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Embaixador dos Estados Unidos para Liberdade Religiosa Internacional, Samuel Brownback, sobre o principal evento do presidente Trump sobre liberdade religiosa

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Departamento de Estado dos Estados Unidos
Gabinete da Porta-voz
Para divulgação imediata
Briefing Oficial
23 de setembro de 2019
Nova York, Nova York

 

MODERADOR:  Todos, felizmente teremos a companhia do nosso embaixador para liberdade religiosa internacional, Sam Brownback. Este briefing é fornecido oficialmente. Temos cerca de 25 minutos, eu acho, para isso. Acreditamos que teremos a participação de sobreviventes de perseguição religiosa que estiveram no evento realizado mais cedo hoje, portanto, estamos deixando os assentos da frente livres para eles, no entanto, eles não responderão a perguntas aqui. Ok, muito bem.

Senhor.

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Obrigado, eu realmente aprecio isso.  Obrigado por estarem aqui hoje. Estou muito contente com o que o presidente fez hoje em seus anúncios e no trabalho sobre liberdade religiosa. Foi a primeira vez que um país organizou um evento sobre liberdade religiosa na Assembleia Geral da ONU. Ele fez uma declaração muito forte. Teremos vários sobreviventes aqui a quem eu poderei pedir para dizer alguma coisa. 

Um deles está aqui conosco agora, Meriam Ibrahim.  Meriam foi presa no Sudão por ser uma cristã, pena de morte, e – mas eles não a mataram porque ela estava grávida na época e, acho eu, eles pensaram que era ir um pouco longe demais.  E assim a opinião mundial uniu-se em torno dela e ela foi capaz de sair e agora está nos Estados Unidos. 

Mas isso aponta para uma situação que acontece com muita frequência no mundo, que pessoas são perseguidas por sua fé. Geralmente é uma fé minoritária. Acontece com mais de 80 por cento da população mundial que não têm liberdade de religião, e é hora de alguém fazer algo a respeito. 

Então, o presidente tratou disso hoje. A grande pergunta que fizemos foi esta união da nossa aliança – da aliança, não a nossa aliança – uma aliança para a liberdade religiosa internacional. O secretário de Estado anunciou isso na reunião ministerial que fizemos no início deste ano para avançar a liberdade religiosa. Ele anunciou a criação de uma Aliança Internacional de Liberdade Religiosa, e nós estamos convidando outras nações para se juntar a nós em um esforço conjunto para combater a perseguição religiosa em todo o mundo.

Então, eu tenho contatado países. O Secretário apresentou um pedido claro aqui. O Presidente também. E pediremos que outras nações se juntem a esta aliança. A aliança será um esforço de países com posições semelhantes para avançar as questões da liberdade religiosa, lutar contra a perseguição religiosa, defender as pessoas como Meriam Ibrahim, mas para fazer mais do que isso: pressionar governos para mudar suas políticas para que não haja perseguição, que haja liberdade. E simplesmente isso não aconteceu. 

O Secretário afirmou que esta será a mais significativa nova organização de direitos humanos em uma geração. Os direitos humanos têm se deteriorado em todo o mundo, e esperamos realmente ver o esforço sobre a liberdade religiosa avançar e ampliar os direitos humanos. Este é um desses direitos fundamentais que, se você acertar, outros direitos tendem a crescer a partir dele; se você errar, outros direitos tendem a diminuir com ele. E, assim como a liberdade religiosa diminuiu em lugares, temos visto uma deterioração dos direitos humanos em muitos lugares ao redor do mundo. Portanto, este é um grande esforço nosso. Esperamos anunciar alguns membros da Aliança no início do próximo ano e começar a lidar com questões e avançar o assunto.

O Presidente também anunciou um fundo de US$ 25 milhões para a proteção de locais e artefatos de patrimônio religioso. Este é um esforço para proteger as próprias instituições, algumas das quais foram atacadas, e vocês sabes que algumas foram atacadas aqui neste país, como as sinagogas na Pensilvânia e San Diego. Em duas semanas receberei um dos patrocinadores de um evento de um local de patrimônio religioso no Marrocos onde estaremos trabalhando com outros países. O USAID está patrocinando o evento para renovar e proteger locais do patrimônio religioso. Portanto, esta é uma fatia do que o presidente anunciou ou algo parecido com o que o presidente anunciou hoje. 

Então, algumas coisas estão acontecendo e, com isso, eu ficaria feliz em tentar responder às suas perguntas.

PERGUNTA:  Embaixador, David Brunnstrom da Reuters. Eu queria fazer uma pergunta sobre o evento marcado para amanhã sobre os uigures. Você pode nos dar uma ideia de quais países, quantos países vão participar e, se há ou não alguma evidência de qualquer pressão sobre os países para não participarem tanto nesse evento como talvez no evento de hoje?

