de frear esse outro comportamento do Irã que, eles concordam conosco, é simplesmente inaceitável.

Então, respondendo à sua pergunta inicial, houve muito diálogo sobre isso, muita discussão. Portanto, nós ouvimos eles; eles – e nós ouvimos muito eles à medida que nos aproximamos de tomar a nossa própria decisão.

PERGUNTA: Última pergunta, secretário?

NAUERT: Muito obrigado a todos.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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