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Pronunciamento Do Presidente Trump Na 73ª Sessão Da Assembleia Geral Das Nações Unidas

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Casa Branca
Gabinete da Secretária de Imprensa
Para divulgação imediata
25 de setembro de 2018

 

Sede da Organização das Nações Unidas
Nova York, estado de Nova York

10:38 A.M. EDT

O PRESIDENTE: Senhora Presidente, sr. Secretário-Geral, líderes mundiais, embaixadores, e distintos membros das delegações:

Há um ano, estive diante de vocês pela primeira vez neste grande salão. Eu abordei as ameaças que desafiam o nosso mundo, e apresentei uma perspectiva para a busca de um grande futuro para toda a humanidade. Hoje, estou diante da Assembleia Geral das Nações Unidas para compartilhar o progresso extraordinário que temos alcanzado.

Em menos de dois anos, meu governo realizou mais do que quase qualquer governo na história do nosso país.

Os Estados Unidos — isso é muito verdadeiro. [Risos.] Não esperava essa reação, mas tudo bem. [Risos e aplausos.] A economia dos EUA está crescendo como nunca antes. Desde a minha eleição, acrescentamos US$ 10 trilhões em riqueza. O mercado de ações mostra os índices mais elevados da história, e os pedidos de seguro desemprego apresentam o menor índice dos últimos 50 anos. Os índices de desemprego entre os afro-americanos, hispano-americanos, e ásio-americanos alcançaram os níveis mais baixos, jamais registrados antes. Adicionamos mais de 4 milhões de novos empregos, incluindo meio milhão de empregos em empresas fabricantes de produtos manufaturados.
Aprovamos as maiores reduções de impostos e reformas tributárias da história americana. Demos início à construção de um grande muro na fronteira, e fortalecemos muito a segurança na fronteira.

Conseguimos garantir fundos recordes para as nossas Forças Armadas — US$ 700 bilhões de dólares este ano e US$ 716 bilhões no próximo ano. Nossas Forças Armadas em breve serão mais poderosas do que nunca.

Em outras palavras, os Estados Unidos são agora um país mais forte, mais seguro, e mais rico, do que era quando eu fui investido no cargo há dois anos.

Estamos nos levantando em defesa dos Estados Unidos e do povo americano. E também estamos nos levantando em defesa do mundo.

Estas são notícias importantes para os nossos cidadãos e para os povos que amam a paz em todos os lugares. Acreditamos que, quando as nações respeitam os direitos das nações vizinhas, e defendem o interesse do seu próprio povo, elas podem trabalhar melhor em conjunto para garantir as bênçãos de segurança, prosperidade e paz.
Cada um de nós, que está aqui hoje, é emissário de uma cultura distinta, uma história rica, de um povo interligado por laços de memórias, tradições, e valores que tornam nossas pátrias semelhantes a nenhum outro lugar da Terra.
É por isso que os EUA sempre escolherão independência e cooperação em vez de governança global, controle e dominação.

Eu honro o direito de todas as nações neste salão de seguir seus próprios costumes, crenças e tradições. Os Estados Unidos não definirão o modo como cada uma vive, ou trabalha, ou venera. Pedimos apenas que, em reciprocidade, vocês honrem a nossa soberania.

De Varsóvia até Bruxelas, de Tóquio até Singapura, tem sido a minha mais eleva honra representar os Estados Unidos no exterior. Tenho forjado próximas e de amizades, e parcerias fortes com os líderes de muitas nações neste salão, e nossa abordagem já produziu uma mudança incrível.

Com o apoio de muitos país representados aqui hoje, engajamos a Coreia do Norte para substituir o espectro de conflito por uma nova iniciativa corajosa em prol da paz.

Em junho, viajei para Singapura a fim de me reunir pessoalmente com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong Un. Tivemos conversas e reuniões altamente produtivas e concordamos que era do interesse de ambos os países buscar a desnuclearização da Península Coreana. Desde essa reunião, já vimos uma série de medidas encorajadoras que poucos poderiam ter imaginado há pouco tempo.

