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Comentários do Presidente Trump sobre a Estratégia de Segurança Nacional da Administração

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Segurança & defesa nacional
18 de dezembro de 2017
Todas as notícias
Edifício Ronald Reagan e Centro de Comércio Internacional
Washington, D.C.
2:03 P.M. EST

 

 

O PRESIDENTE:  Muito obrigado. Obrigado. Por favor. Gostaria de agradecer ao vice-presidente Pence, ao lado dos vários membros do meu Gabinete que se encontram aqui hoje.

Também gostaria de agradecer a todos os profissionais dedicados – militares, civis e policiais – que dedicam suas vidas ao serviço da nossa nação. Gostaria de oferecer reconhecimento especial ao General-de-Esquadra Dunford, e aos membros do Estado Maior Conjunto. Obrigado, obrigado, obrigado. (Aplausos)

Além disso, sentimo-nos honrados em receber o Líder da Maioria Republicana da Câmara de Deputados, Kevin McCarthy, o presidente do Departamento de Segurança Interna, Mike McCaul, e o Líder da Maioria Republicana do Senado, Whip John Cornyn. Muito obrigado. Obrigado pela sua presença. Obrigado. Obrigado. (Aplausos)

Quero começar expressando nossa profunda compaixão e oferecendo as preces mais sentidas pelas vítimas do descarrilamento de trem no estado de Washington. Estamos monitorando a situação de perto em coordenação com as autoridades locais. Essa é mais uma razão, entre tantas, do porquê precisamos começar, imediatamente, a reparar a infraestrutura dos Estados Unidos (EUA).

Hoje, estamos aqui para discutir assuntos de importância vital para todos nós: A segurança, a prosperidade e a postura dos EUA perante o mundo. Gostaria de falar sobre a situação anterior, a atual situação e, finalmente, sobre a nossa estratégia para a situação em que nos encontraremos nos anos futuros.

Durante os últimos 11 meses, eu viajei dezenas de milhares de milhas em visita a treze países. Eu me reuni com mais de cem líderes mundiais. Eu levei a mensagem dos EUA para o grande salão na Arábia Saudita, para a grande praça em Varsóvia, para Assembleia Geral das Nações Unidas, e para o governo democrático na Península da Coreia. Em todos os lugares para os quais viajei, meu mais elevado privilégio e grande honra foi representar o povo americano.

Durante o decorrer da nossa história, o povo americano tem sempre sido a fonte verdadeira da grandeza dos EUA. Nosso povo promoveu a nossa cultura e os nossos princípios. Os americanos lutaram e se sacrificaram nos campos de batalha em todo o mundo. Nós libertamos nações cativas, transformamos antigos inimigos em nossos melhores amigos e retiramos regiões inteiras do planeta da pobreza, oferecendo a prosperidade.

Por causa do nosso povo, os EUA têm estado entre as maiores forças de paz e justiça da história do mundo. O povo americano é generoso. Vocês são determinados, são corajosos, são fortes e vocês são sábios.

Quando o povo americano fala, todos nós deveríamos ouvir. Apenas, há pouco mais de um ano atrás, vocês falaram alto, e vocês falaram com clareza. No dia 8 de novembro de 2016, vocês votaram para Tornar a América Grandiosa Novamente. (Aplausos) Vocês abraçaram uma nova liderança e estratégias muito novas, e também uma nova esperança gloriosa. Por isso nós estamos aqui, hoje.

Mas, para abarcar as oportunidades do futuro, primeiro temos que entender as falhas do passado. Por muitos anos, nossos cidadãos assistiram enquanto os políticos em Washington presidiam sobre sucessivos desapontamentos. Para muitos dos nossos líderes – entre os quais muitos se esqueceram das vozes daqueles que eles deveriam respeitar e daqueles cujos interesses eles deveriam defender – nossos líderes em Washington negociaram acordos comerciais desastrosos que possibilitaram lucros massivos para muitas nações estrangeiras, enquanto enviavam milhares de fábricas americanas, e milhões de empregos americanos para aqueles países.

