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Observações do vice-presidente Pence na coletiva de imprensa do SOUTHCOM | Miami, FL

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A Casa Branca
Observações
18 de junho de 2019
USNS Comfort
Miami, Florida


12:52 P.M. EDT

O VICE-PRESIDENTE:  Obrigado, Almirante Faller. Obrigado pela introdução. E obrigado pela sua longa, longa carreira de serviço e liderança na Marinha dos Estados Unidos. Juntem-se a mim para agradecer ao comandante do SOUTHCOM.  (Aplausos.)

E ao coronel Azubuike, e para todos os homens e mulheres aqui no SOUTHCOM, obrigado por organizar este evento importante na vida de nossa nação e na vida deste hemisfério.

Ao secretário Azar, ao prefeito Suarez, e ao embaixador Vecchio, e especialmente a todos os membros amantes da liberdade da comunidade venezuelana aqui nos Estados Unidos da América, é uma honra estar com todos vocês.  (Aplausos.)

Ao capitão Diebold, ao capitão Buckley e ao corpo de oficiais e tripulação que literalmente embarcarão em uma missão de salvamento. É um privilégio estar aqui no porto de Miami para a partida do USNS Comfort, que leva a compaixão do povo americano para aqueles que sofrem aqui em nosso hemisfério e em todo o mundo. Uma saudação para a tripulação do Comfort.  (Aplausos.)

E permitam-me trazer as saudações, mas também a gratidão, de seu comandante-chefe e um grande defensor da liberdade, não apenas neste país, mas, como ele diz, em todo este hemisfério de liberdade.  Trago saudações do 45º presidente dos Estados Unidos da América, o presidente Donald Trump.  (Aplausos.)

Estamos reunidos aqui hoje porque, quando o USNS Comfort partir amanhã, ela não estará embarcando em uma missão comum. Sua partida deste lugar será a sua segunda implantação na América Latina nos últimos seis meses. E queremos expressar nosso grande apreço aos incríveis homens e mulheres que estão servindo a bordo.

Durante próximos cinco meses, a tripulação do USNS Comfort dará continuidade ao esforço dos EUA para levar assistência médica desesperadamente necessária aos necessitados, especialmente aos homens, mulheres e crianças que estão sofrendo com a crise sem precedentes e a opressão na Venezuela.

Amanhã, a generosidade, compaixão e carinho do povo dos EUA pelas pessoas sofridas na Venezuela navegarão novamente a bordo do USNS Comfort. Estamos juntos com nossos vizinhos e permaneceremos ao seu lado com força e carinho. (Aplausos.)

É digno pensar que, durante seis longos anos, o povo da Venezuela tem sofrido sob a pesada mão da opressão. As políticas de Nicolás Maduro e seu regime socialista reduziram a economia da Venezuela quase pela metade. No que já foi um dos países mais ricos do nosso hemisfério, hoje 9 em cada 10 pessoas vivem na pobreza.

O venezuelano comum perdeu mais de 20 libras devido a privação e desnutrição. Milhares de crianças venezuelanas estão morrendo de fome, e muitos morrem por falta de cuidados médicos básicos. Neste exato momento, me entristece dizer que crianças estão morrendo em hospitais em toda a Venezuela.

Sob o regime de Maduro, crime, violência e desordem se espalharam como um vírus. Gangues cruéis e os notórios colectivos transformaram as ruas, literalmente, em zonas de guerra. A Venezuela agora tem a maior taxa de homicídios do mundo, onde mais de 70 pessoas são assassinadas todos os dias.

Como disse o embaixador Vecchio, “isso tem de acabar”.  Nicolás Maduro é um ditador sem direito legítimo ao poder. E Nicolás Maduro tem de sair.  (Aplausos.)

Mas os esforços dos EUA na região, as sanções econômicas que impusemos e a compaixão que navegou e navegará novamente abordo do USNS Comfort refletem nossa profunda preocupação com nossos vizinhos na Venezuela. Mas a verdade é que o regime de Maduro não é apenas uma ameaça ao povo da Venezuela, é uma ameaça à paz e à segurança em todo o nosso hemisfério.

