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Briefing de Imprensa sobre a Agenda do Presidente na ONU. Assembleia Geral | Nova York, NY

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Briefings de Imprensa
New York Hilton Midtown
24 de setembro de 2018
Nova York, Nova York

 

11:09hrs EDT

SECRETÁRIO POMPEO: Bom dia a todos. É um enorme prazer estar aqui em Nova York para a 73ª Assembleia Geral das Nações Unidas, a minha primeira como Secretário de Estado. Uma espécie de Super Bowl para a diplomacia. Os americanos podem ficar orgulhosos de toda a nossa equipe trabalhando em campo hoje. Estou também muito feliz por estar aqui com meus amigos, a Nikki e o John.

Os americanos esperam que, no palco do mundo, os Estados Unidos tenham uma liderança assertiva e bravia que reflita os nossos valores. E com o presidente Trump, sem dúvida alguma, estamos liderando a partir da linha de frente.

Isso esteve claro desde a primeira reunião essa manhã, na qual, emitimos um chamado para a Ação Global acerca do Problema Mundial das Drogas; o flagelo do tráfico de drogas, da produção de narcóticos e do abuso de substâncias está se intensificando em escala global. Nos Estados Unidos, o presidente Trump está liderando um contra-ataque massivo e efetivo a essa questão. O momento é esse para cada país siga a nossa liderança.

Hoje mais tarde, o presidente terá reuniões bilaterais com o presidente Moon da Coreia do Sul, o presidente Al-Sisi do Egito e o presidente Macron da França. Seja questões de segurança, econômicas, direitos humanos ou qualquer outro assunto, o presidente pede aos países que exerçam sua soberania para resolver os desafios e ouvir como a América pode ajudar.

Essa ênfase na soberania foi, claro, o tema do discurso do presidente Trump na Assembleia Geral, ano passado. O tema continuará em seu discurso amanhã, junto com uma recapitulação sobre como o seu chamado a cada nação para cumprir com sua parte gerou dividendos para os Estados Unidos e para o mundo ao longo do ano passado.

Por exemplo, a liderança do presidente Trump, combinada com os esforços dos países para implementar a campanha de pressão, atenuou as tensões com a Coreia do Norte e nos aproximou do nosso objetivo final: a desnuclearização completamente verificável da República Popular Democrática da Coreia, conforme acordado pelo líder Kim Jong Un.

Na cúpula da semana passada, entre o presidente Moon e o líder Kim, deu-se mais um passo positivo, apesar de o presidente permanecer resoluto: agora não é hora de aliviar a pressão.

E, como vocês também ouviram, o presidente Trump abordará a ameaça sobre a não proliferação no Conselho de Segurança, na quarta-feira, e sobre a necessidade de as nações responsáveis deterem a disseminação de armas e tecnologias.

Dentre os assuntos que a reunião abordará estão a Coreia do Norte, Síria e Irã. Vocês podem ter certeza de que o Presidente terá fortes e merecidas palavras para o regime iraniano, que está entre os piores violadores das resoluções do Conselho de Segurança da ONU, quiçá os piores do mundo todo. Ele convocará cada país para se juntar à nossa campanha de pressão, a fim de frustrar a torrente global do Irã de atividades destrutivas.

Sendo da Venezuela, Sudão do Sul, Síria, Myanmar, China, os 2,5 milhões de vítimas estimadas — perdão, os 25 milhões de vítimas da escravidão moderna ao redor do mundo também podem contar com o apoio da América. Hoje, está se revelando um excelente primeiro dia. Que venha mais trabalho ao longo da semana.

O presidente Trump e os nossos corpos diplomáticos aguardam ansiosamente pelos próximos dias com os nossos homólogos estrangeiros à medida que trabalhamos para alcançar vitórias compartilhadas por todos.

Embaixadora Haley.

EMBAIXADORA HALEY: Bom dia. Feliz AGNU. Tivemos um bom começo hoje com o evento do Presidente sobre combate a narcóticos.