Os mísseis e foguetes já não estão voando em todas as direções. Os testes nucleares cessaram. Algumas das instalações militares já estão sendo desmanteladas. Nossos reféns foram libertados. E como foi prometido, os restos mortais dos nossos heróis de guerra estão voltando para casa, para descansarem em paz em solo americano.

Eu gostaria de agradecer ao chefe de governo Kim por sua coragem e pelas medidas que tem tomado, embora ainda haja muito trabalho por fazer. As sanções permanecerão até que a desnuclearização ocorra.

Também quero agradecer aos muitos Estados-membros que nos ajudaram a alcançar este momento — um momento que é realmente muito maior do que as pessoas conseguem entender; muito maior — mas também pelo seu apoio e pelo apoio crucial de que todos necessitaremos daqui para frente.

Um agradecimento especial ao presidente Moon da Coreia do Sul, ao primeiro-ministro Abe do Japão, e ao Presidente Xi da China.

No Oriente Médio, a nossa nova abordagem também tem propiciado grandes avanços e mudanças verdadeiramente históricas.

Depois da minha viagem à Arábia Saudita no ano passado, os países do Golfo abriram um novo centro a fim de manter o financiamento ao terrorismo na mira. Eles estão aplicando novas sanções, trabalhando conosco com o intuito de identificar e rastrear redes terroristas e assumindo mais responsabilidade pela luta contra o terrorismo e o extremismo em sua própria região.

Os Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Qatar prometeram bilhões de dólares para ajudar a população da Síria e do Iêmen. E estão buscando várias alternativas a fim de acabar com a horrível e terrível guerra civil do Iêmen.

m última análise, cabe às nações da região decidir que tipo de futuro querem para si e seus filhos.

Por essa razão, os Estados Unidos estão trabalhando com o Conselho de Cooperação do Golfo, a Jordânia, e o Egito para estabelecer uma aliança regional estratégica, para que as nações do Oriente Médio possam alcançar a prosperidade, estabilidade e segurança em toda a sua região.

Graças às Forças Armadas dos EUA e à nossa parceria com muitas das suas nações, tenho o prazer de informar que os assassinos sanguinários, conhecidos como Estado Islâmico (EI) foram expulsos do território que ocupavam no Iraque e na Síria. Continuaremos a trabalhar com nossos amigos e aliados para negar, aos terroristas radicais islâmicos qualquer financiamento, território ou apoio, ou qualquer meio de infiltração em nossas fronteiras.

A continuação da tragédia na Síria parte o nosso coração. Nosso objetivo compartilhado deve ser a diminuição do conflito militar, ao lado de uma solução política que honre a vontade do povo sírio. Com essa intenção, clamamos para que o processo de paz liderado pela Organização das Nações Unidas seja revigorado. Mas, tenham certeza de que os Estados Unidos responderão, caso o regime de Assad utilize armas químicas.

Eu parabenizo o povo da Jordânia, e outros países adjacentes por receberem refugiados dessa guerra civil tão brutal.
Como vemos na Jordânia, a política mais compassiva é situar os refugiados o mais próximo possível de suas casas, para facilitar um possível retorno dos mesmos, para que participem do processo de restauração. Essa abordagem também possibilita que os recursos, que são limitados, alcancem muito mais pessoas, aumentando o impacto de cada dólar utilizado.

Cada solução para a crise humanitária na Síria, precisa também incluir uma estratégia para abordar o regime brutal que alimentou e financiou a mesma: a ditadura corrupta do Irã.

Os líderes do Irã semeiam caos, morte e destruição. Eles não respeitam seus vizinhos nem suas fronteiras, nem os direitos soberanos das nações. Em vez disso, os líderes do Irã saqueiam os recursos da nação, para enriquecer a si mesmos, e disseminar o caos pelo Oriente Médio e muito além.

O povo iraniano está indignado e com direito, por seus líderes terem desviado bilhões de dólares do tesouro do Irã, confiscado partes valiosas da economia, e saqueado as posses religiosas das pessoas, tudo para forrar os próprios bolsos e para enviar seus representantes para incitar guerras. Isso não é bom.

