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DISCURSO SOBRE O ESTADO DA UNIÃO PROFERIDO PELO PRESIDENTE DONALD J. TRUMP NO CONGRESSO DOS ESTADOS UNIDOS

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Casa Branca
Escritório do Secretário de Imprensa
Washington, DC
5 de fevereiro de 2019

 

Trechos relacionados à política externa dos EUA

Senhora presidente da Câmara, senhor vice-presidente, membros do Congresso, primeira-dama dos Estados Unidos e meus concidadãos americanos:

Nos reunimos esta noite em um momento de potencial ilimitado. Com o começo de um novo Congresso, estou aqui pronto para trabalhar com vocês a fim de alcançar avanços históricos em prol de todos os americanos.

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Meu governo enviou ao Congresso uma proposta sensata para acabar com a crise na fronteira sul.

A proposta inclui assistência humanitária, aplicação mais rigorosa da lei, detecção de drogas em nossos portos, fechamento de brechas que permitem contrabando de crianças e planos para uma nova barreira física, ou muro, a fim de proteger as vastas áreas entre nossos portos de entrada.

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Para dar continuidade a nosso incrível sucesso econômico, uma prioridade é fundamental – reverter décadas de políticas comerciais calamitosas. Muito ruins.

Agora, estamos deixando claro para a China que, após anos alvejando nossas indústrias e roubando nossa propriedade intelectual, o saque a empregos e patrimônio dos americanos chegou ao fim.

Assim, recentemente impusemos tarifas de US$ 250 bilhões a produtos chineses – e agora nosso Tesouro está recebendo bilhões e bilhões de dólares. Mas eu não culpo a China por tirar proveito – eu culpo nossos líderes e representantes por permitir que essa injustiça aconteça. Tenho grande respeito pelo presidente Xi e agora estamos trabalhando em um novo acordo comercial com a China. Mas deve incluir mudanças estruturais reais para acabar com práticas comerciais desleais, reduzir nosso déficit comercial crônico e proteger os empregos dos americanos.

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Nosso novo Acordo EUA-México-Canadá – o USMCA – substituirá o Nafta e beneficiará os trabalhadores americanos, pois não são beneficiados há muito tempo. Espero que vocês possam transformar o USMCA em lei para que possamos trazer de volta nossos empregos do setor industrial em maiores números, expandir a agricultura americana, proteger a propriedade intelectual e garantir que mais carros sejam orgulhosamente marcados com quatro belas palavras: Fabricado nos Estados Unidos.

Hoje, eu também venho pedir que vocês aprovem a Lei de Comércio Recíproco dos Estados Unidos, de modo que, se outro país impuser uma tarifa injusta a um produto americano, poderemos impor exatamente a mesma tarifa sobre o mesmo produto que eles nos vendem.

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A parte final da minha agenda é proteger a segurança nacional dos EUA.

Nos últimos dois anos, começamos a reconstruir totalmente as Forças Armadas dos Estados Unidos – com US$ 700 bilhões no ano passado e US$ 716 bilhões este ano. Também estamos fazendo com que outras nações paguem a parte que lhes cabe. Durante anos, os Estados Unidos vêm sendo tratado injustamente por amigos, por membros da Otan – mas agora garantimos um aumento de US$ 100 bilhões em gastos com defesa dos aliados da Otan. Eles disseram que isso não poderia ser feito.

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Sob a regência do meu governo, jamais nos desculparemos por promover os interesses dos Estados Unidos.

Por exemplo, décadas atrás, os Estados Unidos firmaram um tratado com a Rússia [com a União Soviética] no qual concordamos em limitar e reduzir nossas capacidades de mísseis. Enquanto seguimos o acordo e as regras ao pé da letra, a Rússia violou repetidamente seus termos. Isso vem acontecendo há muitos anos. É por isso que anunciei que os Estados Unidos estão oficialmente se retirando do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário, ou Tratado INF. Realmente não temos escolha.

