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Os Estados Unidos anunciam assistência humanitária adicional para países africanos que enfrentam grave insegurança alimentar

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Departamento de Estado dos Estados Unidos
Gabinete da Porta-voz
Para divulgação imediata
Comunicado de imprensa
6 de março de 2018

 

 
Hoje, o secretário de Estado dos EUA, Rex Tillerson, anunciou cerca de USD 533 milhões em assistência humanitária para a população da Etiópia, Somália, Sudão do Sul e Nigéria, bem como países da região do Lago Chade, onde milhões enfrentam insegurança alimentar e desnutrição potencialmente fatais como resultado do conflito em curso ou da seca prolongada. Embora a ajuda humanitária seja legitimamente fundamental para salvar vidas, essa assistência não resolverá essas crises, a maioria das quais é em grande parte provocada pelo homem.

Com este novo financiamento do Departamento de Estado e da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional, os Estados Unidos estão fornecendo assistência alimentar e nutricional de emergência para ajudar as populações vulneráveis, incluindo dezenas de milhares de toneladas de ajuda alimentar em espécie. Além disso, o financiamento apoia programas de água potável segura, programas de cuidados com a saúde e higiene de emergência para tratar e prevenir a disseminação de doenças e a reunificação de famílias separadas por conflitos. Esta assistência também inclui suprimentos médicos essenciais, saneamento melhorado e abrigo de emergência, e prioriza programas que protegem grupos vulneráveis.

Dos fundos recém-anunciados, cerca de US$ 184 milhões são para populações afetadas do Sudão do Sul, mais de US$ 110 milhões para as populações afetadas da Etiópia, mais de US$ 110 milhões para as populações afetadas da Somália e mais de US$ 128 milhões para as populações afetadas da Nigéria e países na região do Lago Chade.

Na região do Lago Chade e no Sudão do Sul, anos de conflito levaram à insegurança alimentar aguda. Na Somália, a violência em curso exacerbou os impactos humanitários da seca severa e prolongada. Na Etiópia, a seca contínua agravou uma situação de segurança alimentar já muito séria. Um influxo rápido de assistência dos EUA, juntamente com a assistência de outros doadores, está ajudando a melhorar as condições humanitárias em todos esses países. Mas, em última análise, compete aos líderes desses países, particularmente no Sudão do Sul, acabar com a violência e colocar o bem-estar de seus cidadãos à frente de suas ações. Milhões continuarão em risco enquanto as partes desses conflitos continuarem a se engajar em violência. Os Estados Unidos pedem a todas as partes que permitam aos trabalhadores humanitários um acesso seguro e livre para ajudar as comunidades carentes.

Os Estados Unidos são o maior doador de ajuda humanitária para essas crises na África, provendo cerca de US$ 3 bilhões desde o início do ano fiscal de 2017. Nós reconhecemos as contribuições humanitárias feitas por todos os doadores e incentivamos contribuições adicionais para atender às crescentes necessidades.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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