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Os Estados Unidos impõem sanções contra autoridades da Direção Geral de Contrainteligência Militar da Venezuela vinculadas a Maduro

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Comunicado de Imprensa
Gabinete da porta-voz
19 de julho de 2019

 

No dia 19 de julho, os Estados Unidos sancionaram quatro autoridades governamentais da Direção Geral de Contrainteligência Militar, conhecida como DGCIM, vinculadas a Maduro, nos termos da Ordem Executiva (OE)  13692, conforme emendada, por serem ou terem sido autoridades vinculadas a Maduro. São eles: o General-de-Divisão Rafael Ramon Blanco Marrero, o Coronel Hannover Esteban Guerrero Mijare, o Major Alexandre Enrique Granko Arteaga e o Coronel Rafael Antonio Franco Quintero.

Nicolas Maduro e seus colaboradores continuam envolvidos em abusos contra os direitos humanos, e na promoção daqueles que executam tais abusos, apesar das constatações e recomendações do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) no relatório publicado no dia 5 de julho.  Por exemplo, Blanco foi promovido à patente de general-de-divisão apenas cinco dias depois das alegações de tortura e assassinato do Capitão Acosta, da Marinha Venezuelana, que se encontrava na custódia das forças de segurança de Maduro.

De forma similar ao relatório do ACNUDH, a Human Rights Watch e a ONG Foro Penal relataram, em janeiro, a utilização de asfixia, choques elétricos, privação de alimentos, e ameaças de morte contra soldados acusados de conspirarem contra Maduro.  Além disso, na semana passada, foi relatado que dez prisioneiras, que se encontravam na custódia da DGCIM, foram retiradas de suas celas e transferidas para local desconhecido.  A localização delas permanece desconhecida.

Enquanto isso, 107 oficiais militares foram listados pelo Foro Penal como prisioneiros políticos do antigo regime de Maduro.

Os venezuelanos merecem um governo que honre e respeite seus militares e forças de segurança, e que os capacite a defender a constituição.

Os Estados Unidos continuarão apoiando o Presidente Interino Juan Guaidó e a Assembleia Nacional até que todo o povo da Venezuela seja libertado da repressão, e a democracia seja restaurada.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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