Os vizinhos do Irã têm pago um preço alto pela agenda de opressão e expansão[do regime] na região. Esta é a razão de muitos países do Oriente Médio apoiarem fortemente a minha decisão de retirar os Estados Unidos do horrível Acordo Nuclear do Irã de 2015, e voltar a impor sanções nucleares.

O Acordo do Irã era uma sorte inesperada para os líderes do Irã. Nos anos desde que o acordo foi firmado, o orçamento militar do Irã cresceu quase 40%. A ditadura usou os fundos para construir mísseis com capacidade nuclear, aumentar a repressão interna, bancar o terrorismo e financiar o caos e a massacre na Síria e no Iêmen.
Os Estados Unidos lançaram uma campanha de pressão econômica para negar ao regime os fundos necessários para avançar sua agenda sanguinária. No mês passado, começamos a impor novamente sanções nucleares severas que haviam sido suspensas pelo Acordo do Irã. Sanções adicionais serão impostas novamente no dia 5 de novembro, e outras seguirão. Estamos trabalhando com países que importam petróleo do Irã, para que diminuam substancialmente suas compras.

Não podemos permitir que o maior patrocinador de terrorismo no mundo tenha em posse as armas mais perigosas do planeta. Não podemos permitir que um regime que entoa “Morte à América”, e que ameaça aniquilar Israel, tenha posse de recursos para lançar uma ogiva nuclear até qualquer cidade da Terra. Simplesmente, não podemos fazer isso.
Pedimos que todas as nações isolem o regime do Irã, enquanto a agressão continuar. Pedimos que todas as nações apoiem o povo iraniano, enquanto ele luta para recuperar seu destino religioso e de direito.

Este ano, também demos mais um passo significativo em direção ao futuro no Oriente Médio. Em reconhecimento de que cada Estado soberano tem o direito de determinar sua própria capital, transferi a Embaixada dos EUA de Israel para Jerusalém.

Os Estados Unidos estão comprometidos com um futuro de paz e estabilidade na região, incluindo paz entre os israelitas e palestinos. Esse objetivo avança, e não é prejudicado, ao reconhecermos os fatos óbvios.
A política de realismo de princípios dos Estados Unidos significa que não seremos reféns de dogmas antigos, ideologias desacreditadas e os chamados especialistas que se mostraram errados ao longo dos anos, repetidas vezes. Isso é verdade não apenas em questões de paz, mas em questões de prosperidade.

Acreditamos que o comércio deve ser justo e recíproco. Não será mais permitido tirar vantagem dos Estados Unidos.

Por décadas, a economia aberta dos Estados Unidos — de longe a maior da Terra — com mínimas condições. Nós permitimos que os artigos estrangeiros, de todo o mundo, entrassem livremente através das nossas fronteiras.

No entanto, em contrapartida, outros países não nos concederam o acesso recíproco nos seus mercados. Pior ainda, alguns países abusaram da abertura para despejar seus produtos, subsidiar seus artigos, visar nossas indústrias, e manipular suas moedas para ganhar uma vantagem indevida às custas do nosso país. Como resultado, nosso déficit comercial atingiu aproximadamente US$ 800 bilhões por ano.

Por essa razão, estamos sistematicamente renegociando acordos comerciais falidos e ruins.

No mês passado, anunciamos um inovador acordo de comércio entre EUA e México. E ontem, estive com o presidente Moon para anunciar a conclusão bem-sucedida do novo acordo comercial entre os EUA e a Coreia. E isso é apenas o começo.

Muitas nações neste salão concordarão que o sistema comercial mundial está em extrema necessidade de mudança. Por exemplo, países que violam todos os princípios nos quais a Organização Mundial do Comércio (OMC) se baseia foram admitidos nela. Enquanto os Estados Unidos e muitas outras nações seguem as regras, esses países usam planejamento industrial administrado pelo governo e empresas estatais para manipular o sistema a seu favor. Eles se envolvem em dumping implacáveis de produtos (venda de um produto abaixo do custo de sua produção), transferência forçada de tecnologia e roubo de propriedade intelectual.

