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Secretário de Estado Rex Tillerson e o Ministro das Relações Exteriores do Djibuti, Mahamoud Ali Youssouf, em conferência de imprensa conjunta

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Departamento de Estado dos Estados Unidos
Gabinete da Porta-voz
Para divulgação imediata
9 de março de 2018
Pronunciamentos

 
 

9 de março de 2018
Palácio Presidencial
Cidade de Djibuti, Djibuti

**NÃO EDITADO/RASCUNHO**

MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES YOUSSOUF: (Em francês)

Eu poderia falar algumas palavras em inglês também?  Ou estou sendo interpretado?

SECRETARY TILLERSON:  Não, por favor.

MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORS YOUSSOUF:  Não?  Ok, vamos –

SECRETARY TILLERSON:  Ou como queira fazer isso.

MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORS YOUSSOUF: (Via intérprete) O Secretário de Estado teve duas reuniões cruciais comigo e com o Presidente dos Estados Unidos.  Aqui está o Secretário de Estado, no início da sua visita a cinco países africanos, e o Djibuti sente-se extremamente orgulhoso de estar na lista de países que estão sendo visitados pelo Secretário de Estado.

Hoje, tivemos várias discussões frutíferas, mas, também estamos muito orgulhosos pelo fato do Djibuti ser o país que sedia o Camp Lemonnier, e tivemos muitas discussões frutíferas a respeito do nosso objetivo partilhado na luta contra o extremismo violento e segurança, e estabilidade em toda a região.  Conversamos sobre muitos assuntos:  sobre as nossas relações com a China e, também, vários outros assuntos comerciais que envolvem a região.  Além disso, conversamos também sobre o fato de termos, este ano, algumas reuniões vindouras do fórum binacional.

SECRETARY TILLERSON: Bem, em primeiro lugar, quero iniciar com agradecendo ao Ministro das Relações Exteriores Youssouf por suas calorosas boas-vindas ao Djibuti, e eu prezo a sua liderança, não apenas aqui, mas, também em toda a região.  Tivemos discussões muito frutíferas sobre como podemos aprofundar as relações entre os Estados Unidos e o Djibuti.

Quero também agradecer ao Presidente Guelleh por ter tido a oportunidade de ter um diálogo importante com ele também.  Conforme expressei ao ministro das Relações Exteriores, os Estados Unidos estão comprometidos na continuação da parceria muito robusta que têm com o Djibuti.  Nossa relação continua a propiciar benefícios, tanto para o povo dos Estados Unidos, como certamente para o povo do Djibuti.  Nós dois estamos trabalhando juntos na abordagem de uma variedade de desafios que estão sendo confrontados por esta região.

Uma das áreas de cooperação mais importante, e interesse mútuo, creio que esteja bem entendido, é a segurança.  E somos gratos ao Djibuti por sediarem milhares de tropas dos Estados Unidos aqui no Djibuti.  Esta é uma relação que tem sido mutualmente benéfica, tanto para os Estados Unidos como para o Djibuti, ao fortalecer as forças militares do Djibuti, também.  A presença militar dos EUA, aqui, proporciona uma resposta muito rápida contra o terrorismo e o extremismo violento, que ameaçam ambos os nossos países.  Mas, além disso, ameaçam a região e a estabilidade da região.

Não importa de onde a ameaça venha, seja do EI que encontrou o seu caminho para este continente, ou do al-Qaeda, al-Shabaab, ou outras organizações terroristas. Estamos aqui em parceria com o povo de Djibuti para proteger os cidadãos dos dois países, bem como os países da região.  E temos grande apreço por tudo o que o Djibuti tem feito, e pela contribuição de tropas que ele faz para a Missão da União Africana na Somália, por meio da AMISOM.  O Djibuti desempenha um papel importantíssimo na salvaguarda do fluxo livre do comércio global através do Mar Vermelho, permitindo que bilhões de pessoas tenham acesso a mercadorias que vem de todo os lugares, mantendo as rotas marítimas livres e abertas.