Talvez possamos negociar um acordo diferente, acrescentando a China e outros, ou talvez não seja possível – nesse caso, vamos gastar e inovar muito mais que todos os outros.

Como parte de uma diplomacia nova e ousada, continuamos nosso esforço histórico pela paz na Península Coreana. Nossos reféns voltaram para casa, os testes nucleares cessaram e não houve um lançamento de míssil em mais de 15 meses. Se eu não tivesse sido eleito presidente dos Estados Unidos, estaríamos agora, em minha opinião, em uma guerra acirrada com a Coreia do Norte. Ainda há muito trabalho a ser feito, mas meu relacionamento com Kim Jong Un é bom. O líder Kim e eu nos reuniremos novamente nos dias 27 e 28 de fevereiro no Vietnã.

Há duas semanas, os Estados Unidos reconheceram oficialmente o governo legítimo da Venezuela e seu novo presidente, Juan Guaidó.

Apoiamos o povo venezuelano em sua nobre busca pela liberdade – e condenamos a brutalidade do regime de Maduro, cujas políticas socialistas deixaram essa nação, outrora a mais rica da América do Sul, em um estado de extrema pobreza e desespero.

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Um dos mais complexos desafios que enfrentamos e temos enfrentado há muitos anos está no Oriente Médio.

Nossa abordagem é baseada em realismo de princípios – não em teorias desabonadas que falharam durante décadas em produzir progresso. Por essa razão, meu governo reconheceu a verdadeira capital de Israel – e orgulhosamente abriu a Embaixada Americana em Jerusalém.

Nossas tropas corajosas vem lutando no Oriente Médio há quase 19 anos. No Afeganistão e no Iraque, quase 7 mil heróis americanos deram suas vidas. Mais de 52 mil americanos foram gravemente feridos. Nós gastamos mais de US$ 7 trilhões lutando no Oriente Médio.

Como candidato a presidente, prometi uma nova abordagem em alto e bom som. Grandes nações não lutam guerras sem fim.

Quando assumi o cargo, o Estado Islâmico controlava mais de 20 mil milhas quadradas [32 mil quilômetros quadrados] no Iraque e na Síria. Há apenas dois anos. Hoje, liberamos praticamente todo esse território das garras desses monstros sanguinários.

Agora, enquanto trabalhamos com nossos aliados para destruir os remanescentes do Estado Islâmico, é hora de oferecer nossas calorosas boas-vindas a nossos bravos guerreiros na Síria.

Também acelerei nossas negociações para alcançar, se possível, um acordo político no Afeganistão. O outro lado também está muito satisfeito por estar negociando. Nossas tropas lutaram com bravura incomparável – e graças a sua bravura, podemos agora buscar uma possível solução política para esse longo e sangrento conflito.

No Afeganistão, meu governo está mantendo conversas construtivas com vários grupos afegãos, incluindo o Talibã. À medida que progredirmos nessas negociações, poderemos reduzir a presença de nossas tropas e nos concentrar na luta contra o terrorismo e, de fato, nos concentraremos no combate ao terrorismo. Não sabemos se chegaremos a um acordo – mas sabemos que, após duas décadas de guerra, chegou a hora de pelo menos tentar a paz. E o outro lado gostaria de fazer a mesma coisa.

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Meu governo tem agido de forma decisiva para enfrentar o principal Estado patrocinador do terror do mundo: o regime radical do Irã. É um regime radical. Eles fazem coisas muito, muito ruins.

Para garantir que essa ditadura corrupta nunca adquira armas nucleares, retirei os Estados Unidos do desastroso acordo nuclear com o Irã. E no quarto trimestre do ano passado, colocamos em prática as mais duras sanções já impostas por nós a um país.

Não vamos fechar os olhos para um regime que clama a morte para os Estados Unidos e ameaça o genocídio contra o povo judeu. Nunca devemos ignorar o vil veneno do antissemitismo ou daqueles que espalham seu credo venenoso. Com uma só voz, devemos combater esse ódio em qualquer lugar que ocorra.

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Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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