O crescente desespero na Venezuela tem alimentado um êxodo em massa, como literalmente nunca vimos antes no hemisfério ocidental. Enquanto estou aqui diante de vocês hoje, mais de 4 milhões venezuelanos abandonaram sua pátria, incluindo mais de 1 milhão apenas nos últimos sete meses, fugindo da privação e fugindo da opressão.

Hoje, mais de 1,3 milhões de venezuelanos estão abrigando na Colômbia. Quase 750 mil pessoas buscaram refúgio no Peru e 260 mil fugiram para o Equador. E centenas de milhares estão espalhados por toda a América Latina.

Quando a Karen e eu viajamos pela região, nós passamos algum tempo em abrigos com famílias com crianças pequenas que haviam fugido da opressão e privação. E nunca vamos nos esquecer disso.

Conversamos com uma avó que nos disse que seus netos, na pequena cidade em que viviam no oeste da Venezuela, que as crianças eram obrigadas a acordar às quatro da manhã para conseguir um único bilhete para comprar um pedaço de pão às quatro horas da tarde.

Lembro-me de conversar com um pai que havia se refugiado em uma cidade fronteiriça no Brasil, e ele me disse, enquanto seus dois filhos estavam ao lado dele olhando para cima, ele disse: “é uma coisa muito difícil voltar para casa depois de um longo dia e dizer aos seus filhos ‘nós não vamos comer hoje’”. E quando o pai deles disse isso, os dois garotinhos abaixaram as cabeças pela dura lembrança dos dias que viveram.

Tenho orgulho de informar que, sob a liderança do presidente Trump, os Estados Unidos tomaram medidas. Posicionamos mais de 500 toneladas de alimentos e mantimentos humanitários na fronteira venezuelana para ajudar a enfrentar essa crise. Fornecemos quase US$ 260 milhões em ajuda para as nações que estão dando apoio aos venezuelanos deslocados.

E, francamente, muitas das famílias venezuelanas precisam de mais do que apenas comida, precisam de cuidados médicos. E em muitos casos, as nações anfitriãs não conseguem atender às suas necessidades.

É por isso que, por determinação do presidente Trump, anunciamos no mês passado que o USNS Comfort será novamente destacado para a região da América Latina para ajudar o sofrido povo da Venezuela. (Aplausos.)

Nos próximos meses, o USNS Comfort fará 14 escalas em 13 nações parceiras, prestando atendimento médico àqueles que estão sofrendo e, especialmente, às pessoas deslocadas da Venezuela.

O USNS Comfort tem uma das maiores unidades de trauma na Marinha dos Estados Unidos: dezenas de aparelhos de raios-X, unidade de tomografia computadorizada e farmácia. Karen e eu acabamos conhecer o navio e ficamos maravilhados com suas instalações e o que proporcionará para a região em termos de recursos médicos.

E cerca de mil extraordinários e dedicados homens e mulheres das forças armadas, e profissionais e particulares, serão implantados a bordo deste navio amanhã. Muitos deles servirão como profissionais médicos na Marinha, mas também incluem o Exército dos Estados Unidos, a Força Aérea, representantes de universidades americanas e várias organizações não-governamentais.

E enquanto esta missão será chefiada pelos Estados Unidos da América, estamos orgulhosos de informar o apoio de amigos em todo o hemisfério, na missão do Comfort: a tripulação do Comfort inclui profissionais do Canadá, México, Peru, Brasil, Argentina e Costa Rica. E agradecemos a sua parceria e compaixão. (Aplausos.)

Mas deixe-me dizer a todos aqueles que estarão servindo a bordo do USNS Comfort nos próximos, em nome do seu comandante-chefe: você está embarcando em uma missão vital, e estamos gratos por seu serviço.

Você está cumprindo a “promessa duradoura” desta nação, a missão do SOUTHCOM, de melhorar a saúde pública, reforçar a segurança e aumentar a prosperidade em todo esse hemisfério de liberdade. E você está fazendo isso em um momento de grande pressão e grande desafio não apenas para o povo da Venezuela, mas para o que está acontecendo na Venezuela.  Você está fazendo isso em um momento de grande responsabilidade para muitos de nossos vizinhos, pessoas que amam a liberdade em toda a América Latina.

