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Secretário de Estado Michael R. Pompeo Na Cerimônia de Premiação do Prêmio Internacional Mulheres de Coragem (IWOC)

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Departamento de Estados dos Estados Unidos
Gabinete da Porta-Voz
Para Divulgação Imediata                                                                       
7 de março de 2019

 

SECRETÁRIO POMPEO:  Obrigado. Obrigado, Pam. E bom dia a todos. É realmente uma honra ser o anfitrião pela primeira vez deste Prêmio Internacional Mulheres de Coragem, e fico feliz que todos vocês estejam aqui para celebrar este incrível grupo de homenageadas.

No ano passado, por volta dessa época, dezenas de mulheres em todo o Irã foram às ruas para protestar contra a lei que exigia que elas usassem o hijab em público em todos os momentos. Em um exercício de liberdade, essas mulheres corajosas removeram seus hijabs na frente das câmeras, seus rostos claramente visíveis. Elas fizeram isso sabendo da brutalidade de seus líderes. E claro, um ano atrás, no Dia Internacional da Mulher, que é celebrado amanhã, a polícia estadual protestou. Muitas mulheres foram presas. Alguns enfrentaram torturas e espancamentos na cadeia. Pelo menos uma foi condenada a 20 anos atrás das grades e outras foram forçadas a fugir para o exterior. A situação dessas mulheres iranianas é apenas um exemplo do perigo que muitas mulheres enfrentam e da coragem que tantas vezes foi demonstrada diante deste perigo.

Estamos aqui hoje para homenagear mulheres de coragem de todo o mundo que seguem de pé diante de adversidades extraordinárias. As homenageadas deste ano incluem uma investigadora antiterrorista do Djibuti que separou numerosos terroristas al-Shabaab; uma advogada Rohingya de Bangladesh que luta contra o tráfico de mulheres e meninas Rohingya; uma jornalista investigativa de Montenegro, que expõe a corrupção e o crime organizado e foi atacada várias vezes, mas continua fazendo seu trabalho; uma advogada da Tanzânia que luta pelos direitos humanos de mulheres e meninas e defende que mais mulheres se candidatem a cargos públicos; uma freira da Irlanda que ajudou a criar um internato feminino no Sudão do Sul e se tornou uma luz no fim do túnel para meninas que, de outra forma, poderiam ser impedidas de estudar e forçadas a se casar cedo; uma chefe do departamento de polícia feminino na Jordânia que foi reconhecida por seu trabalho com vítimas de violência doméstica e abuso sexual; uma líder de uma ONG nacional no Egito que atende as favelas urbanas e vilarejos rurais mais pobres; uma ativista na Birmânia que trabalhou toda a sua vida para apoiar comunidades étnicas deslocadas pelas décadas de guerra civil; uma mulher que luta contra a exploração infantil no Sri Lanka, oferecendo serviços jurídicos pro bono a crianças vítimas de crimes; e, finalmente, a coordenadora nacional do Peru para promotores públicos ambientais, que luta contra empresas criminosas multibilionárias que alimentam a corrupção, o tráfico de pessoas e a destruição de recursos naturais na Amazônia.

Por favor, me acompanhem novamente com uma salva de palmas. (Aplausos.)

Também é importante fazermos uma pausa para reconhecer e homenagear as mulheres que pagaram o preço final por seus esforços corajosos, mulheres como Kateryna Handziuk, da Ucrânia, que dedicou sua carreira jornalística à descoberta e à denúncia de corrupção. Mesmo depois de um ataque brutal de ácido, que a matou três meses depois, Kateryna se recusou a ser silenciada. De seu leito no hospital, ela exigiu justiça, dando um exemplo poderoso para seus concidadãos.

Aqui no Departamento de Estado, histórias como essas nos motivam e inspiram. Nossos colegas do Escritório de Questões Globais da Mulher trabalham para integrar o empoderamento das mulheres em nossa política externa, e nosso Escritório de Assuntos Educacionais e Culturais auxilia na pressão por uma educação inclusiva e de qualidade para meninas e mulheres em todo o mundo. E na USAID, estamos trabalhando em um novo plano com o objetivo de capacitar pelo menos 50 milhões de mulheres nos países em desenvolvimento. O plano é chamado de Iniciativa de Desenvolvimento Global e Prosperidade das Mulheres. Estamos muito orgulhosos desses esforços aqui no Departamento de Estado, mas reconhecemos que ainda há muito trabalho adiante para garantir que a participação das mulheres exista em todos os espaços da vida pública e em todo o mundo.

Mulheres de coragem existem em todos os lugares. A maioria nunca será homenageada. Elas enfrentam desafios diferentes, mas desafios que ainda importam. Eu pessoalmente, claro, tive essa experiência também. Testemunhei o trabalho de mulheres durante meu tempo no exército e fui inspirado por elas em minha vida pessoal. Minha mãe também era uma mulher de coragem. Ela nasceu na zona rural do Kansas. Ela ajudou a pagar as despesas enquanto criava três filhos. Ela nunca conseguiu chegar à faculdade, mas garantiu que cada um de nós tivesse grandes oportunidades. Todos vocês conhecem mulheres assim. Elas são fortes. Ela se dedicou a oferecer oportunidades para mim e meus irmãos, e nós não apreciamos os sacrifícios que ela fez. E ela também me criou para ser muito inteligente; e assim eu conheci outra mulher corajosa, Susan, minha esposa, que está aqui comigo hoje. (Risos e aplausos.)

Nós todos sabemos – eu sei – por experiência de vida que as mulheres de coragem existem em todos os lugares e são necessárias em todos os lugares. Esse é um motivo pelo qual eu nomeei mulheres para dezenas de cargos de liderança sênior aqui no local onde tenho o privilégio de trabalhar. De subsecretárias a secretárias-assistentes e diplomatas, sabemos que não podemos ter sucesso sem capacitar mulheres em todo o mundo, e isso significa que precisamos ter certeza de que temos mulheres capacitadas em nosso departamento em todo o mundo.

E agora é uma honra receber hoje a nossa distinta palestrante convidada, uma mulher de incrível poder e coragem, uma mulher que tem sido uma defensora poderosa por si mesma. Desde que se tornou primeira-dama, ela tem sido cada vez mais franca contra a escravização do tráfico de seres humanos e abuso sexual de mulheres e meninas em todo o mundo. Eu sei que ela continuará a ser uma líder influente, uma voz influente que inspira futuras mulheres líderes como ela em todo o mundo. Por favor, junte-se a mim para receber a primeira-dama dos Estados Unidos da América, Melania Trump. (Aplausos.)


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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