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Alto Funcionário do Departamento de Estado antecipando os comentários do secretário Pompeo sobre o Irã na Biblioteca Presidencial Ronald Reagan

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Departamento de Estado dos EUA
Gabinete do porta-voz
Para divulgação imediata
19 de julho de 2018
Sessão informativa on background

 

Via teleconferência

MODERADOR:  Obrigado e boa tarde a todos. Obrigado por participarem da ligação de hoje. Temos o prazer de contar hoje com a presença de um alto funcionário do Departamento de Estado para antecipar os comentários do secretário Pompeo sobre o Irã na Reagan – Biblioteca Presidencial Ronald Reagan neste domingo. Apenas para fins de referência e não para fins de reportagem, temos o prazer de receber [Alto Funcionário do Departamento de Estado]. Deste ponto em diante, ele será referido como um alto funcionário do Departamento de Estado. Ele fará alguns breves comentários no inicio e, em seguida, responderemos algumas perguntas. Lembramos que esta ligação está embargada até o final da ligação.

Então, com isso, vamos começar. Passo a palavra para o nosso alto funcionário do Departamento de Estado.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Olá. Muito obrigado por sua participação. O secretário fará um discurso na Biblioteca Reagan em 22 de julho, intitulado – as declarações são intituladas “Apoiando as vozes iranians”. Ele será acompanhado no evento por alguns membros do Congresso, incluindo o presidente da Comissão de Relações Exteriores, Ed Royce e o senador Tom Cotton. Haverão – ainda haverão alguns outros membros do Congresso que estarão lá também.

O secretário em seu discurso em maio, em 22 de maio, onde revelou a nova estratégia do governo para o Irã, fez uma série de comentários dirigidos ao povo iraniano. E agora ele continua a conversa abordando agora a iraniana – a diáspora iraniana nos Estados Unidos. O sul da Califórnia é o lar de cerca de 250.000 americanos iranianos.

E em seus comentários – eu só destacarei um par de coisas – ele irá refletir sobre o fato de estarmos nos aproximando do 40º aniversário da Revolução Islâmica. O regime iraniano é o último regime revolucionário na Terra e exporta sua revolução pelo Oriente Médio. E ele falará sobre – um levantamento dos últimos 40 anos de desfalque contra o povo iraniano, do terrorismo cometido na região, da repressão brutal no país. Ele irá expor parte da corrupção do regime. Ele destacará a perseguição religiosa.

Como você sabe, o Departamento de Estado sedia a primeira reunião ministerial sobre liberdade religiosa e ele falará sobre a perseguição de grupos religiosos no Irã. Ele estará apoiando as demandas legítimas do povo iraniano, especialmente suas demandas econômicas por uma vida melhor. Ele falará – oferecerá uma atualização sobre nossa campanha de pressão máxima econômica e isolamento diplomático. Em termos da diáspora iraniana, o Secretário quer muito que o povo iraniano desfrute da mesma qualidade de vida que os iranianos na América desfrutam.

E esses são alguns dos destaques de seus comentários, e agora terei muito prazer em responder algumas perguntas.

MODERADOR:  Tudo bem. Muito obrigado. Vamos agora para a nossa primeira pergunta.

OPERADOR: (Inaudível) a linha de Barbara Usher da BBC. Sua linha está aberta.

PERGUNTA:  Olá, [Alto funcionário do Departamento de Estado]. Eu tenho duas perguntas. O primeiro é bem breve. MEK está convidado para o discurso?

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Eu não – não sei a resposta. Eu não acredito que tenham sido.

MODERADOR:  OK. Vamos passar para a próxima pergunta.

OPERADOR:  Nós temos Robin Wright do The New Yorker. Sua linha está aberta.

PERGUNTA:  Olá, [Alto funcionário do Departamento de Estado], obrigado por estar aqui. Duas coisas. Primeiro, quando você fala sobre os Estados Unidos apoiando o protesto, isso significa que os EUA estão apoiando a mudança de regime – uma questão que continua surgindo? O governo continua dizendo que não, que está apenas mudando o comportamento, mas os tipos de demandas que estão sendo feitos são tão abrangentes que poderiam ser facilmente traduzidos como mudança de regime.

E em segundo lugar, você pode falar um pouco sobre Helsinque e o que aconteceu com a questão do Irã quando se trata da Síria, que tipo de acordo ou discussão o presidente Trump teve com o presidente Putin sobre garantir que o Irã não esteja perto da fronteira de Israel, que está sendo contido? E você concluiu algo tangível?