Aos nossos parceiros neste hemisfério, agradecemos por se unirem a nós para ajudar os necessitados. A todas as pessoas, a todo o povo da Venezuela e aqueles que chamam a Venezuela de seu lar, saibam: sob o comando do presidente Donald Trump, nós continuaremos firmes até que a liberdade e a democracia e o estado de direito estejam restaurados.  (Aplausos.)

Como afirmamos antes, afirmamos novamente: estamos con ustedes.  (Aplausos.)  Nós estamos com vocês e ficaremos com vocês até que seja restaurada a sua libertad.

Obrigado a todos por estarem aqui para esta ocasião memorável. É uma lição de humildade para mim pensar naqueles que embarcarão nesta missão de cinco meses de compaixão.

O regime de Maduro muitas vezes tenta culpar os outros pela opressão que infligiram ao seu próprio povo. Hoje, o mundo, mais uma vez, verá que, mesmo quando os EUA defendem a liberdade com firmeza, estendemos a mão da compaixão e cuidado aos nossos vizinhos. E essa compaixão e cuidado navegarão a bordo do USNS Comfort.

Portanto, Deus abençoe o USNS Comfort e que bons ventos te levem a bom porto. Deus abençoe o povo da Venezuela.  (Aplausos.) E que Deus abençoe a América.  (Aplausos.)

CORONEL AZUBUIKE: Vamos agora abrir para algumas perguntas da mídia.

Primeira pergunta aqui.

P    Vice-presidente, Willard Shepard com a NBC aqui em Miami.

O VICE-PRESIDENTE:  Sim, senhor.

P    Obviamente, este navio proporcionará grande conforto para as pessoas lá. E temos muitas pessoas aqui hoje que têm entes queridos na Venezuela.

Em termos do aspecto administrativo, e você falou sobre a ajuda que está nas fronteiras, Peru tomou uma medida outro dia ao exigir passaportes e vistos, que basicamente é impossível para os venezuelanos conseguir. O que está sendo feito sob o comando do Almirante e também com o [Departamento de] Estado para tentar lidar com isso administrativamente para que as pessoas possam obter a ajuda?

O VICE-PRESIDENTE:  Certo. Bem, deixe-me dizer que temos trabalhado em estreita colaboração com todos os nossos aliados na região para disponibilizar a ajuda que foi posicionada na fronteira da Venezuela. Mas o mundo viu apenas alguns meses atrás, quando o presidente interino Juan Guaidó fez um esforço para trazer ajuda para a Venezuela, que, literalmente, o ditador, Maduro, dançou enquanto alimentos e medicamentos queimavam na ponte vindos da Colômbia.

Eu quero lhe assegurar, e eu posso pedir ao secretário para se esforçar mais, que nós vamos, nós continuaremos a posicionar suprimentos médicos e alimentos na fronteira. Continuamos a trabalhar em estreita colaboração com nossos aliados para facilitar o acesso dos venezuelanos a essa ajuda.

Mas, mais importante, nós também vamos manter nosso apoio ao único legítimo presidente da Venezuela, o presidente interino Juan Guaidó. (aplausos) E permaneceremos ao seu lado enquanto ele busca formas para levar essa ajuda para a Venezuela.

SECRETÁRIO AZAR:  Eu apenas gostaria de comentar que não deixem ninguém culpar o governo do Peru.  Eles têm sido incrivelmente generosos ao receber, como disse o vice-presidente, mais de 700 mil refugiados do ilegítimo e corrupto do regime de Maduro.

Imaginem só. Imaginem, em Lima, um sistema já estressado e sobrecarregado em termos de prestação de serviços de saúde ao seu próprio povo; 700 mil pessoas a mais fluindo para quatro hospitais públicos.  Imaginem esse estresse nesse sistema.