Os Estados Unidos perderam mais de três milhões de empregos industriais, quase um quarto de todos os empregos siderúrgicos e 60 mil fábricas depois que a China ingressou na OMC. E nós acumulamos US$ 13 trilhões em déficits comerciais nas últimas duas décadas.

Mas esses dias acabaram. Não vamos mais tolerar tamanho abuso. Não permitiremos que nossos trabalhadores sejam vitimados, nossas empresas enganadas e nossas riquezas saqueadas e transferidas. Os Estados Unidos nunca pedirão desculpas por proteger seus cidadãos.

Os Estados Unidos acabam de anunciar tarifas sobre outros US$ 200 bilhões em mercadorias fabricadas na China, totalizando, até agora, US$ 250 bilhões. Tenho muito respeito e carinho por meu amigo, o presidente Xi, mas deixei claro que nosso desequilíbrio comercial não é aceitável. As distorções do mercado da China e a maneira como eles fazem negócios não podem ser toleradas.

Como meu governo tem demonstrado, os EUA sempre agirão em nome de nosso interesse nacional.

Eu falei com este órgão no ano passado e avisei que o Conselho de Direitos Humanos da ONU havia se tornado um grave constrangimento para esta instituição, protegendo os violadores dos direitos humanos e atacando os Estados Unidos e seus muitos amigos.

Nossa embaixadora nas Nações Unidas, Nikki Haley, estabeleceu uma agenda clara para a reforma, mas, apesar dos avisos relatados e repetidos, nenhuma ação foi tomada. Assim, os Estados Unidos adotaram o único caminho responsável: nos retiramos do Conselho de Direitos Humanos e não retornaremos até que a verdadeira reforma seja promulgada.

Por razões semelhantes, os Estados Unidos não fornecerão apoio em reconhecimento ao Tribunal Penal Internacional. No que diz respeito aos EUA, o TPI não tem jurisdição, legitimidade e nem autoridade. O TPI reivindica jurisdição quase universal sobre os cidadãos de todos os países, violando todos os princípios de justiça, imparcialidade e devido processo legal. Jamais renderemos a soberania dos EUA a uma burocracia global não eleita e que não presta contas.

Os EUA são governados por americanos. Rejeitamos a ideologia do globalismo e abraçamos a doutrina do patriotismo.
Em todo o mundo, as nações responsáveis devem se defender contra as ameaças à soberania não apenas da governança global, mas também de outras novas formas de coerção e dominação.

Nos EUA, acreditamos fortemente na segurança energética para nós e para nossos aliados. Nós nos tornamos o maior produtor de energia em comparação com qualquer lugar da face da Terra. Os EUA estão prontos para exportar nossa oferta abundante e acessível de petróleo, carvão limpo e gás natural.

A Opep e os países da Opep, como sempre, estão saqueando o resto do mundo, e eu não gosto disso. Ninguém deveria gostar disso. Defendemos muitas dessas nações em troco de nada, e então elas se aproveitam de nós, nos cobrando altos preços de petróleo. Isso não é bom.

Queremos que elas parem de elevar os preços, queremos que comecem a baixar os preços, e [essas nações] devem contribuir substancialmente para a proteção militar a partir de agora. Nós não vamos tolerar isso — esses preços horríveis — por muito mais tempo.

A dependência de um único fornecedor estrangeiro pode deixar uma nação vulnerável à extorsão e à intimidação. É por isso que parabenizamos os países europeus, como a Polônia, por liderar a construção de um gasoduto báltico para que as nações não dependam da Rússia visando atender às suas necessidades energéticas. A Alemanha ficará totalmente dependente da energia russa se não mudar de rumo imediatamente.

Aqui no Continente Americano, estamos comprometidos em manter nossa independência da invasão das potências estrangeiras expansionistas.