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Obrigado pela pergunta – as duas perguntas. Na primeira, se você olhar para a lista das 12 demandas que o secretário Pompeo expôs em seu discurso em maio, essa lista de 12 demandas era o consenso global anterior ao acordo nuclear com o Irã, e ninguém na época achava que aquelas 12 demandas representavam uma mudança de regime. A extensão da lista dos 12 – esses são requisitos muito básicos que pediríamos que qualquer país normal seguisse, e o tamanho da lista é simplesmente um escopo do comportamento maligno do Irã.

Essa não foi – esta lista de 12 não é uma lista que nós criamos. É uma lista que o Irã criou. Estamos respondendo a isso. Só porque estamos, de certa forma, adequando o inventário, o amplo inventário das ameaças do Irã – que é nuclear, terrorismo, mísseis, abusos dos direitos humanos, a detenção de estrangeiros arbitrariamente – o simples inventário e a exigência que o Irã se comporte como um regime normal não representa uma mudança de regime. Nós achamos que todos são – se você olhar um por um para os 12 itens, e eu sugiro que todos façam isso, estes são todos requisitos muito básicos que devem ser esperados de uma nação. E portanto estamos buscando uma mudança no comportamento do regime.

Em termos de Helsinque, a única coisa a dizer é que nós – os Estados Unidos ainda estamos comprometidos em negar a influência do Irã na Síria, o aprofundamento de sua penetração na Síria. Não podemos ver – não podemos permitir que a libanização da Síria aconteça. E a nossa política é pressionar o Irã e negar a eles esse tipo de influência.

OPERADOR:  Em seguida, vamos para a linha de Nick Wadhams da Bloomberg. Sua linha está aberta.

PERGUNTA:  Olá, [Alto funcionário do Departamento de Estado]. Muito obrigado.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Olá, Nick.

PERGUNTA:  Por que o Secretário está fazendo isso especificamente sobre o Irã? Quero dizer, há muitos países, por exemplo, onde – cujas pessoas não gozam de liberdade econômica ou liberdade religiosa ou onde os EUA discordam desses governos, no entanto o Secretário está intencionalmente, neste caso específico, se concentrando no Irã. Por que?

E você pode dizer se há alguma indicação de que o governo consideraria suspender a proibição de viagens em relação ao Irã, uma questão que obviamente tem sido protestada veementemente por muitos americanos iranianos? Obrigado.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Bem, acho que na primeira pergunta temos uma grande diáspora iraniana nos Estados Unidos, e muito ativa. Eles estão aqui – muitos deles estão aqui desde a época da Revolução Islâmica. Há uma enorme disparidade no tipo de vida que levam aqui e então, se você olhar para o Irã, o tipo de violência brutal e repressão que os cidadãos do Irã vem sendo submetidos há tantas décadas.

E eu vi isso em vários governos, tentando alcançar a diáspora iraniana e – muitos iranianos americanos querem muito um estilo de vida melhor para os iranianos no Irã. E então isso é algo que eu vi em vários governos, e é importante nos mantermos conectados não apenas com a diáspora aqui nos Estados Unidos, mas eu acho que o Secretário continuará a se reunir e dar discursos à diáspora iraniana em diferentes regiões do mundo.

Na segunda pergunta, que eu acho que foi sobre a proibição de viagens, nosso apoio ao povo iraniano e sua capacidade de exercer seus direitos à liberdade de expressão e protesto pacífico é uma questão fundamentalmente separada da implementação do 9645. Como você sabe, ele impõe restrições de visto a cidadãos do Irã e seis outros países. O Irã regularmente não coopera com os Estados Unidos na identificação de riscos de segurança. É a fonte de ameaças terroristas significativas, um patrocinador estatal do terrorismo. Eles não – eles não recebem seus cidadãos sujeitos a ordens definitivas de remoção dos Estados Unidos.

Então, as restrições de visto que estabelecemos foram resultado do fracasso do governo iraniano em cumprir com o tipo de critério de compartilhamento de informações que buscamos e também a segurança nacional e os fatores de risco de segurança pública. Quero ressaltar que as restrições de viagem não se aplicam a vistos de estudante.

O povo iraniano – você viu os protestos. Eles estão protestando contra a inflação, o desemprego, a corrupção profunda do Estado, o apoio do governo ao terrorismo. Apoiamos seu desejo de que suas vozes sejam ouvidas e aguardamos ansiosamente o dia em que o regime iraniano possa cumprir os critérios de segurança nacional e de segurança pública. E, nesse momento, poderemos reavaliar essa restrição e buscar maneiras de apoiar viagens legítimas para os Estados Unidos.