Realmente, compreender esse evento é compreender o fato de que não se trata de um monte de pessoas reunidas em uma sala. Cada país presente teve que assinar um Chamado Global para a Ação, que basicamente dizia que tais países iriam implementar algo dentro de seus próprios territórios acerca de suas abordagens sobre a questão do fornecimento e da demanda de drogas, sobre a cooperação internacional que teceriam com outros países para deter drogas ilícitas e, também, a respeito do tratamento que pode ser feito dentro de seus próprios territórios.

E, portanto, a ideia de que o presidente poderia conseguir 130 países para assinar significa que agora estamos tendo conversas globais sobre drogas que, há muito tempo, precisavam ser tidas.

À medida que avançamos a AGNU, estamos vendo mais de 140 chefes de delegações que estão aqui nas Nações Unidas. Com certeza, aguardamos ansiosos pelo discurso do presidente amanhã. Como se pôde dizer, ano passado, começamos a AGNU e tentava-se imaginar como seria a presença americana. Neste ano, estamos aqui para arrebentar. O presidente não somente fará o seu discurso, como também terá uma reunião com o Conselho de Segurança. O secretário Pompeo também terá uma reunião com o Conselho de Segurança. O vice-presidente está fazendo um evento na Venezuela. Portanto, estamos todos empenhados e direcionados pelos Estados Unidos.

Nós nos encontraremos como o secretário-geral. Tem sido um período interessante, recordando que desde a reunião do secretário-geral, no ano passado, nos retiramos do Acordo de Paris. Nos retiramos do Pacto Global. Nos retiramos do acordo do Irã. E tudo isso para dizer que os Estados Unidos estão determinados, obviamente, a se envolver em organizações multilaterais onde estiverem, mas não de forma a que elas prescrevam o que os Estados Unidos façam ou ainda infringindo o povo americano.

E com isso, nós organizaremos a recepção, obviamente hoje à noite, com os chefes de delegações. E, depois, amanhã à noite, ele e o vice-presidente e o secretário concordaram em receber os nossos membros do Conselho de Segurança bem como os seus ministros de Relações Exteriores.

E vocês sabem que com tudo que pudemos alcançar, seja o embargo de armas no Sudão do Sul, seja a ideia de que podíamos passar três pacotes de sanções sobre a Coreia do Norte, que tivemos esforços massivos para reformas que foram feitas ano passado e mandatos de manutenção da paz completamente prolongados. Nós não poderíamos fazer isso sem o Conselho de Segurança e, portanto, essa reunião, será muito importante.

Mas estamos ansiosos para termos uma ótima semana. Todos estão muito entusiasmados. Os Estados Unidos estão sempre muito felizes em acolher essa reunião. Talvez não os nova-iorquinos, mas faremos uma excelente AGNU. Muito obrigada.

EMBAIXADOR BOLTON: Bem, muito obrigado. Eu estou simplesmente encantado por estar aqui. Todos têm uma cópia? Eu tenho a minha. Está um pouco gasta, mas ainda tenho.

Eu gostaria somente de usar um segundo e falar sobre um dos temas dos comentários do presidente amanhã. E eu, tendo bastante tempo de casa, sei que não vou adentrar em nenhuma das falas do presidente, mas ele vai falar e elaborar sobre suas perspectivas acerca de soberania.

E eu só gostaria de explicar que isso é — porque isso é tão importante para os americanos, pois muitas pessoas consideram a soberania como um tipo de conceito abstrato. Ele deriva, obviamente, da palavra “soberano”, que significa o monarca. Mas é uma das razões pelas quais acredito ser a América excepcional e que nós compreendemos que soberania não é investida no chefe de Estado; nós entendemos isso conforme os Autores disseram na Constituição em si: “Nós, o Povo.” Nós, o povo, somos soberanos na América. Portanto, violações à nossa soberania não são violações a algo abstrato ou ao governo, elas são violações às pessoas em si.

Nós expressamos a soberania através da Constituição, através do nosso processo político. Por isso que é tão importante. E é por isso que acreditamos — e, é claro, estamos falando em termos seculares aqui — que a Constituição é a autoridade mais alta que reconhecemos.

Portanto, de várias formas, o Presidente abordará esse assunto. E, mais uma vez, é a continuação desse tema — conforme o secretário Pompeo mencionou, foi um dos temas abordados em seu último discurso para a Assembleia Geral, e será este ano e em vários outros contextos que vocês verão.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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