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Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes Contra Jornalistas

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Departamento de Estado dos Estados Unidos
Gabinete da Porta-voz
Para divulgação imediata
Declaração feita pela Porta-voz Heather Nauert
2 de novembro de 2017

 

Em todo o mundo, frequentemente, os jornalistas trabalham expondo-se a grandes riscos pessoais para informar sobre problemas que impactam as vidas de indivíduos em todas as sociedades. Eles revelam os abusos e a corrupção, expõem a ameaça que as organizações criminosas transnacionais representam, e combatem a desinformação e a propaganda que espalham histórias falsas. Seus esforços representam um papel indispensável para o funcionamento saudável da nossa própria democracia, e também sustentam os valores democráticos em todo o mundo.

Devido à sua profissão, frequentemente, os jornalistas enfrentam ameaças daqueles que desejam que eles sejam silenciados. Em muitas partes do mundo, os crimes contra jornalistas permanecem impunes.

Na Síria, tanto os jornalistas locais como os estrangeiros têm sido constantemente atacados e assassinados enquanto fazem reportagens sobre o conflito. Na Venezuela, o governo fecha os canais de comunicação, arbitrariamente, por reportarem os fatos ou por manterem uma linha editorial crítica do regime. As forças de Segurança e os “coletivos” armados que perseguiram e atacaram fisicamente os jornalistas, durante os protestos no início deste ano, permanecem impunes.

No Iraque, os empregados dos meios de comunicação relataram intimidações, ameaças de morte e perseguição. No Sudão, o governo detém, persegue e intimida os jornalistas com impunidade. Na Uganda, as autoridades governamentais intensificaram a repressão contra a liberdade de expressão, inclusive intimidando os jornalistas. Na Nigéria e no Sudão do Sul, não existe qualquer evidência de responsabilização da polícia ou de outras autoridades que perpetraram abusos contra jornalistas. Pelo terceiro ano seguido, a Somália mantém o recorde mundial, como o pior do mundo, pelos assassinatos não solucionados de jornalistas.

Na Rússia, a falta de progresso em relação à responsabilização pelos assassinatos de jornalistas, de alta visibilidade, permanece.

Na Turquia, os perpetradores de ataques contra jornalistas ou instituições independentes de comunicação, frequentemente, recebem punições mínimas. Tal impunidade tem sido exacerbada pela utilização do sistema judicial como meio de perseguição dos canais independentes de comunicação.

No Azerbaijão, nove entre dez ataques físicos contra jornalistas não são resolvidos.

Junto a outros da comunidade internacional, continuaremos a trabalhar para eliminar a impunidade dos crimes contra os profissionais da comunicação. No Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes Contra Jornalistas, os Estados Unidos renovam seu empenho para promover uma imprensa livre, profissional e independente no estrangeiro, e clamam pela responsabilização daqueles que tentam minar a imprensa livre com ameaças, intimidação e violência.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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