Nossos líderes se envolveram no desenvolvimento de nações no exterior, enquanto falharam no desenvolvimento e reabastecimento doméstico da nossa nação. Eles reduziram o número e maltrataram os homens e mulheres em uniforme com recursos inadequados, investimentos instáveis e missões obscuras. Eles falharam, não insistindo que os nossos aliados, frequentemente muito ricos, nos pagassem na justa proporção por sua defesa, colocando, sobre os contribuintes e sobre os militares americanos, uma carga massiva e injusta.

Eles negligenciaram a ameaça nuclear na Coreia do Norte, fecharam um acordo desastroso, fraco e incompreensível com o Irã, e permitiram que os terroristas, como o EI, ganhassem o controle sobre vastas extensões de território em todo o Oriente Médio.

Eles fecharam, com sete chaves, as fontes de energia dos EUA. Eles impuseram regulamentos e tributos incapacitantes. Eles entregaram a nossa soberania para burocratas estrangeiros, em capitais remotas e distantes.

Contra os desejos mais profundos do povo americano, nossos políticos mantiveram nossas fronteiras amplamente abertas. Milhões de imigrantes entraram de forma ilegal. Milhões de outros ainda foram admitidos no nosso país sem uma verificação adequada, que protegesse a nossa segurança e a nossa economia. Os líderes em Washington impuseram sobre o nosso país uma política de imigração que nunca foi votada, solicitada ou aprovada pelo povo americano – uma política que aceita as pessoas erradas no país enquanto rejeita as certas. Como sempre, os cidadãos americanos foram obrigados a assumir o custo e pagar a conta.

Em cima de tudo isso, nossos líderes se afastaram dos princípios americanos. Eles perderam de vista o destino dos EUA e deixaram de acreditar na grandeza americana. Como resultado, os nossos cidadãos também perderam algo. O povo americano perdeu a confiança no seu governo e, finalmente, também perderam a confiança no próprio futuro.

Mas, no ano passado tudo isso começou a mudar. O povo americano rejeitou as falhas do passado. Vocês reencontraram as suas vozes e retomaram seu domínio sobre essa nação e o seu destino.

No dia 20 de janeiro de 2017, eu me postei nos degraus do Capitólio para anunciar o dia em que o povo se tornou senhor de sua nação novamente. (Aplausos) Muito obrigado. Agora, menos de um ano depois, os EUA estão retornando com força.

Durante a minha tomada de posse, eu anunciei que os EUA retornariam a um princípio simples: O dever prioritário do nosso governo é servir aos seus cidadãos – muitos dos quais haviam sido esquecidos. Mas, eles não estão mais no esquecimento. Com cada decisão e com cada ato, agora, nós estamos colocando os EUA em primeiro lugar.

Estamos reconstruindo a nossa nação, a nossa confiança e a nossa postura perante o mundo. Com movimentos rápidos, estamos confrontando nossos desafios, e os temos confrontado de frente.

Estamos investindo novamente na nossa defesa – quase $700 bilhões no próximo ano, um recorde. Estamos exigindo força extraordinária que, esperamos, levará a um estado de paz prolongado e extraordinário. Estamos propiciando aos nossos militares corajosos, homens e mulheres, o apoio que eles necessitam e que tanto merecem.

Retiramos os EUA dos acordos que destroem empregos, como a Parceria Transpacífico e o Acordo de Paris sobre o clima – excessivamente caro e injusto. E, durante nossa viagem à Ásia no mês passado, eu anunciei que nós não mais toleraremos os abusos comerciais.

Nós estabelecemos novos procedimentos estritos de verificação para manter os terroristas fora dos EUA, e nossas verificações estão se tornando mais estritas a cada mês.

Para combater o Irã e bloquear o seu caminho até as armas nucleares, eu impus sanções ao Exército de Guardiões da Revolução Islâmica por seu apoio ao terrorismo, e eu me neguei a certificar o Acordo do Irã para o Congresso.

Depois da minha viagem pelo o Oriente Médio, os países do Golfo e outras nações de maioria muçulmana se uniram na luta contra a ideologia islâmica radical e contra o financiamento do terrorismo. Temos infligido ao EI derrotas devastadoras, uma após a outra. A coalizão para derrotar o EI já recapturou quase cem por cento dos territórios que os seus terroristas dominavam no Iraque e na Síria. Bom trabalho. (Aplausos) Bom trabalho. Realmente bom. Obrigado. Temos uma força militar grandiosa. E agora, nós os estamos perseguindo nos lugares para onde eles fogem, e não permitiremos que eles entrem nos EUA.

