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Observações Secretário de Estado Michael R. Pompeo

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Departamento de Estado dos Estados Unidos
Escritório da Porta-Voz
Para divulgação imediata
25 de janeiro de 2019
Sala do Correspondente da Imprensa
Washington, D.C.

 

SECRETÁRIO POMPEO:  Boa tarde a todos.

Hoje, estou incrivelmente empolgado em anunciar que um experiente, firme e ético veterano da política externa integrará a nossa equipe do Departamento de Estado.

Elliott Abrams está vindo a bordo para liderar os nossos esforços na Venezuela.

O seu trabalho crucial começará em breve. Amanhã, ele viajará comigo para o Conselho de Segurança da ONU, onde os Estados Unidos convocaram uma reunião, já tardia, para urgir as outras nações a apoiarem a transição democrática da Venezuela.

A longa carreira de Elliot em assuntos internacionais inclui um longo período como líder sênior nesta mesma organização. Durante a presidência de Reagan, ele serviu como secretário assistente de Estado para direitos humanos e assuntos humanitários bem como secretário assistente para assuntos interamericanos.

Durante a presidência de George W. Bush, ele serviu no Conselho de Segurança Nacional como diretor sênior para democracia, direitos humanos e assuntos internacionais; diretor sênior para assuntos Norte Africanos e do Oriente Próximo; e conselheiro adjunto de segurança nacional para a estratégia global de democracia.

A paixão de Elliot pelos direitos e pelas liberdades de todos os povos faz dele uma peça perfeita e um acréscimo valioso e oportuno.  Essa semana, o povo venezuelano rejeitou o governo ilegítimo do ex-presidente Maduro. Consistente com a constituição da Venezuela e com o apoio do povo venezuelano e da Assembleia Nacional, Juan Guaido declarou-se como o presidente interino da Venezuela.

Esse é apenas o primeiro passo* da Venezuela em direção à liberdade. Elliott será um verdadeiro trunfo para a nossa missão de ajudar o povo venezuelano a restabelecer completamente a democracia e a prosperidade em seu país.

Sobre essa questão e todas as outras, ele está ávido para avançar a agenda do presidente Trump e promover os ideais e interesses do povo americano.

E, agora, Elliott gostaria de pronunciar algumas palavras.

ABRAMS: Obrigado. Muito rapidamente, essa semana completa 30 anos que eu deixei esse prédio, a última vez que trabalhei aqui. Portanto, é muito bom estar de volta. Essa crise na Venezuela é profunda e difícil e perigosa, e mal posso esperar para trabalhar nela. Obrigado.

SECRETÁRIO POMPEO:  Obrigado.

PALLADINO: Ok, pessoal, temos tempo para uma ou duas perguntas. Nick Wadhams, Bloomberg, por favor.

PERGUNTA:  Sr. Secretário.

SECRETÁRIO POMPEO:  Sim, senhor.

PERGUNTA:  Você pode falar um pouco – em um pouco mais de detalhes sobre o que o Sr. Abrams fará, qual será sua primeira tarefa, qual será seu principal foco, ele viajará para a região?  E também, o senhor pode falar um pouco sobre – o que acontecerá com os ativos da Venezuela no exterior? Por exemplo, o ouro que a Venezuela tem no Banco da Inglaterra, o dinheiro que possui em contas no exterior – a expectativa é de que o presidente interino teria controle sobre esses fundos?

SECRETÁRIO POMPEO:  Bem, para a sua primeira pergunta, Elliott terá responsabilidades sobre todas os pontos relacionados aos nossos esforços de restabelecer a democracia na Venezuela. É um desafio global. Há múltiplas dimensões sobre como esperamos prestar assistência à Venezuela no alcance da democracia no país e ele será responsável por liderar esse esforço.

Temos uma equipe enorme aqui que realmente realizou um trabalho notável até agora para nos colocar no ponto em que nos encontramos hoje; e, certamente, fizeram isso ao longo dos meus oito meses, mas muito tempo antes disso. Estou incrivelmente orgulhoso do trabalho que a equipe do nosso Departamento de Estado realizou até o momento. Agora, Elliott irá liderar o nosso trabalho relacionado diretamente aos nossos esforços em nome do povo venezuelano.

Eu esperaria, no entanto, que sua primeira tarefa fosse se levantar e se apressar e, depois, viajar comigo para Nova York, amanhã de manhã, para a reunião do Conselho de Segurança da ONU.  E, depois disso, eu não poderia lhe dizer onde isso o levará. Não me surpreenderia se ele terminasse viajando para a região, mas o que – o caminho à nossa frente será guiado pelas demandas do povo venezuelano e pelas formas como podemos prestar assistência a eles no alcance do resultado que a América quer que eles atinjam.

