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Os Estados Unidos Permanecem Comprometidos em Apoiar o povo da Venezuela

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Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional
Para divulgação imediata
5 de agosto de 2019
Folha Informativa
Gabinete da assessoria de imprensa
Telefone: +1.202.712.4320 | E-mail: [email protected]

 

UMA CRISE HUMANITÁRIA FORA DE CONTROLE: Enquanto o antigo regime ilegítimo de Maduro continua a negar a dimensão da crise – assim como o seu papel em provocá-la – organizações internacionais independentes relatam implicações graves e irrefutáveis de dentro da Venezuela. 

  • O Relatório de direitos humanos das Nações Unidas (ONU) de julho de 2019 confirma que Nicolás Maduro e seus comparsas estão cometendo graves violações dos direitos humanos do povo venezuelano e privando-os de seus direitos básicos e do acesso à alimentação e à saúde.
  • Quase 90% dos hospitais na Venezuela reportaram escassez de medicamentos e fornecimentos precários de água na Pesquisa hospitalar nacional de 2019, que constatou que entre novembro de 2018 e fevereiro de 2019, mais de 1.500 pessoas morreram devido à falta de suprimentos em hospitais.
  • Em junho de 2019, a Organização Pan-americana da Saúde (OPAS) relatou que surtos de doenças infecciosas – incluindo doenças anteriormente contidas, como difteria, sarampo e malária – estão se espalhando rapidamente por toda a Venezuela. De acordo com a OPAS, aproximadamente 177.000 casos de malária foram registrados na Venezuela entre 1º de janeiro e 25 de maio de 2019, um aumento de 10% em comparação com o mesmo período de 2018.
  • Esta crescente crise de saúde não está confinada dentro das fronteiras da Venezuela. A OPAS registrou mais de 1.700 casos de sarampo em toda a região até agora em 2019, e continua a relatar novos casos em países vizinhos. Entre 17 de maio e 18 de junho de 2019, a OPAS registrou quase 130 casos de sarampo na Venezuela, aproximadamente 50 casos no Brasil, e cerca de 20 casos na Colômbia.
  • A situação da segurança alimentar na Venezuela é igualmente grave. O Estado da segurança alimentar e nutricional 2019 da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação relatou que um em cada cinco venezuelanos sofria de desnutrição em 2018, mais de quatro vezes o número de pessoas que sofriam fome em 2014.
  • Em abril de 2019, a Escola de Saúde Pública da John Hopkins e Human Rights Watch  relataram em conjunto que “a fome, a desnutrição e a escassez grave de alimentos são generalizadas” em toda a Venezuela e concluíram que “as autoridades venezuelanas durante a presidência de Nicolás Maduro provaram ser incapazes de conter a crise e, de fato, a exacerbaram por meio de seus esforços para abafar informações sobre a escala e a urgência dos problemas.” 
  • Os venezuelanos continuam a fugir em números assustadores da crise incitada pelo regime de seu país e estão chegando a países vizinhos em condições cada vez mais vulneráveis. Em junho de 2019, a Agencia da ONU para Refugiados relatou que mais de quatro milhões de venezuelanos fugiram de seu país nos últimos anos, incluindo um milhão de pessoas desde novembro de 2018, o que faz dos venezuelanos uma das maiores populações deslocadas do mundo.

A INFRAESTRUTURA ENTRA EM COLAPSO ENQUANTO O REGIME CORRUPTO E NEGLIGENTE DE MADURO EXPLORA A CRISE: A corrupção e a má administração do regime de Maduro levaram à ruína dos serviços sociais venezuelanos e à desestruturação da infraestrutura pública, que contribuem para o agravamento da crise humanitária.

  • Em julho, a Venezuela sofreu o terceiro blecaute nacional desde março de 2019, causado por anos de falta de investimento e negligência da rede elétrica do país. Esses apagões contínuos paralisam comunidades já debilitadas, minam a capacidade dos poucos hospitais ainda em funcionamento de fornecer até mesmo cuidados médicos básicos e ameaçam ainda mais o suprimento alimentar do país, bem como a segurança e o bem-estar do povo da Venezuela.
  • Enquanto o povo da Venezuela sofre, Maduro e seus comparsas encontraram formas de lucrar pessoalmente com essa crise. Em apenas um exemplo, o presidente Nicolás Maduro e seu regime orquestraram uma vasta rede de corrupção que lhes permitiu roubar centenas de milhões de dólares de um programa de distribuição de alimentos do qual muitos venezuelanos dependem para alimentar suas famílias.
  • No entanto, mesmo enquanto pessoas morrem porque os hospitais estão ficando sem remédios e famílias em toda o país ficam sem água, eletricidade ou comida suficiente, o regime ilegítimo de Maduro continua negando a dimensão da crise e impedindo que a comunidade humanitária opere de forma independente e na escala necessária para atender às enormes necessidades criadas por esta crise provocada pelo homem. 

APOIANDO UMA RESPOSTA REGIONAL PARA ESTA CRISE: Os Estados Unidos estão apoiando nossos parceiros hemisféricos para atender às necessidades dos venezuelanos que fugiram para a região e estão prontos para prestar assistência dentro da Venezuela.

  • O presidente interino Juan Guaidó e a Assembleia Nacional da Venezuela enfatizaram a necessidade de assistência humanitária internacional imediata. Em resposta, os Estados Unidos continuam prontos a apoiar organizações humanitárias independentes e imparciais para fornecer assistência em toda a Venezuela, conforme as condições e o acesso seguro às pessoas necessitadas permitam.
  • Os Estados Unidos também continuam a apoiar a resposta à crise venezuelana em toda a América Latina e Caribe. Desde o ano fiscal de 2017, os EUA forneceram mais de US$ 256 milhões – incluindo mais de US$ 213 milhões em assistência humanitária e aproximadamente US$ 43 milhões em assistência econômica e ao desenvolvimento. Esta ajuda chega a centenas de milhares de pessoas afetadas por essa crise com assistência urgente e para construir a capacidade de longo prazo dos países vizinhos de receber venezuelanos.
  • Os Estados Unidos estão fornecendo assistência humanitária e apoio a venezuelanos vulneráveis ​​em 16 países da região. Em particular, os Estados Unidos financiam agências da ONU e organizações não-governamentais para fornecer assistência imediata e fundamental à sobrevivência, como alimentos, assistência médica, proteção e abrigo, aos venezuelanos e às comunidades que os acolhem tão generosamente.
  • À medida que continuamos a aumentar a ajuda humanitária, os Estados Unidos também estão trabalhando para aumentar a capacidade de longo prazo dos países afetados para responder ao fluxo de venezuelanos com financiamento econômico e ao desenvolvimento voltado para o fortalecimento e expansão dos serviços sociais, provendo apoio técnico às autoridades nacionais migratórias e criando novas oportunidades econômicas em comunidades que hospedam venezuelanos.
  • Após uma transição democrática, que abrirá o caminho para um governo aberto a aceitar a assistência internacional necessária para enfrentar esta crise, a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional está de prontidão para se deslocar e começar a fornecer alimentação, assistência médica e outras formas imediatas de ajuda para a sobrevivência daqueles que sofrem na Venezuela.
  • Os Estados Unidos também estão prontos para ajudar os venezuelanos a reconstruírem seu país após a devastação da crise criada por Maduro. Além do apoio a eleições livres e justas, os Estados Unidos estão preparados para ajudar na recuperação a longo prazo de setores inteiros da sociedade venezuelana, incluindo saúde, agricultura, energia e instituições econômicas e democráticas.

Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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