E eu estava curioso: o Presidente falou hoje em termos muito amplos. Ele não disse nada, e eu acho que ele nunca fez qualquer menção sobre a questão dos uigures. Isso é algo que está entrelaçado com outras questões, por exemplo, seus esforços para obter um acordo comercial com os chineses? Esta é a razão para sua cautela?

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Boas perguntas. Eu não tenho conhecimento de pressão dos chineses para não participar no evento. Eu sei que no ministerial que realizamos no início deste ano que havia uma pressão direta do governo chinês para que os países não participassem, e vários não participaram. E temos alguns telegramas que eles enviaram para países, alguns que vieram, mas que eles foram pressionados pelos chineses para não participar desse evento.

Você observou que uma das participantes no evento hoje era uma uigur cujo pai é um intelectual, um uigur intelectual que ainda está preso, e ela não sabe como está o seu pai. 

O Presidente não falou sobre isso, mas eu não iria enxergar isso – a forma que eu – o jeito que isso está acontecendo e o que está acontecendo é que existem questões que os Estados Unidos tem com a China em várias frentes: uma delas é com comércio; existem outras em segurança; e claramente tem com a liberdade religiosa. Acho que o presidente está – claramente ele está tentando fazer um acordo comercial e ele está tentando segurar essas questões de comércio, mas não limitar as outras questões. Estive por aí falando agressivamente. O Vice-presidente também.  O Presidente está falando de liberdade religiosa em termos mais amplos.

O esforço de hoje esteve realmente focado em formar esta aliança de nações. Temos um problema mundial de perseguição religiosa e estamos buscando uma solução global para ele, e isso é através desta aliança. Então, no final o secretário apelou para as pessoas – o secretário Pompeo – dizendo que se você é um país com posições semelhantes, junte-se a nós. Se você quer ver a liberdade religiosa florescer, junte-se a nós. Mas eu não concluiria que o Presidente esteja separando ou não se preocupando com um ou outro assunto. Eu acho que ele está tentando chegar a um acordo comercial, mas continua avançando essas outras questões também.

PERGUNTA:  Senhor, só para concluir, você sabe quantos países vão participar do evento amanhã?

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Eu não tenho os dados mais recentes. Temos vários que estão copatrocinando, mas deixe-me – depois eu te dou o número final de nações pra você.

PERGUNTA:  Quando você aceitou esse cargo, eu estou curioso em nível pessoal, se você pensou sobre o fato – porque duas das maiores questões que falamos são os rohingya e os uigures, e eu estou curioso para saber se você sabia que estaria defendendo tantas religiões diferentes, se isso era algo que você sabia quando você assumiu o cargo e se isso é algo que você gosta, que você não gosta, faz parte do jogo.  Eu apenas estou curioso para saber como isso funciona, e se todas as denominações são iguais e se isso faz parte da política.

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Sim. A minha fé é muito importante para mim. Eu sigo Jesus. Mas a beleza disso é que Deus nos deu livre arbítrio. E a beleza para mim neste trabalho é que eu posso olhar para isso e dizer que este é um Deus de amor que nos deu livre arbítrio e que foi uma das suas decisões mais difíceis, mas ele tomou a decisão. Então eu tenho livre arbítrio, e todo mundo deve ter livre arbítrio, e nenhum governo deve impedir qualquer pessoa que queira e seja capaz de fazer com sua própria alma o que querem. Agora, pessoalmente eu posso não concordar que fizeram uma escolha certa ou uma escolha errada, mas essa não é a minha escolha.  E como alguém que está envolvido no governo há muito tempo, fico ofendido com os governos que interferem com os direitos das pessoas de fazer com a sua própria alma – esta é a coisa mais valiosa que você tem, e você deve ser livre para escolher fazer com ele o que você quiser.

Então, se for – pra mim, é toda e qualquer fé e é o tempo todo, e está em toda parte. E é um direito dado por Deus. Não é um direito dado por um governo. Agora nós, por acaso, somos o instrumento, o governo dos Estados Unidos, para avançar isso de forma agressiva, mas provavelmente nós somos aquele que no fundo mais se preocupa com ele porque faz parte de quem somos. Você pode ir a tantos lugares neste país e esta é uma parte essencial da história.  Então, é onde chegamos e quem somos, e estou encantado por defender todas as fés, e eu me encontro em lugares onde eu meio que acordo de manhã: “Nossa, o que estou fazendo aqui”, do ponto de vista pessoal – mas aí eu sinto uma grande de alegria por estar aqui lutando pela liberdade das pessoas. E eu poderia estar sentado em um trator em algum lugar na fazenda curtindo de uma segunda xícara de café, mas em vez disso, luto pela liberdade de alguém, e que belo trabalho eu tenho.

