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Altos funcionários do Departamento de Estado fazem uma prévia da viagem do Secretário Pompeo à Alemanha, Colômbia, Costa Rica, Jamaica e Flórida

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BRIEFING ESPECIAL
GABINETE DA PORTA-VOZ
POR TELECONFERÊNCIA
16 DE JANEIRO DE 2020

 

MODERADOR: Oi. Boa tarde a todos. Muito obrigado. Temos muitas pessoas participando da chamada de hoje sobre as próximas viagens do Secretário Pompeo no Hemisfério Ocidental e, claro, na sua primeira escala na Alemanha.

Apenas para sua referência, isto é – desculpe-me, para sua referência, as fontes são confidenciais e não podem ser citados diretamente, e hoje temos a participação de [alto funcionário do Departamento de Estado um] que está disponível para responder a perguntas que você pode ter sobre a nossa viagem para a Alemanha. [alto funcionário do Departamento de Estado dois] também está aqui, e ele vai falar sobre os nossos objetivos na América Latina e também sobre as escalas dos EUA. E, finalmente, juntar-se a nós hoje o [alto funcionário do Departamento de Estado três]. A partir deste ponto em diante, vamos nos referir aos convidados como altos funcionários do Departamento de Estado Um, Dois e Três, respectivamente.

Hoje, poderemos responder a um número limitado de perguntas, por isso, para maior eficiência, pedimos que você pressione 1 e, em seguida, 0 agora, em vez de no final das declarações de abertura para entrar na fila das perguntas. Mais uma vez, as fontes dessa chamada são confidenciais e não podem ser citados diretamente; o conteúdo está embargado até à conclusão da chamada.

Agora passarei para o Alto Funcionário do Departamento de Estado Um, que começará nossa chamada com suas declarações de abertura e após uma breve pausa, passaremos para o Alto Funcionário do Departamento de Estado Dois, Três e, em seguida, suas perguntas.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO UM: Boa tarde. Obrigado, [Moderador]. Secretário Pompeo está indo para Berlim no início desta viagem. Enquanto ele estiver lá, ele participará de uma Conferência Internacional sobre a Líbia, organizada pela Alemanha e ONU; mais conhecida simplesmente como a Conferência de Berlim. Esta conferência faz parte do plano de três itens que o Representante Especial da ONU na Líbia, Ghassan Salame, delineou ao Conselho de Segurança da ONU no verão passado, especificamente em julho de 2019.

Em Berlim, o Secretário de Estado vai se encontrar com líderes mundiais, e defenderá três coisas: primeiro, a continuação de um cessar-fogo na Líbia; segundo, a retirada de todas as forças externas; e terceiro, a volta de um processo político facilitado pela ONU e liderado pela Líbia. A presença do Secretário neste evento reflete a prioridade dos EUA. Os Estados Unidos continuarão a apoiar os partidos líbios na cessação das hostilidades a longo prazo e em um acordo político que permitirá a todos os líbios desfrutar de um futuro mais pacífico. Obrigado.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO DOIS: Boa tarde a todos. É um prazer estar com todos vocês hoje em nome do Bureau de Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado para dar uma prévia da viagem do Secretário Pompeo a uma região de imensa importância para o governo.

Rapidamente, antes de começar, quero dizer algo sobre os relatos de disparos de ontem contra membros da Assembleia Nacional da Venezuela. Embora o relato destes ataques não seja surpreendente, dada a trajetória de Maduro rumo à ditadura violenta, continua a ser horrível sempre que vemos o contínuo ataque violento à democracia e às instituições democráticas. Eleições livres e justas sob um governo de transição são a única saída para esta crise. Pedimos a todos os parceiros internacionais para que tomem medidas imediatas para isolar e pressionar Maduro para esse fim.

Agora, sobre a viagem. De 20 a 23 de janeiro, acompanharei o Secretário Pompeo na sua visita a Bogotá, Colômbia; San Jose, Costa Rica; Kingston, Jamaica; e uma visita interna à Flórida. A viagem de quatro dias, a nona do Secretário de Estado para a região desde que assumiu o cargo, ressalta a importância que este governo coloca em nosso novo dia de relações em nosso hemisfério. Esta visita específica avançará as nossas principais prioridades na luta contra o terrorismo, no fortalecimento da democracia no nosso hemisfério de liberdade, na expansão da prosperidade para o nosso povo e no estreitamento das relações de trabalho para garantir a segurança.