Portanto, vamos agradecer ao Peru pelo que eles estão fazendo. E estamos gratos que o USNS Comfort será capaz de fornecer apoio extra para o atendimento de peruanos, colombianos, equatorianos e outros, bem como os refugiados da Venezuela. E os Estados Unidos estão trabalhando para ajudar a unir os nossos parceiros do hemisfério ocidental.

Uma das medidas que estamos tomando é ajudar o fluxo dos refugiados venezuelanos pela América do Sul. Por exemplo, os cartões de vacinação universais para que, quando os indivíduos saírem da Venezuela, e vão para a Colômbia ou para o Brasil, eles podem ser vacinados.  Porque, lembrem-se, o regime de Maduro e antes o regime de Chávez, por muitas gerações, não vacinaram seu povo.  Portanto, o sarampo está se tornando endêmico. Sarampo, difteria, malária agora estão sendo propagadas por pessoas que não receberam cuidados primários de saúde pública há décadas.

E é isso que esses países vizinhos estão tentando fazer. Por isso, elogiamos a generosidade. Nós elogiamos a receptividade de todos esses países vizinhos que estão tentando lidar com a maior crise de refugiados na história do hemisfério ocidental.

O VICE-PRESIDENTE:  Excelente.

CORONEL AZUBUIKE:  Próxima pergunta.

P    Sou David Rodríguez do Telemundo 51, aqui em Miami.  Boa tarde, vice-presidente Pence.  Bem-vindo a Miami.

O VICE-PRESIDENTE:  Obrigado.

P    Bienvenido.  Minha pergunta é: quando o Estatuto de Proteção Temporária (TPS) será realidade para os venezuelanos aqui nos Estados Unidos?

O VICE-PRESIDENTE:  Eu sei — bem, o que eu posso [dizer] é que nós tivemos discussões na Casa Branca sobre o Estatuto de Proteção Temporária. O objetivo do nosso governo é ver a democracia e o estado de direito restaurados na Venezuela para que os venezuelanos possam voltar para casa — (aplausos) — para uma nação livre.

Digo que temos trabalhado com membros do Congresso. Quero saudar o senador Rick Scott e o senador Marco Rubio por seus esforços a este respeito. E estamos abordando isso por meio de questões relacionadas à administração e aplicação.

Mas, novamente, queremos ser muito claros: o objetivo dos Estados Unidos da América é continuar a convidar a comunidade mundial inteira para se juntar às mais de 50 nações que reconhecem o governo do presidente interino Juan Guaidó para tornar possível a restauração da democracia.

Mas deixe-me ser claro: é a posição dos Estados Unidos da América e nossos aliados que, para que a democracia seja restaurada, Nicolás Maduro tem que sair.  E uma vez que ele tenha partido, pode haver um caminho para eleições livres e justas.  (Aplausos.)

P    Boa tarde, senhor vice-presidente.  Facções internas na Venezuela estão sinalizando Juan Guaidó como um culpado pela falta de intervenção militar decisiva dos Estados Unidos na Venezuela.  Isso se deve porque ele não pediu uma intervenção militar liderada pelos EUA para derrotar Nicolás Maduro?  Ou os EUA consideram que talvez não seja o momento certo para tal intervenção?  Muito Obrigado.

O VICE-PRESIDENTE:  Os Estados Unidos da América tem orgulho de ser a primeira nação na terra a reconhecer Juan Guaidó como o legítimo presidente da Venezuela.  Como eu disse, mais de 50 nações seguiram.  Nos últimos dois anos, nós exercemos uma pressão econômica e diplomática sem precedentes sob o regime de Maduro, e continuamos a exercer pressão sobre nações que estão apoiando esse regime.  E vamos continuar fazendo isso.

Dito isso, o presidente Trump foi claro desde o início que todas as opções estão em cima da mesa.  Mas posso lhes afirmar, tendo passado algum tempo com o presidente Guaidó, um jovem corajoso e a sua corajosa jovem esposa, Fabiana, tendo-os visto na minha visita à Colômbia, com os venezuelanos que foram deslocados pela opressão do regime de Maduro, eu vi em primeira mão a conexão que o presidente Guaidó tem com o seu povo, a esperança que ele inspirou, as multidões que continuam a sair e a tomar as ruas.