No Afeganistão, nossas tropas não serão mais debilitadas por cronogramas artificiais, e nós não mais exporemos os nossos planos aos inimigos. Estamos começando a ver os resultados no campo de batalha. Nós deixamos claro para o Paquistão que, embora desejemos continuar a parceria, temos que ver ações decisivas contra os grupos terroristas que atuam no seu território. Fazemos pagamentos massivos anuais ao Paquistão. Eles têm que nos ajudar.

Nossos esforços fortalecem a Aliança da OTAN, estabelecendo uma plataforma para aumentos significativos das contribuições dos membros, com mais dezenas de bilhões entrando – porque eu não permitiria que países-membros permaneçam inadimplentes enquanto nós garantimos a proteção deles e estamos dispostos a lutar nas suas guerras. Nós deixamos claro que os países muito ricos deverão reembolsar os EUA pelo custo da sua defesa. Essa é a grande diferença em relação ao passado, mas é justa e necessária – necessária para o nosso país, necessária para nosso próprio processo cognitivo.

A nossa companha de pressão máxima sobre o regime da Coreia do Norte resultou em sanções mais severas. Nós reunimos os nossos aliados em um esforço sem precedentes para isolar a Coreia do Norte. No entanto, há muito mais trabalho a ser feito. Os EUA e seus aliados tomarão todas as medidas necessárias para alcançar a desnuclearização e garantir que esse regime não mais ameace o mundo. (Aplausos) Obrigado. Essa situação deveria ter sido resolvida muito antes da minha posse no cargo, quando era mais fácil de ser resolvida. Mas, resolveremos isso. Não temos outra opção.

Domesticamente, estamos cumprindo nossas promessas e libertando a economia americana. Desde a eleição, já criamos mais de dois milhões de empregos. A taxa de desemprego é a mais baixa dos últimos dezessete anos. O mercado de ações alcançou os mais elevados índices e, há pouco ele alcançou outro índice ainda mais elevado – pela 85a vez desde que eu fui eleito. (Aplausos)

Nós revogamos 22 regulamentos para cada um dos novos regulamentos, o maior índice na história do nosso país. Nós destrancamos os vastos recursos energéticos dos EUA.

Enquanto o mundo assiste – e o mundo está de fato assistindo – estamos a poucos dias da aprovação de reduções históricas dos impostos, para as famílias e empresas americanas. Esta será a maior redução e reforma tributária da história do nosso país. (Aplausos) Obrigado. Obrigado. Obrigado.

E estamos observando o resultado esperado. O crescimento econômico superou os três por cento, em dois trimestres seguidos.  O crescimento do PIB, que está muito adiantado durante a minha administração, se tornará uma das melhores armas dos EUA.

 

O otimismo cresceu. A confiança retornou. Com essa nova confiança, estamos também trazendo de volta a clareza aos nossos pensamentos. Estamos reafirmando as seguintes verdades:

Uma nação sem fronteiras, não é uma nação.  (Aplausos.)

Uma nação que não protege sua prosperidade doméstica, não pode proteger seus interesses externos.

Uma nação que não está preparada para vencer uma guerra, não é capaz de evitar uma guerra.

Uma nação que não tem orgulho de sua história, não pode ter confiança no seu futuro.

E uma nação que não tem certeza sobre seus princípios, não pode reunir a vontade necessária para defendê-los.

Hoje, fundamentados nessas verdades, estamos apresentando para o mundo a nossa nova Estratégia de Segurança Nacional. Segundo minha orientação, esse documento vinha sendo elaborado por mais de um ano. Ele tem o aval de todo o meu Gabinete.

Nossa nova estratégia está baseada no realismo com princípios, orientada pelos nossos interesses nacionais vitais, e fundamentada nos nossos princípios atemporais.

Essa estratégia reconhece que –gostemos ou não disso – estamos engajados em uma nova era de competição. Nós reconhecemos que uma competição vigorosa – militar, econômica e política – está em curso neste momento em todo o mundo.