O Secretário começará sua visita em Bogotá. Enquanto estiver na Colômbia, o Secretário participará da Reunião Ministerial sobre Contraterrorismo, que manterá o ímpeto de maior colaboração regional para combater o terrorismo, particularmente no corte do financiamento e das atividades ilícitas de organizações terroristas regionais e mundiais como o Hezbollah. O Secretário se reunirá com o presidente colombiano Duque e a ministra das Relações Exteriores Blum para enfatizar o apoio dos EUA aos esforços da Colômbia para garantir a paz justa e duradoura, segurança e oportunidade para seu povo, e para saudar o povo e o governo colombianos por acolher mais de 1,63 milhão de refugiados venezuelanos que fogem da corrupção, repressão e políticas desastrosas de Maduro e seus associados.

Enquanto estiver em Bogotá, o secretário também se reunirá com o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, para ressaltar nossa estreita parceria na luta global contra o terrorismo e reafirmar o apoio dos EUA à adesão do Brasil à Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento, ou OCDE.

Finalmente, na Colômbia, o Secretário se reunirá com a ministro\a das Relações Exteriores da Bolívia, Longaric, para ressaltar o forte apoio do governo dos EUA a novas eleições livres, justas, transparentes e inclusivas na Bolívia em 3 de maio. Ele ressaltará áreas de cooperação norte-americana e internacional para apoiá-las.

De Bogotá, o Secretário viajará para San Jose, Costa Rica, que será a primeira visita à Costa Rica por um Secretário de Estado em uma década. O Secretário se reunirá com o presidente Carlos Alvarado e o Ministro das Relações Exteriores Manuel Ventura, reforçará o nosso compromisso com um dos nossos parceiros mais fortes na América Central e agradecerá à Costa Rica por promover a democracia na região por meio da sua liderança na Organização dos Estados Americanos sobre a crise na Nicarágua. Ele também agradecerá à Costa Rica por acolher os nicaraguenses fugindo da repressão do regime de Ortega e por sua constante condenação dos abusos tanto desse regime quanto do antigo regime de Maduro na Venezuela.

O Secretário Pompeo também fará uma visita ao Centro de Operações Conjuntas. Os Estados Unidos forneceram aproximadamente US$ 40 milhões em assistência em segurança em cada um dos últimos dois anos para conter o fluxo de drogas ilícitas destinadas aos Estados Unidos e para combater o crime na Costa Rica. Nossa assistência ajudou a Costa Rica a adquirir quatro helicópteros, três barcos de patrulha Island-class cutter de 110 pés e uma aeronave de patrulha marítima nos últimos dois anos, aumentando significativamente suas capacidades de interdição.

Em seguida, o Secretário irá para Kingston, Jamaica, onde enfatizará o aprofundamento de nosso relacionamento com o Caribe para avançar nossos interesses comuns em segurança, prosperidade, cooperação para o desenvolvimento e a promoção da democracia e dos direitos humanos, e para comemorar o nosso forte relacionamento com a Jamaica como um parceiro e aliado. O Secretário Pompeo realizará reuniões bilaterais com o primeiro-ministro jamaicano Andrew Holness e a ministra das Relações Exteriores Kamina Johnson-Smith e participará de uma mesa redonda com o ministro das Relações Exteriores Johnson-Smith e os ministros das Relações Exteriores das Bahamas, Belize, República Dominicana, Haiti, São Cristóvão e Santa Lúcia. Ele também enfatizará a importância das relações entre os EUA e o Caribe. Ele ressaltará nosso apoio à democracia, aos direitos humanos, ao desenvolvimento e à cooperação em segurança no Hemisfério Ocidental, de acordo com os valores e princípios centrais de nossa união hemisférica.

Por fim, o Secretário vai para a Flórida para se reunir com o governador DeSantis e falar sobre o apoio dos EUA a uma transição pacífica e democrática na Venezuela. Em seguida, ele irá para Bushnell, Flórida, para falar sobre a política externa do presidente Trump.

Vou parar por aqui com o resumo e responderemos suas perguntas depois após a entrada do próximo convidado.