PERGUNTA:  E sobre os ativos no exterior?

SECRETÁRIO POMPEO:  Sobre os ativos no exterior, nós teremos anúncios de outras partes, hoje mais tarde, falando sobre como prevemos que o presidente interino Juan Guaido terá os recursos de que precisa para impulsionar o governo da Venezuela.

PALLADINO: Vamos pegar uma pergunta da América do Sul, portanto NTN.  Gustau, por favor.

PERGUNTA:  NTN 24, Gustau Alegret. Entre os países que não reconheceram Juan Guaido como presidente estão o México e o Uruguai, e ambos os países ofereceram suas diplomacias para ajudar na crise.  Os EUA estão pensando em trabalhar com eles, ou os EUA estão pedindo a eles para reconhecerem Guaido?  Qual é a posição do Departamento de Estado em relação a esses dois países?

SECRETÁRIO POMPEO:  Bem, nós acreditamos que cada país deve reconhecer o líder constitucional da Venezuela e este, concluíram os Estados Unidos, é Juan Guaido, o presidente interino da Venezuela. Acreditamos que cada país deva reconhecer a constituição venezuelana, as demandas do povo venezuelano.

Portanto, seja o México ou o Uruguai ou qualquer outro país, esperamos trabalhar com eles para alcançarmos o caminho onde possamos ter finalmente uma eleição livre e justa na Venezuela, onde as vozes do povo venezuelano, sob o regime de Maduro, têm passado fome. Uma situação humanitária e médica enorme na Colômbia, mais de um milhão de refugiados fugiram dos horrores do regime de Maduro. Trabalharemos com todas as nações para tentar e alcançar esse resultado. Acreditamos que cada país deva tomar passos, a fim de alcançar isso, e não se aliar a esse cruel ditador na Venezuela que tem causado tanta devastação para o povo da Venezuela.

PALLADINO: Finalizemos, senhor?

SECRETÁRIO POMPEO:  Creio que mais uma.

PALLADINO: Passemos para Washington Post. Carol Morello.

PERGUNTA:  Sr. Secretário, acredito que muitas pessoas estejam preocupadas com os diplomatas que estão lá. O senhor poderia nos dizer o que o senhor está preparado para fazer amanhã, quando o prazo de 72 horas passar e eles – os venezuelanos cortarem a eletricidade e a água, talvez até cerquem o prédio, ou mesmo tentem entrar para retirar os diplomatas a força? O senhor poderia ser específico sobre o que está preparado para fazer no caso de qualquer um desses cenários? E como o senhor pode garantir às pessoas que elas estão protegidas?

SECRETÁRIO POMPEO:  Aprecio essa pergunta. Não há nenhuma atividade que tenha tomado mais o nosso tempo, nos últimos dias, do que a garantia da proteção de todas aquelas pessoas que estão sob a autoridade do nosso chefe de missão na Venezuela. Nós estamos trabalhando cuidadosamente para assegurar que essas pessoas estejam protegidas. Não há prioridade nais importante para o secretário de Estado, e digo mais, não há prioridade mais importante para o presidente dos Estados Unidos. Em alguma medida, nós temos discutido essa questão.

Com relação à forma como faremos isso, deixamos claro para todos que é nossa expectativa que os oficiais dos EUA que lá se encontram e que, agora, foram convidados pelo presidente interino Juan Guaido para lá permanecerem têm direitos, têm privilégios e imunidades que aumentam devido ao fato de terem sido convidados pelo líder da Venezuela, devidamente credenciado, e temos todas as expectativas de que esses direitos continuarão a ser protegidos.

Você teria visto hoje que ordenamos uma – ordenamos uma partida. Estamos começando a retirar a nossa equipe. Isso é consistente com o que o Departamento de Estado faz todos os dias.  O primeiro briefing que eu recebo todas as manhãs é sobre o mundo todo, cada missão, cada consulado, cada instalação onde nós temos funcionários; eu recebo um briefing sobre riscos e análise de riscos. Continuaremos a fazer isso na Venezuela. É literalmente 24 horas por dia e 7 dias por semana, um exercício de momento em momento para avaliar o risco corrido pelas pessoas que trabalham para mim no Departamento de Estado, e nós faremos a coisa certa. Nós garantiremos a proteção do nosso pessoal no terreno e tomaremos todas as medidas adequadas para assegurar que eles estejam protegidos.

Obrigado.

PERGUNTA:  E se não estiverem?

PALLADINO: Obrigado, senhores.

SECRETÁRIO POMPEO:  Obrigado a todos.

PALLADINO: Muito obrigado.

PERGUNTA:  A reunião de amanhã foi agendada no Conselho de Segurança?


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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