E acho que isso ficou claro no discurso do secretário Pompeo em maio, que isso não é – que essa estratégia não é ameaçadora. Apresentamos uma visão muito positiva para o futuro das relações entre os EUA e o Irã, e isso é algo – é uma escolha que o regime precisa fazer. Mas colocamos a possibilidade de um relacionamento de tratado com os Estados Unidos, se o Irã decidir mudar seu comportamento e começar a se comportar como um país normal.

MODERADOR:  Obrigado. Agora vamos passar para a próxima pergunta.

OPERADOR:  Temos Carol Morello com o The Washington Post. Sua linha está aberta.

PERGUNTA:  Obrigada. Olá, [Alto Funcionário do Departamento de Estado].

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Olá, Carol.

PERGUNTA:  Você mencionou que o Secretário estaria expondo a corrupção do regime. Esse verbo parece sugerir que você tem algum material novo que não foi divulgado. Eu queria que você falasse sobre isso. E também, você espera que o Secretário fale sobre todos – sobre os documentos que o Mossad tirou do Irã e os aborde em detalhes? E, neste momento, que grau de credibilidade você atribui a esses documentos?

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Quanta credibilidade nós atribuímos aos documentos do arquivo atômico que os israelenses tiraram?

PERGUNTA:  Sim, mm-hmm.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Bem, na primeira questão, nós temos conhecimento e ouvimos das pessoas que protestam no Irã, que o regime priorizou sua agenda ideológica acima do bem-estar do povo iraniano. Isso colocou o Irã em uma queda econômica. Você observa como, durante a época do JCPOA, o aumento das receitas de petróleo poderiam ter sido alocadas para melhorar as vidas do povo iraniano mas, em vez disso, foram alocadas para terroristas e ditadores e grupos de milícias em todo o Oriente Médio. E o que vemos no Irã – este é um país que tem enorme riqueza e o regime iraniano enche seus próprios bolsos, enquanto seus cidadãos exigem melhores empregos e reformas econômicas e mais oportunidades. E assim, o Secretário destacará exemplos específicos de elites do regime – e denunciará sua corrupção. E eu não quero dizer muito mais do que isso, já que ele mesmo fará isso.

Na segunda questão, acreditamos que os documentos que foram obtidos pelos israelenses em seus – quando conseguiram localizar, resguardar e tirar do país esse vasto arquivo atômico, que eu acredito que seja em torno de meia tonelada de documentos, sejam autênticos, e continuam a ser estudados.

MODERADOR:  Muito obrigado. Vamos para a próxima pergunta agora, por gentileza.

OPERADOR:  Francesco Fontemaggi da AFP.  Sua linha está aberta.

PERGUNTA:  Olá, [Alto funcionário do Departamento de Estado]. Obrigado por participar. O presidente Trump afirmou várias vezes nos últimos dias que o Irã é um lugar diferente desde que ele se retirou do JCPOA, que não está mais olhando para o Mediterrâneo e o Oriente Médio. Você pode dizer em que ele se baseia? O que explica o que ele está dizendo? E também, ele disse que o Irã está em crise. Você pode nos dizer qual é a avaliação dos EUA sobre a situação interna interna no Irã? Você acha que esses protestos podem avançar e talvez derrubar o regime em algum momento?

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Você pode repetir essa primeira pergunta? Eu entendi a segunda. Não entendi a sua primeira.

PERGUNTA:  Sim. O presidente disse que o Irã não está mais – que o regime não está mais olhando tanto quanto antes para o Mediterrâneo e o resto do Oriente Médio. Você pode dizer em que base o presidente diz isso, por que ele avaliou que o regime mudou seu comportamento no Oriente Médio?

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Eu não tenho diante de mim exatamente o que o presidente disse e eu não quero ir além do que ele disse. Posso dar outra olhada e – podemos voltar a falar diretamente com você.

Na segunda pergunta sobre os indicadores econômicos, como eu disse anteriormente, o regime iraniano saqueou a economia iraniana para financiar a sua – para financiar o terrorismo e financiar suas guerras estrangeiras em todo o Oriente Médio, e todas as linhas de tendência econômica para o Irã são negativo. Observamos um declínio gradual e constante do investimento estrangeiro direto. O rial iraniano atingiu uma baixa recorde de 90.000 para o dólar no mercado não oficial no final de junho. Vemos a bolsa de valores, a Bolsa de Valores de Teerã, cair de uma alta histórica e vem caindo. Quando você olha para as previsões econômicas e as – em termos das previsões econômicas de investimentos estrangeiros diretos e fuga de capitais até 2022, juntamente com projeções sobre o declínio nas receitas do petróleo, tudo isso está na direção errada para o Irã. Mas como eu disse, isso é simplesmente um resultado do Irã administrando mal sua economia.