Enfrentamos regimes desonestos que ameaçam os EUA e nossos aliados. Enfrentamos organizações terroristas, redes criminosas transnacionais, e outros tipos de violência e infortúnios espalhados por todo o mundo.

Também enfrentamos poderes rivais, a Rússia e a China, que buscam desafiar a influência, os princípios e a prosperidade dos EUA. Nós tentaremos criar uma grande parceria com esses e outros países, mas, de um modo que sempre proteja nossos interesses nacionais.

Por exemplo, ontem, eu recebi um telefonema do presidente Putin, da Rússia, agradecendo o nosso país pela inteligência que a CIA propiciou em relação a um grande ataque terrorista planejado para São Petersburgo, no qual muitas pessoas – talvez milhares – teriam perdido suas vidas. Eles conseguiram deter esse terrorista antes do atentado, sem perdas de vida. E isso é algo grandioso, e assim deve ser. É assim que deve ser.

Mas, enquanto buscamos tais oportunidades de cooperação, nós nos defenderemos, e defenderemos o nosso país como nunca fizemos antes. (Aplausos) Obrigado. Obrigado. Obrigado.

Sabemos que o sucesso dos EUA não é uma conclusão inevitável. Ele precisa ser conquistado. Nossos adversários são fortes, eles são persistentes e o seu compromisso é de longo termo. Mas, assim somos nós.

Para ter sucesso, precisamos integrar todos os aspectos da nossa força, e temos que competir com todos os instrumentos do nosso poder nacional.

Com a Administração Trump, os EUA estão prosperando, liderando no aperfeiçoamento do poder – mais rápido do que qualquer pessoa havia imaginado – com um acréscimo de $6 trilhões apenas no mercado de ações desde a eleição – $6 trilhões.

Com a estratégia que estou anunciando hoje, estamos declarando que os EUA voltaram para o jogo, e que os EUA vencerão. (Aplausos) Obrigado.

A nossa estratégia promove quatro interesses nacionais vitais. Primeiro, temos que proteger o povo americano, a pátria, e o nosso grandioso estilo de vida americano. Essa estratégia reconhece que não podemos proteger a nossa nação, se não protegermos as nossas fronteiras. Portanto, pela primeira vez, a estratégia americana agora inclui um plano sério de defesa da nossa pátria. Ela clama: pela construção de um muro na nossa fronteira sul; pelo fim da corrente de imigração e dos péssimos programas de visto e loteria; pelo fechamento das lacunas que impedem sua aplicação; e pelo reforço do apoio aos nossos agentes do Patrulhamento de Fronteiras, autoridades do Serviço de Imigração e Controle Aduaneiro dos EUA (ICE), e do pessoal do Departamento de Segurança Interna. (Aplausos)

Além disso, nossa estratégia clama que confrontemos, desacreditemos e derrotemos o terrorismo islâmico radical e evitemos que ele se espalhe dentro dos EUA. Nós desenvolveremos novas maneiras de combater àqueles que se utilizam de novos domínios, como o cibernético, a mídia social, para atacar nossa nação e ameaçar nossa sociedade.

O segundo pilar da nossa estratégia é promover a prosperidade dos EUA. Pela primeira vez, a estratégia americana reconhece que a segurança econômica reflete a segurança nacional. A vitalidade, crescimento e prosperidade econômica domésticos são absolutamente necessários para refletir o poder e a influência dos EUA no exterior. Qualquer nação que abra mão da sua prosperidade, em troca de segurança, acabará perdendo ambas.

 

Por isso a Estratégia de Segurança Nacional coloca ênfase, mais que nunca, nas fases críticas que precisamos implementar para garantir a prosperidade da nossa nação por um longo, longo prazo no futuro.

Ela clama pela redução de impostos e pela revogação dos regulamentos desnecessários. Ela clama pelo comércio baseado nos princípios de justiça e reciprocidade. Ela clama por uma ação firme contra as práticas injustas de comércio e a apropriação indevida de propriedade intelectual. E ainda clama por novas medidas que protejam a base industrial e de inovação que envolvem a segurança nacional.

A estratégia propõe a reconstrução total da infraestrutura dos EUA – nossas rodovias, pontes, aeroportos, vias fluviais e infraestrutura de comunicações –, e ela compreende um futuro de predomínio e autossuficiência americanos na área de energia.