Durante nossas reuniões, nós discutimos sobre o papel importante que o Djibuti desempenha em relação à assistência humanitária.  Ele é um ponto de escala crítico para um montante significativo de assistência humanitária que é distribuído por toda a região – especialmente, para os países que têm enfrentado a insegurança alimentar.  O Djibuti é um porto muito importante de entrega e distribuição de assistência alimentar para tantos países.  O Djibuti também desempenha uma função extremamente importante ao receber os refugiados que estão escapando dos conflitos na região.

Nós conversamos sobre nossos esforços no apoio das reformas, que darão origem a uma prosperidade duradoura no Djibuti, e que tornarão o Djibuti ainda mais competitivo para investimentos e comércio.  E, uma parte do nosso compromisso de trabalhar com o governo de Djibuti é dar continuidade ao processo, de longo termo, orientado para boa governança, fortalecimento da governança e da capacidade institucional da governança, aqui no Djibuti.  Estamos comprometidos no apoio ao desenvolvimento da sociedade civil, e das instituições, de várias formas, e tivemos uma discussão muito produtiva sobre o assunto.

E, novamente, obrigado Vossa Excelência, pelas calorosas boas-vindas.  Estamos ansiosos pela continuação dessa relação importantíssima com o Djibuti.  Mais uma vez, eu prezo a oportunidade que tive nas duas reuniões de hoje.  Elas foram muito úteis para mim.  Obrigado.

MODERADOR:  Responderemos a algumas perguntas.

Pergunta:  Bom dia, Vossas Excelências.  Eu sou (inaudível) da Djibuti Televisão.  Minha pergunta está dirigida ao Secretário de Estado Rex Tillerson.

Sr. Secretário, como parte da sua visita ao Djibuti, qual é sua expectativa em relação à expansão e fortalecimento da parceria e comércio, e investimento entre os Estados Unidos da América e o Djibuti.

Minha segunda pergunta envolve o problema da segurança.  Levemos em consideração que o Djibuti é o maior país africano que participa da missão de manutenção da paz na Somália, e um dos principais aliados na luta contra o al-Shabaab na Somália, dentro do país.  Como os Estados Unidos e outros países da subregião podem trabalhar juntos para lutar com mais eficácia ou melhorar a segurança nas regiões.

SECRETARY TILLERSON: Bem, tivemos uma discussão muito boa, uma discussão longa sobre o ambiente de investimento no Djibuti, e sobre o que os investidores americanos estão buscando, no tangente à estabilidade e confiança no âmbito de investimento.  E nós vemos que existem oportunidades de investimento no Djibuti.  Creio que parte disso é nos assegurarmos de que as empresas dos EUA entendam quais são essas oportunidades.

Mas, tivemos uma conversa muito boa sobre o fortalecimento do ambiente de negócios para investimentos.  A transparência é muito importante para que haja investimento do setor privado.  E tivemos uma boa discussão sobre isso.

Em relação aos esforços na luta contra o terrorismo e o al-Shabaab na Somália, isso – obviamente, o Djibuti desempenha um papel importante em razão do número de tropas que ele contribui na AMISOM.  E nós coordenamos os nossos próprios esforços com a AMISOM e com a União Africana, na luta contra o al-Shabaab na Somália.  Compartimos nossas perspectivas sobre como está a situação.  Sentimos que houve um grande progresso na liberação de áreas na Somália.  Mas, é importante que essas áreas sejam protegidas para que permaneçam liberadas e não caiam novamente em controle do al-Shabaab.

Mas, ainda temos muito trabalho a fazer na Somália.  Em Addis Ababa, também tive discussões muito boas com o presidente da União Africana sobre essa missão.  Tenha certeza, os EUA estão comprometidos em permanecer engajados com as forças da AMISOM até que derrotemos o al-Shabaab, e a Somália seja estável e segura, e capaz de encontrar o seu próprio caminho adiante na direção da prosperidade.  Obrigado.