Desculpe por falar tanto, mas eu penso muito nisso.

PERGUNTA:  Olá. Obrigado por falar sobre isso, embaixador. Apenas sobre o evento de amanhã, você pode dizer o que você espera como resposta da comunidade internacional aqui durante a semana AGNU a respeito do que está acontecendo com a população uigur na China?

EMBAIXADOR BROWNBACK:  O que nós queremos tirar disso?

PERGUNTA:  O que nós esperamos – você espera da comunidade internacional, o que você gostaria que as pessoas assumissem e fizessem?

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Condenar o que está acontecendo com os uigures, denunciar. Estou muito decepcionado que vários países assinaram uma carta dizendo que os chineses não estão fazendo nada de errado com os uigures. Estou chocado, porque você tem um milhão de pessoas em campos de concentração em 2019 e você não está preocupado com isso? 

E eu estou preocupado com vários países islâmicos em particular que não denunciaram isso. E eu fui falar com o líder de um – bem, alguém que está em uma posição de liderança em um grande grupo islâmico, e eu olhei para ele uma vez e eu disse: “Eu acho que às vezes eu me importo mais com essas pessoas do que você”. E ele é o chefe de um grande grupo islâmico. E a resposta dele foi apenas: “bem, os chineses jogam mais duro do que vocês”. Bem, essa não é uma resposta muito satisfatória, mas eu – o que esperamos é realmente enfrentar isso. 

E a propósito, o New York Times publicou um ótimo artigo ontem sobre a crescente perseguição de muçulmanos na China que está ocorrendo agora. A China está em guerra com a fé. São todos eles. Eles não vencerão esta guerra.

PERGUNTA:  Você poderia nos dizer com quais os líderes de países islâmicos você espera encontrar e falar sobre como os uigures são tratados na China, líderes específicos de outros países?

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Sim, não, nós teremos – haverá uma lista de países que copatrocinarão o evento que será – teremos a lista amanhã, se não o tivermos mais tarde hoje.  Eu sei que estávamos conseguindo o comprometimento de alguns países, se é isso que você está perguntando sobre.

PERGUNTA:  Senhor, eu quis dizer os países que não se manifestaram ou se recusaram a denunciar. Você seria capaz de especificar com quais países muçulmanos você está desapontado por não terem se manifestado?

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Não vou falar a respeito. Estou feliz que a Turquia tenha se manifestado contra o tratamento dos uigures, e estou contente por terem feito isso. Eu esperava que eles fizessem mais. Foi um dos países que assinaram a carta apoiando o que a China está fazendo e, em seguida, se retiraram da carta. O Qatar se retirou, e enviamos uma carta parabenizando e agradecendo a eles por terem feito isso. 

Eu esperava que haveria mais países de maioria islâmica que se retirariam da carta, especialmente depois de alguns artigos publicados do fim de semana relatando quais atividades foram intensificadas contra os muçulmanos na China. Espero que haja mais dos países, isso teria uma grande pausa. 

E depois, algumas das imagens de vídeo divulgados publicamente sobre isso são muito perturbadoras, do que é – são imagens que você esperaria ver na década de 1940, talvez, não em 2019. 

PERGUNTA:  Você acha que a relutância daqueles países para – ou de outros países serem mais duros com a China é apenas porque eles têm medo da China por questões econômicas ou por qualquer outro motivo, eles tem medo de se impor contra a China e deixá-los bravos?

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Sim. Não é um perfil de coragem, mas eu quero dizer, que não é, que não nos leva nada – eu não acho que é necessário se impor e condenar as nações que não vão se juntar a nós. O que eu espero que nos ajude a chegar a algum lugar é apontar de fato o que está ocorrendo e divulgar isso o máximo possível ao redor do mundo, para as pessoas em vários países, para que eles possam ver isso que está acontecendo, que eles possam ouvir as histórias de uigures. É por isso que promovemos ativistas uigures em tantos lugares diferentes, para que as pessoas possam ouvir essas histórias diferentes. A Ilham falou no ministerial e aqui e fez um trabalho apaixonado e bonito. O pai dela está preso. Ela não sabe onde ele está, não sabe como ele está. E isso está acontecendo no mundo de hoje. Isto não é há cinco anos.

MODERADOR:  No fundo. Você levantou a mão mais cedo.

PERGUNTA:   Ah, sim, levantei a mão. Você mencionou aqueles países que estão adotando novas medidas. Você acha que esta é uma boa oportunidade para os Estados Unidos usar sanções para incentivar outros países a impor sanções na China por graves violações dos direitos humanos contra uigures?