Tem sido a política formal do nosso país desde o presidente Monroe que rejeitarmos a interferência de nações estrangeiras neste continente e em nossos próprios assuntos. Os Estados Unidos reforçaram recentemente nossas leis para melhor avaliar os investimentos estrangeiros em nosso país em busca de ameaças à segurança nacional, e saudamos a cooperação com países da região e do mundo que desejam fazer o mesmo. É preciso fazer isso para se proteger.

Os Estados Unidos também estão trabalhando com parceiros na América Latina para enfrentar ameaças à soberania da migração descontrolada. A tolerância ao sofrimento humano e ao tráfico e ao contrabando de pessoas não é humana. É uma coisa horrível que está acontecendo, em níveis jamais vistos por ninguém anteriormente. É muito, muito cruel.

A imigração ilegal financia redes criminosas, gangues implacáveis e o fluxo de drogas mortais. A imigração ilegal explora as populações vulneráveis, prejudica os cidadãos esforçados e produz um ciclo vicioso de crime, violência e pobreza. Somente preservando as fronteiras nacionais, destruindo as gangues criminosas, podemos quebrar esse ciclo e estabelecer uma base real para a prosperidade.

Reconhecemos o direito de todas as nações neste salão de definir sua própria política de imigração de acordo com seus interesses nacionais, assim como pedimos a outros países que respeitem nosso próprio direito de fazer o mesmo — que é o que estamos fazendo. Essa é uma das razões pelas quais os Estados Unidos não participarão do novo Pacto Global sobre Migração. A migração não deve ser governada por um órgão internacional que não preste contas a nossos próprios cidadãos.

Em última análise, a única solução a longo prazo para a crise migratória é ajudar as pessoas a construir futuros mais promissores em seus países de origem. A tornar seus países grandes novamente.

Atualmente, estamos testemunhando uma tragédia humana, como exemplo, na Venezuela. Mais de 2 milhões de pessoas fugiram da angústia infligida pelo regime socialista de Maduro e seus patrocinadores cubanos.

Não faz muito tempo, a Venezuela era um dos países mais ricos da Terra. Hoje, o socialismo levou à falência a nação rica em petróleo e levou seu povo à extrema pobreza.

Praticamente em todo lugar em que o socialismo ou o comunismo foram tentados, produziram sofrimento, corrupção e decadência. A sede de poder do socialismo leva à expansão, à incursão e à opressão. Todas as nações do mundo devem resistir ao socialismo e à miséria que ele causa a todos.

Nesse espírito, pedimos às nações reunidas aqui para se juntarem a nós em um chamado em prol da restauração da democracia na Venezuela. Hoje, estamos anunciando sanções adicionais contra o regime repressivo, tendo como alvo o núcleo central e assessores próximos de Maduro.

Somos gratos por todo o trabalho que as Nações Unidas realizam em todo o mundo para ajudar as pessoas a construírem vidas melhores para si e suas famílias.

Os Estados Unidos são, sem dúvida, o maior país doador de ajuda externa do mundo. Mas poucos nos dão alguma coisa. É por isso que estamos analisando com atenção a ajuda externa dos EUA. Isso será liderado pelo secretário de Estado, Mike Pompeo. Vamos examinar o que está funcionando, o que não está funcionando e se os países que recebem nossos dólares e nossa proteção também têm nossos interesses no coração.

Prosseguindo, somente daremos ajuda externa àqueles que nos respeitam e, francamente, são nossos amigos. E esperamos que outros países paguem seu quinhão pelo custo de sua defesa.

Os Estados Unidos estão comprometidos em tornar as Nações Unidas mais eficazes e responsáveis. Eu já disse muitas vezes que as Nações Unidas têm um potencial ilimitado. Como parte de nosso esforço de reforma, eu disse a nossos negociadores que os Estados Unidos não pagariam mais de 25% do orçamento de manutenção da paz da ONU. Isso incentivará outros países a se apresentarem, se envolverem e também compartilharem esse fardo muito grande.

E estamos trabalhando para transferir mais do nosso financiamento de contribuições fixas para voluntárias, de modo que possamos direcionar recursos americanos para os programas com o melhor histórico de sucesso.