PERGUNTA:  Muito obrigado.  Sr. Secretário, por meses o senhor vem dizendo que as condições ainda não são adequadas para conversações com a Coreia do Norte, e que o senhor as reconheceria, se as visse.  24 horas atrás, está ainda era a sua posição.  O que mudou nas últimas 24 horas, que convenceu a Administração Trump que agora é a hora adequada?  O senhor poderia explicar a lógica por traz do início desse processo, conversas sobre conversas, como o senhor descreveu, em nível de líderes de países?  Ontem, quando fez esses comentários, o senhor sabia que essa reunião estava acontecendo?

E, Sr. Presidente, se eu puder –

MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES YOUSSOUF:  Ministro.  Não sou presidente.  (Risadas.)

PERGUNTA:  Perdoem-me.  Desculpem-me, desculpem-me.  Sim, nós temos visto muitas pessoas aqui, hoje.  Os Estados Unidos, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e outros têm alertado que a dívida incrível que temos com a China está colocando o futuro do nosso país em risco.  Alguns dizem que chega aproximadamente a 85 ou 90 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).  Como o Djibuti será capaz de pagar tal dívida?

SECRETARY TILLERSON:  A respeito de conversas com a Coreia do Norte, versus negociações – e me parece que isso é algo que as pessoas têm dificuldade de diferenciar.  Eu disse em meus comentários que estamos – que as condições não são adequadas para negociações, mas temos dito já por algum tempo que estamos abertos ao diálogo.  O Presidente Trump tem dito, já há algum tempo, que ele está aberto ao diálogo e que se reuniria de bom-grado com Kim Jong-un, quando as condições fossem adequadas e o tempo oportuno.  E eu creio que segundo o julgamento do Presidente, esse tempo há chegado.  Portanto, não há – nos meus comentários de ontem eu mencionei negociações, mas temos estado abertos ao diálogo, já há algum tempo.

Em relação à decisão sobre o engajamento entre o Presidente Trump e Kim Jong-un, o Presidente tomou essa decisão por si mesmo.  Eu conversei com ele, hoje bem cedo, sobre a decisão e tivemos uma boa conversa.  Isso é algo que ele tinha em mente, já há algum tempo, portanto não foi uma surpresa de modo algum, pois isso já era considerado há tempos.  Ele havia se expressado abertamente sobre a sua vontade de se reunir com Kim Jong-un.

Creio que, agora, a questão é um acordo sobre o momento em que se dará esta primeira reunião entre os dois, e sobre o local, e isso levará algumas semanas até que possamos resolver.  Portanto, nenhuma surpresa.  Sabemos que tem havido muitas discussões, que vocês têm lido sobre isso, também, por meio do diálogo intra-coreano.  Temos tido, também, contatos com eles, como vocês bem sabem, por meio de canais que temos mantido abertos já por um tempo.  E eu acredito que este foi o relatório mais avançado que tivemos em relação, não apenas a estar aberto, mas do forte desejo de diálogo de Kim Jong-un.

Portanto, o que realmente – mudou foi a postura dele, de modo muito dramático para ser honesto, isso veio como uma pequena surpresa para nós, bem como o fato dele estar tão interessado no diálogo com a delegação da Coreia do Sul.

MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES YOUSSOUF:  A respeito da dívida com a China, permita-me primeiro ressaltar o fato de que nenhum país pode se desenvolver sem ter uma infraestrutura forte.  Nessa perspectiva, a China é um ótimo parceiro.  Certamente, a dívida está lá, temos consciência disso.  Mas, permita-me dizer que até agora ela é gerenciável.  Temos cerca de 84 por cento do nosso PIB em termos de dívida, mas, temos também que reconhecer que países como o Japão têm mais de 200 por cento do seu PIB em termos de dívida.

