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No 40º Aniversário da Invasão da Embaixada dos EUA em Teerã

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Departamento de Estado dos Estados Unidos
Gabinete da Porta-Voz
Para Divulgação Imediata
Pronunciamento do Secretário de Estado, Michael R. Pompeo
4 de novembro de 2019

 

Há 40 anos, no dia de hoje, seguidores fortemente armados do aiatolá Khomeini quebraram os portões e escalaram as paredes da embaixada dos EUA em Teerã. Mais de 50 diplomatas dos EUA foram feitos reféns pelo regime iraniano por 444 dias. Por quase 15 meses, esses americanos corajosos e resistentes e suas famílias não sabiam se iriam viver ou morrer. Felizmente, eles sobreviveram.

Quarenta anos depois, o regime revolucionário em Teerã provou, repetidas vezes, que seus primeiros atos depois de ganhar poder eram uma indicação clara de seu caráter maligno. O regime continua a deter americanos injustamente e a apoiar grupos de partidarios terroristas como o Hizballah, que se envolvem em sequestros.

O governo Trump deixou claro que o regime do Irã deve libertar todos os americanos desaparecidos e detidos injustamente, incluindo Robert Levinson, Xiyue Wang, Siamak Namazi e outros. Não descansaremos até que eles se reencontrem com suas famílias.

Além disso, hoje o Programa de Recompensas pela Justiça do Departamento de Estado dos EUA anuncia uma nova recompensa de até US$ 20 milhões por informações que levem à localização, recuperação e retorno seguro de Robert Levinson, que foi feito refém no Irã com o envolvimento do regime iraniano. Levinson é o americano que está há mais tempo como refém da história dos EUA.

Para completar, o Departamento do Tesouro dos EUA tomou medidas hoje contra nove nomeados e representantes de Ali Khamenei, o líder supremo não eleito do regime iraniano, cujo gabiente é responsável por avançar a agenda radical do Irã. A designação visa impedir que os fundos fluam para uma rede oculta dos assessores de assuntos militares e estrangeiros de Khamenei, que há décadas oprimem o povo iraniano, apoiam o terrorismo e avançam políticas desestabilizadoras em todo o mundo. A ação tem como alvo específico os nomeados de Ali Khamenei no Gabinete do Líder Supremo, no Conselho de Conveniência, no Estado-Maior das Forças Armadas e no Poder Judiciário.

Dois dos nomeados pelo Líder Supremo, que foram designados hoje, também estão ligados ao atentado ao quartel da Marinha dos EUA de 1983 em Beirute, que matou 241 funcionários dos EUA e ao atentado de 1994 à Associação Mútua Israelita Argentina (AMIA). Em outubro de 2019, um representante do Líder Supremo apelou diretamente às milícias regionais apoiadas pelo Irã para invadir embaixadas ocidentais.

Enquanto a decisão do regime iraniano de prender nossos diplomatas lançou uma sombra de 40 anos sobre nossas relações, os Estados Unidos sabem que as vítimas mais sofridas do regime iraniano são o povo iraniano. Desejamos a eles nada mais do que um futuro com um governo realmente representativo e uma amizade com o povo americano.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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