Somente quando cada um de nós fizer a sua parte e contribuir com a sua parte, poderemos perceber as mais altas aspirações da ONU. Devemos buscar a paz sem medo, a esperança sem desespero e a segurança sem desculpas.

Olhando em volta deste salão onde tanta história tem acontecido, pensamos naqueles muitos que nos antecederam e que vieram aqui para enfrentar os desafios de suas nações e de sua era. E nossos pensamentos se voltam para a mesma questão que delineou todos os seus discursos e resoluções, através de toda palavra e toda esperança. É a questão de que tipo de mundo vamos deixar para nossos filhos e que tipo de nações eles herdarão.

Os sonhos que preenchem este salão hoje são tão diversos quanto as pessoas que estiveram neste pódio e tão variados quanto os países representados aqui mesmo nesta organização. É realmente incrível. É realmente uma grande história.

Consideremos a Índia, uma sociedade livre com mais de um bilhão de pessoas, que conseguiu tirar milhões de pessoas da pobreza e inseri-las na classe média.

E a Arábia Saudita, onde o rei Salman e o príncipe herdeiro estão buscando novas reformas ousadas.

E Israel, orgulhosamente celebrando seu 70º aniversário como uma democracia próspera na Terra Santa.

Na Polônia, um grande povo defende sua independência, sua segurança e sua soberania.

Muitos países estão buscando suas próprias visões únicas, construindo seus próprios futuros promissores e perseguindo seus próprios sonhos maravilhosos de destino, de legado e de um lar.

O mundo inteiro é mais rico, a humanidade é melhor, por causa dessa bela constelação de nações, cada uma muito especial, cada uma muito original e cada uma brilhando intensamente em sua parte do mundo.

Em cada uma delas, vemos uma incrível promessa de um povo unido por um passado comum e trabalhando em direção a um futuro comum.
Quanto aos americanos, sabemos que tipo de futuro queremos para nós mesmos. Sabemos que tipo de nação os EUA devem ser sempre.

Nos EUA, acreditamos na majestade da liberdade e da dignidade do indivíduo. Acreditamos no autogoverno e no Estado de Direito. E valorizamos a cultura que sustenta nossa liberdade — uma cultura construída com base em famílias fortes, fé profunda e independência feroz. Nós celebramos nossos heróis, valorizamos nossas tradições e, acima de tudo, amamos nosso país.

Dentro de todos nesta grande Câmara hoje, e todos ouvindo ao redor do mundo, há o coração de um patriota que sente o mesmo amor poderoso por sua nação, a mesma intensa lealdade à sua terra natal.

A paixão que arde no coração dos patriotas e na alma das nações inspirou reformas e revoluções, sacrifícios e altruísmo, descobertas científicas e magníficas obras de arte.

Nossa tarefa não é apagá-la, mas abraçá-la. Construir com ela. Valer-se de sua sabedoria antiga. E encontrar dentro dela a vontade de tornar nossas nações maiores, nossas regiões mais seguras e o mundo melhor.

Para desencadear este incrível potencial em nosso povo, devemos defender as bases que tornam tudo possível. Nações soberanas e independentes são o único veículo onde a liberdade conseguiu sobreviver, a democracia conseguiu resistir ou a paz conseguiu prosperar. E assim devemos proteger nossa soberania e nossa estimada independência acima de tudo.

Quando o fizermos, encontraremos novos caminhos para a cooperação se desdobrar diante de nós. Vamos encontrar uma nova paixão pela paz que cresce dentro de nós. Encontraremos um novo propósito, uma nova resolução e um novo espírito florescendo ao nosso redor e tornando este mundo mais belo para se viver.

Então, juntos, vamos escolher um futuro de patriotismo, prosperidade e orgulho. Vamos escolher a paz e a liberdade sobre a dominação e a derrota. E vamos a este lugar para representar nosso povo e suas nações, eternamente fortes, eternamente soberanos, eternamente justos e eternamente gratos pela graça, a bondade e a glória de Deus.
Obrigado. Que Deus os abençoe. E que Deus abençoe as nações do mundo.

Muito obrigado. Obrigado. [Aplausos.]

FIM 11h13m EDT


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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