E apesar da brutalidade do regime de Maduro e dos seus colectivos, e da violência que eles exercem contra aqueles que se opõem a eles, ainda assim, o povo vem. E nós continuaremos ao lado do presidente Guaidó e da Constituição Bolivariana da Venezuela. Esse é o nosso compromisso. É a nossa lealdade.

Mas posso assegurar que os Estados Unidos da América respeitam a soberania do presidente devidamente eleito, dos representantes devidamente eleitos pelo povo da Venezuela. Isso continuará a orientar a nossa abordagem.

Mas nós acompanhamos suas inciativas, mesmo enquanto asseguramos que cuidamos de nossos interesses nacionais na região. Mas o regime de Maduro pode ter a certeza de que vamos continuar firmes. E realmente acreditamos que, como disse Simón Bolívar há muito, muito tempo, que um povo que deseja a liberdade, no final, será livre. E o presidente Trump, o nosso governo e o povo dos EUA sabem, no fundo do coração, que em breve, a Venezuela será livre.  (Aplausos.)

P    Olá, Saira Anwer, WPLG Local 10.  Senhor vice-presidente, você tocou nesse assunto mais cedo falando com, sobre outras nações.  Nós vimos algumas novas restrições de viagem para Cuba por causa de seu suposto envolvimento na Venezuela.  Que tipo de medidas adicionais podemos esperar do governo em relação a Cuba?

O VICE-PRESIDENTE:  Bem, exercendo a autoridade conferida ao presidente pela Lei Helms-Burton, recentemente tomamos medidas em relação ao investimento estrangeiro em Cuba. E deixamos muito claro que Cuba e outras nações estrangeiras que estão no caminho da liberdade que está a ser restaurada na Venezuela precisam se afastar.

A verdade é que, de acordo com muitos observadores, o regime de Maduro tem o apoio da polícia secreta e pessoal militar de Cuba, mesmo enquanto falamos.  E é a razão pela qual o presidente Trump tomou a medida que ele tomou contra Cuba.

Continuamos a defender a liberdade em Cuba, mas a nossa mensagem hoje é que o poder externo que está afetando o destino da Venezuela hoje não é os Estados Unidos, é Cuba. E Cuba deve sair da Venezuela e permitir que o povo da Venezuela restaure sua liberdade, sua democracia e o estado de direito. E os Estados Unidos vão continuar a exercer pressão diplomática e econômica sobre Cuba até que o façam.  (Aplausos.)

P    Boa tarde, vice-presidente Mike Pence.  Meu nome é (inaudível) Paula Tenreiro (ph).  Eu sei que todos somos (inaudíveis), e, como um filho de Deus, a palavra de Deus em Tiago 4:17, “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado”. Qual é a resposta que temos como filho de Deus para responder a Deus que temos de intervir militarmente na Venezuela?

O VICE-PRESIDENTE:  Bem, eu amo esse verso. O bem que podemos fazer, em muitos aspectos, estamos fazendo: os Estados Unidos estão movimentando centenas de milhões de dólares, dezenas de milhares de quilos de alimentos e material médico para as fronteiras da Venezuela; a pressão econômica e diplomática que o presidente Trump exerce sobre o regime de Maduro, continuando a isolá-los da comunidade mundial.

Eu me reuni, esta semana, com o vice-primeiro-ministro da Itália. Primeiro, falamos sobre a Venezuela. E chegou a hora de a comunidade Europeia defender a liberdade neste hemisfério e apoiar o povo da Venezuela com firmeza.

O USNS Comfort, destacado pela segunda vez para a América Latina e esta região, mostra a compaixão e o carinho do povo dos EUA. Mas deixe-me ser claro: os Estados Unidos continuarão ao lado do povo da Venezuela até que a liberdade e a democracia sejam restauradas. Eu lhes prometo.  (Aplausos.)

Obrigado a todos.  E Deus te abençoe.  (Aplausos.)

FIM

1:18 P.M. EDT


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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