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Nós não prevemos sanções, mas são mais eficazes se forem unificadas ou se uma ampla coalizão de países impor as sanções. As sanções dos Estados Unidos podem ser e, em muitos casos, são muito eficazes, e podem ter um impacto significativo. É ainda mais eficaz se tiver a participação de mais países, e assim, esperamos que em uma aliança sobre a liberdade religiosa tenhamos um grupo de nações para dar um passo à frente e ter um impacto.

PERGUNTA:  Então, apenas nesta questão, o que você está propondo com esta aliança é reunir países para impor sanções?

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Não, você não deve estar me ouvindo para dizer isso. Esta é uma aliança de nações para tentar obter ações conjuntas, mas não estamos fazendo isso apenas para impor sanções. Isso seria – e realmente, estamos falando de níveis rudimentares de liberdade religiosa inicialmente. Você simplesmente não pode prender pessoas por serem de uma determinada religião. Se eles são praticantes pacíficos de sua fé, você não pode prendê-los. Você não pode condená-los à pena de morte. Estamos apenas – estamos falando de níveis realmente básicos de liberdade religiosa e que esperamos que as nações se unam.

O problema tem sido – aqui está esse direito humano universal que é reconhecido com a Declaração dos Direitos Humanos das Nações Unidas da qual a maioria das nações são signatárias, e ninguém se prontificou para fazer algo a respeito. Nós pressionamos em vários campos por questões econômicas, que haja igualdade de condições, e aí pode haver a imposição de sanções se você não seguir pelas regras. Fazemos isso em outros campos científicos. Mas no que diz respeito à liberdade religiosa, este direito é muito amplo, e simplesmente ninguém se prontificou para lutar por isso, e é isso que nós estamos tentando fazer ao criar esse grupo de nações. Mas não é um órgão para sancionar em si. As sanções poderiam ser uma parte dele se os casos forem flagrantes. Espero que isso seja uma alternativa, mas eu não estou pedindo para que seja um órgão de imposição de sanções, mas que isso poderia ser uma ferramenta.

MODERADOR:  Mais alguém?  Mais uma pergunta?

PERGUNTA:  Sim, apenas uma pergunta complementar. Ontem um alto funcionário do Departamento de Estado citou a China como um ator maligno e eu não tinha certeza se isso faz parte na medida em que você poderia apenas aumentar a pressão sobre a China apenas para responsabilizá-la por essas violações.  Você diz que os Estados Unidos estão liderando, mas para formar grupos eles não estão tomando medidas, então o que você tem a falar sobre isso?

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Bem, quem está fazendo mais do que os Estados Unidos?  Este Presidente é o primeiro presidente a enfrentar os chineses em qualquer questão, e ele fez isso especificamente inicialmente no setor de comércio, e eu estou profundamente grato a ele por estar disposto a enfrentá-los. Eles têm feito várias coisas erradas no setor de comércio por muito tempo, mas ninguém os enfrentou. Este Presidente está disposto a enfrentá-los. E agora estamos pressionando nesta questão, onde milhões de pessoas são perseguidos por sua fé. Como nós mencionamos, os uigures, as igrejas domésticas chinesas estão sendo fechadas. Os budistas tibetanos não podem praticar a sua fé. O Dalai Lama nem sequer pode ir para a sua casa ancestral.  Os chineses estão ameaçando nomear o próximo Dalai Lama que – e este é um direito que pertence aos Budistas tibetanos para nomear quem é, por seus procedimentos, por seus procedimentos religiosos, quem é a próxima pessoa. Isto não pertence ao governo chinês. Temos um grande problema com a extração de órgãos de membros do Falun Gong que o governo chinês esconde. Você tem uma série de questões aqui que precisam ser levadas a sério, e aqui está um governo que em sua Constituição diz que você tem liberdade religiosa. Certamente não é praticada por lá. 

MODERADOR:  Mais alguém?  Está bem. 

EMBAIXADOR BROWNBACK:  Tem várias pessoas aqui. Meriam é do Sudão, perseguida por – Ilham está aqui, seu pai é um uigur que está preso. Iraniano – se alguns de vocês quiserem tentar falar com alguns deles depois – o rabino aqui é do Iêmen e foi expulso da nação. Então nós temos várias religiões e pessoas que têm – eles estão aqui para apoiar esta causa porque eles foram perseguidos ou sua família tem sido perseguido e essa questão é muito importante para eles. Portanto, se vocês quiserem falar com qualquer um deles depois, eu espero que eles possam conversar com vocês.  Obrigado.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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