Portanto, ela é gerenciável.  Investimos em uma infraestrutura muito boa e forte, e esperamos que esta infraestrutura comercial seja capaz de nos auxiliar no pagamento da dívida.  Assim, não estamos tão preocupados, mas temos – mantemos isso em foco e vemos que a China está fazendo um ótimo trabalho no financiamento da nossa infraestrutura.

PERGUNTA:  Obrigado.  Sr. Secretário, a Crise do Golfo está afetando o Cifre da África com o envolvimento dos Emirados Árabes Unidos nos assuntos internos dos países do Cifre da África.  Qual é a resposta dos EUA para essa situação?

Em segundo lugar, a guerra no Iêmen está aqui ao lado.  Muitos dos iemenitas americanos são impedidos de levarem seus filhos e esposas para os EUA. Quase todos eles têm sido rejeitados em razão da Proclamação Presidencial.  O que o senhor diria para esses cidadãos americanos que estão sendo separados das suas famílias?

SECRETARY TILLERSON: Bem, continuamos muito preocupados com as controvérsias entre os parceiros do Golfo, e Egito com Catar.  O Presidente tem estado engajado diretamente nas discussões com os líderes sobre essa controvérsia.  Eu – o Departamento de Estado tem uma missão no Golfo, essa semana, conversando com todos os participantes sobre a busca de um meio para dar início a um processo que solucione a controvérsia.  Sabemos que essa controvérsia tem se espalhado para dentro de partes da África – especialmente no Chifre da África.  Nós conversamos diretamente com líderes daqueles países e pedimos a eles que não levem as suas disputas para dentro de outros países, mas, que solucionem os problemas entre si mesmos, que não usem os outros como parte da divergência que eles têm entre si.  Temos – nós continuaremos a enviar essa mensagem a eles, porque entendemos que isso não ajuda.  A região já enfrenta bastantes dos seus próprios desafios, sem que tenham esse tipo de interferência externa no Chifre da África.

A situação no Iêmen é – só pode ser descrita como muito dolorosa.  O que está acontecendo no Iêmen é uma tragédia terrível – as baixas civis, a tragédia humanitária que temos nas nossas próprias mãos, tanto do ponto de vista da saúde como da perspectiva da insegurança alimentar.  Fizemos progresso ao reabrir o Porto de Hodeidah, por onde podemos conseguir a entrada de mais assistência humanitária. O Djibuti está desempenhando uma função, com lutas, auxiliando para que a assistência humanitária chegue até a capital de Sana’a.

Em relação às pessoas que estão fugindo e que desejam ir para os EUA, o Presidente promulgou políticas que foram projetadas para garantir que as pessoas sejam completamente analisadas.  De certa forma é caótico.  Eu espero que todos compreendam que, em áreas de conflito como essa, não temos um governo funcionando dentro do Iêmen, não existe – muitas vezes as pessoas estão saindo com documentação que não é legal.  Temos sido testemunhas dos tipos de ataques que aconteceram tanto na Europa, como nos Estados Unidos, onde também tivemos ataques.  O Presidente se sente profundamente responsável em fazer algo para evitar que aconteçam.  Portanto, foram estabelecidos processos que realmente desaceleram o processamento de pedidos que as pessoas fazem para ir para os Estados Unidos.  Nós seguiremos esses procedimentos, de forma estrita, e esperamos que as pessoas tenham paciência conosco, enquanto lidamos com isso.

PERGUNTA:  Eu sou correspondente do Voice of America no Djibuti.  Sr. Rex Tillerson, Secretário de Estado, seja bem-vindo ao Djibuti.

SECRETARY TILLERSON:  Obrigado.

PERGUNTA:  Os Estados Unidos da América estão atrasados em relação ao investimento na África.  O que o Presidente Trump fará para resolver o problema?