O terceiro pilar da nossa estratégia é preservar a paz por meio da força. (Aplausos) Nós reconhecemos que a fraqueza é um caminho seguro para o conflito, e o poder incomparável é o melhor meio de defesa. Por isso, nossa estratégia rompe com os prejuízos causados pelo sequestro de fundos de Defesa. Nós eliminaremos isso. (Aplausos)

Ela clama pela modernização completa das nossas forças militares, e reverte as decisões anteriores de reduzir nossas forças armadas – executadas mesmo enquanto as ameaças à segurança nacional cresciam. Ela clama pela agilização do processo licitatório, eliminação da burocracia excessiva, e o desenvolvimento massivo das nossas forças militares, que resultam em um benefício fundamental que é a criação de milhões e milhões de empregos.

Essa estratégia inclui planos para combater ameaças modernas, como os ataques cibernéticos e eletromagnéticos. Ela reconhece o espaço como um domínio competitivo e clama por várias camadas de defesa contra mísseis. (Aplausos) Essa estratégia delineia passos importantes para abordagem das novas formas de conflito, como a agressão econômica e política.

 

A nossa estratégia também põe ênfase no fortalecimento das alianças para abordagem dessas ameaças. Ela reconhece que o nosso poder é amplificado pelos aliados que compartilham princípios – nossos princípios – e assumem a justa proporção da sua responsabilidade pela nossa segurança compartilhada.

Finalmente, o quarto pilar da nossa estratégia é promover a influência dos EUA no mundo, mas, isso começa com o desenvolvimento doméstico da nossa prosperidade e poder.

Os EUA serão líderes novamente. Nós não desejamos impor o nosso estilo de vida a ninguém, mas defenderemos os nossos princípios sem nos desculparmos. Queremos alianças e parcerias fortes, baseadas na cooperação e na reciprocidade. Faremos novas parcerias com aqueles que compartilham nossos objetivos, e faremos dos interesses comuns uma causa comum. Não permitiremos que as ideologias rígidas se tornem em absoluto um obstáculo à paz.

 

Nós continuaremos a buscar a imagem que temos levado ao redor do mundo durante esse ano – a imagem de nações fortes, soberanas e independentes, que respeitam seus cidadãos, nações que prosperam no comércio e na cooperação, fundamentadas nas suas histórias e crescendo na direção de seus destinos.

Esse é o futuro que desejamos para esse mundo, e esse é o futuro que buscamos nos EUA. (Aplausos)

Com essa estratégia, estamos clamando por um grandioso despertar nos EUA, pela volta da confiança, e pelo renascimento do patriotismo, da prosperidade e do orgulho.

E estamos nos voltando para a sabedoria dos nossos fundadores. Nos EUA, o povo administra, o povo governa e o povo é soberano. O que nós construímos aqui nos EUA é algo precioso e único. Em toda a história, nunca antes a liberdade reinou, o Estado de Direito prevaleceu, e o povo prosperou, como aconteceu aqui por aproximadamente 250 anos.

Isso é o que devemos amar e defender. Temos que salvaguardar isso com a vigilância e o espírito e, se necessário, como muitos antes de nós, com a nossa própria vida. Nós declaramos que o nosso desejo foi renovado, nosso futuro reconquistado, e nossos sonhos restaurados.

Cada americano tem um papel a desempenhar nesse esforço nacional grandioso e, hoje, eu convido cada cidadão a assumir a sua parte nessa missão vital. Juntos, nosso dever é fortalecer as nossas famílias, desenvolver nossas comunidades, servir aos nossos cidadãos e celebrar a grandeza dos EUA como um exemplo iluminado para o mundo.

Enquanto tivermos orgulho – muito orgulho – de quem somos, de como chegamos até aqui, e daquilo pelo que estamos lutando para preservar, nós não falharemos.

Se fizermos tudo isso, se reencontrarmos nossa determinação e nos comprometermos em competir e vencer novamente, então, juntos deixaremos para os nossos filhos e netos uma nação que é mais forte, melhor, mais livre, mais orgulhosa e, sim, uma América que é mais grandiosa que nunca.

Deus os abençoe. Muito obrigado. Obrigado. (Aplausos)

 

FIM


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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