Seu sistema bancário – eles estão enfrentando uma crise de liquidez. Eles não seguem os padrões bancários internacionais e há uma razão pela qual eles não os seguem, porque a economia foi projetada para ser opaca. Ela é projetada para enganar os investidores estrangeiros diretos, para que eles não saibam se estão financiando o comércio ou financiando o terrorismo, e o Irã tem – é muito habilidoso em usar empresas de fachada. E essa receita é então usada para financiar o terrorismo do Irã e suas guerras estrangeiras.

Então, quando você olha para a taxa de câmbio do dólar, olha para os preços ao consumidor, a bolsa de valores, o investimento estrangeiro direto, a fuga de capitais, todos esses indicadores macroeconômicos estão indo na direção errada, e é simplesmente o resultado de um regime cleptocrata.

MODERADOR:  OK. Vamos a próxima pergunta agora, por gentileza.

OPERADOR:  Passando para a linha de Warren Strobel, da Reuters. Sua linha está aberta.

PERGUNTA:  Obrigado. Eu queria voltar para a questão do objetivo geral da política aqui. No discurso do secretário Pompeo em maio, ele disse, e eu cito “depois que nossas sanções entrarem em vigor, [o Irã] pelejerá para manter sua economia viva”, disse ele. Os países que estão lutando para manter sua economia viva tendem a ser instáveis ou em processo de colapso. E a questão é se o governo pensou em possíveis consequências, não intencionais, da pressão econômica no Irã.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Vemos isso simplesmente através desse prisma – sabemos que o Irã usa suas receitas econômicas para financiar o terrorismo. Eles são – não há país no mundo que patrocine mais o terrorismo, apóie mais terrorismo do que o Irã, e assim quando – nossa campanha de pressão econômica máxima é projetada simplesmente para negar ao Irã os recursos financeiros que ele usa para facilitar o terrorismo. Uma das outras coisas, porém, é que grande parte do dinheiro que não é gasto em terrorismo e em guerras estrangeiras vai para a elite do regime e para aumentar a riqueza individual. E assim – não vai além disso, em termos de economia fraca, significa um governo que não tem as receitas de que precisa para financiar o terrorismo.

E se você olhar – eu vou simplesmente lançar alguns números aqui – o Irã gastou mais de US$ 16 bilhões apoiando Assad e seus grupos no Iraque e no Iêmen, e também dá US$ 700 milhões por ano para o Hezbollah libanês. Já deu, acredito, US$ 4 bilhões em linhas de crédito ao regime de Assad. E assim esses são – isto é tudo – as receitas são os alicerces das guerras, e o Irã gasta bilhões e bilhões de dólares nesses – em outros países e desestabiliza esses países importantes no Oriente Médio, como eu disse, seja a Síria ou o Líbano ou o Iraque ou o Iêmen, e isso tem consequências de segunda e terceira ordem.

O dinheiro que ele usou para apoiar o regime de Assad, obviamente, contribuiu para a crise dos refugiados, que é a pior desde a Segunda Guerra Mundial. E assim, quando você conecta os pontos ao redor do Oriente Médio com toda a violência, o derramamento de sangue e o tumulto, muito disso é incitado pelo Irã. E é por isso que estamos tentando negar-lhes as receitas para executar suas – suas ambições revolucionárias e ideológicas.

SR GREENAN:  Tudo bem. Obrigado a todos. Acho que é todo o tempo que vamos ter hoje para comentar o discurso do Secretário no domingo. Agradeço ao nosso orador, [Alto funcionário do Departamento de Estado]. Quero lembrar que esta chamada foi on background e nosso orador é referido como Alto funcionário do Departamento de Estado. O embargo para essa parte da chamada está cancelado, e lembrando aos outros, se quiserem continuar na linha, em alguns instantes começaremos uma segunda chamada on background para discutir a participação do Secretário nas Reuniões Ministeriais Austrália-EUA 2018, em Palo Alto.

Então, com isso, eu encerro. Agradeço ao nosso palestrante de hoje e obrigado a todos por sua participação.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO:  Muito obrigado.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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