(Em francês)

SECRETARY TILLERSON:  Bem, o investimento na África, em especial no Chifre da África, na verdade é uma questão a ser decidida pelo setor privado.  Os Estados Unidos continuam a propiciar assistência significante para o Chifre da África.  Eu creio que este ano estaremos concedendo aproximadamente, mais de $530 milhões de dólares para os países do Chifre da África, na forma de assistência.

Mas, o investimento comercial e a criação de prosperidade comercial e atividade econômica é, em grande parte, algo em que o setor privado dos Estados Unidos precisa se engajar.  Creio que, no Departamento de Estado e no governo dos EUA, podemos trabalhar com os países para garantir que eles entendam os tipos de negócios e o ambiente que precisa ser criado, o tipo de regulamentação fiscal, as estruturas regulamentares, a transparência, todos os elementos que, sabemos, os investidores americanos buscam entender para que possam tomar decisões sobre investimentos.

Existe um investimento significante dos EUA no continente de forma ampla, mas, no Chifre da África, ele não é tão amplo como pensamos que deveria ser.  Portanto, continuaremos a trabalhar com os governos, não apenas aqui no Djibuti, mas em todo o Chifre da África, para garantir que as empresas americanas entendam quais são as oportunidades, os desafios, e para ajudar aos governos que nos recebem a entenderem as ações que, cremos, possam melhorar a atratividade dos seus países para entrada de investimentos.

MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORS YOUSSOUF: (Em francês)

PERGUNTA:  Meu nome é (inaudível) de (inaudível), e a minha pergunta está dirigida ao Sr. Secretário.  Os críticos dizem que a África não é prioridade para a Administração Trump.  Como o senhor reage a isso?

SECRETARY TILLERSON:  Como eu o quê?  Ah, não, que a África não é uma –

PERGUNTA:  Ok.

SECRETARY TILLERSON:  Ah, não, que a África não é uma –

PERGUNTA:  Como o senhor reage?  Os críticos dizem que a África não é prioridade para a Administração Trump.  Como o senhor reage?

SECRETARY TILLERSON:  Creio que isso é uma descaracterização, em termos da importância que a África representa para os Estados Unidos.  Nossas relações com a África, obviamente, datam de mais de um século, e temos relações diplomáticas, com a África, que datam de mais de um século.  Eu creio que isso varia ao redor do continente; dependendo de onde se esteja no continente, essa relação é mais robusta, existe mais atividade econômica.  Portanto, é uma coisa que varia.

O que eu venho discutindo nessa viagem, e tivemos discussões com a União Africana ontem, nos sentimos muito encorajados pelos passos que temos visto serem tomados dentro da União Africana e do continente, como o acordo de livre comércio continental.  Pensamos que isso será realmente um motor muito importante para o futuro crescimento econômico, que, de fato, criará oportunidades para entrada de mais investimentos, inclusive de empresas americanas,  O acordo da aviação civil, que está sendo negociado e estabelecido, cremos que ele conectará a África, e tornará mais fácil para os viajante americano vir até um centro na África, e então se dirigir para outras partes do continente com maior facilidade.  Isso também criará, penso, novas oportunidades.

Em relação à atividade econômica, vemos um futuro robusto para a África.  Vocês têm uma população que está crescendo rapidamente.  Cinco, das doze economias com a maior aceleração no mundo, estão nos países africanos.  Portanto, vemos oportunidades econômicas aqui.

Obviamente, existem problemas importantes de segurança que também compartimos.  Conforme os terroristas se movimentam ao redor do globo, nós criamos a Coalizão Mundial para Derrotar o EI.  Vemos que o EI veio para esse continente.  Estaremos neste continente para combater o EI, junto a importantes parceiros como o Djibuti e outros países, que não estão apenas contribuindo com dinheiro, mas estão contribuindo com o sangue de seus próprios combatentes para erradicação do terrorismo.  Portanto, existem muitas, muitos laços que nos unem do ponto de vista da segurança, mas, também da perceptiva das oportunidades econômicas futuras.

Obrigado.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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