MODERADOR: Só mais uma coisa antes do nosso próximo convidado. Eu só quero lembrar aos jornalistas que estão participando para pressionar a tecla 1 e depois 0 agora para entrar na fila de perguntas.

OK, Alto Funcionário do Departamento de Estado Três.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO TRÊS: Obrigado, [Moderador], e obrigado a todos por participarem da chamada de hoje. Estou feliz em dar uma prévia da participação do secretário Pompeo na Terceira Reunião Ministerial do Hemisfério Ocidental sobre Contraterrorismo que será realizada em Bogotá, Colômbia, na segunda-feira. Este é mais um passo importante para incentivar a cooperação hemisférica no combate ao terrorismo na nossa região.

Esta Reunião Ministerial está sendo realizada no aniversário de um ano de um ataque mortal do ELN a um quartel da polícia em Bogotá, onde 22 cadetes foram mortos e 87 ficaram feridos. Este ataque realmente nos atingiu aqui nos Estados Unidos, pois várias das vítimas estavam participando desse programa como parte de um programa patrocinado pelos EUA.

A Reunião Ministerial também discutirá o Hezbollah. O principal braço terrorista do Irã não é apenas uma ameaça no Oriente Médio. É também uma ameaça aqui no nosso próprio hemisfério. Na última Reunião Ministerial sobre Contraterrorismo em Buenos Aires, em junho, nós comemoramos o ataque do Hezbollah ao Centro Judaico da AMIA em 1994. Essa ameaça persiste até hoje. O FBI prendeu vários agentes do Hezbollah nos últimos anos que estavam vigiando locais nos Estados Unidos e em outros lugares. Também vimos prisões ligadas ao Hezbollah no Paraguai, Brasil e Peru.

Deixe-me dar uma prévia de algumas questões específicas que o Secretário irá tratar na Reunião Ministerial.

Em primeiro lugar, a Venezuela. Continuamos profundamente preocupados que a Venezuela de Maduro tem dado porto seguro ao ELN, aos dissidentes das FARC e aos apoiadores e simpatizantes do Hezbollah. Isto é simplesmente inaceitável. O governo dos EUA tomou medidas para registrar nossas preocupações, inclusive certificando anualmente que desde 2006 a Venezuela não tem cooperado plenamente com os esforços antiterrorismo dos EUA. Além disso, destacamos o mau comportamento do antigo regime de Maduro em nossos Relatórios Anuais sobre Terrorismo.

Em segundo lugar, designações e sanções de terrorismo. Apreciamos o dramático progresso da região nesta questão ao longo dos últimos anos. A Argentina e o Paraguai adotaram regimes de designação e sancionaram o Hezbollah, assim como outros grupos terroristas. Honduras e Guatemala também declararam sua intenção de designar o Hezbollah. Aplaudimos esse progresso e incentivamos todos os nossos vizinhos do hemisfério a seguir esses exemplos.

Estou ansioso para me juntar ao Secretário em Bogotá na próxima semana e falar com meus colegas sobre a questão crítica do aumento da cooperação contraterrorismo em nosso hemisfério. Obrigado por participar. Estou ansioso para responder às suas perguntas.

MODERADOR: OK. Muito bem. Novamente, você ainda pode entrar na fila pressionando a tecla 1 e depois 0, se você quiser fazer uma pergunta. A primeira jornalista é Jessica Donati do The Wall Street Journal.

OPERADORA: Sua linha está aberta. Por favor, vá em frente.

Jessica, por favor, verifique o botão mudo no seu telefone.

PERGUNTA: Oi. Desculpa. Obrigada. Obrigada por fazer isso. Eu queria perguntar o que você acha que seria um resultado bem-sucedido da Conferência de Berlim sobre a Líbia? Você espera por uma declaração finalizada, um cessar-fogo, talvez, e um embargo de armas?

MODERADOR: Vá em frente.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO UM: Então, um resultado bem-sucedido seria, em primeiro lugar, a questão principal é o cessar-fogo. Seria bom ter outras coisas, é claro, e, na verdade, eles também são importantes. Não quero menosprezá-los, mas o imperativo seria a continuação de um cessar-fogo.

MODERADOR: OK. Obrigado. Agora vamos passar para Nick Wadhams da Bloomberg.

OPERADORA: Nick, sua linha está aberta. Por favor, vá em frente.

PERGUNTA: Oi. Você poderia explicar um pouco o que levou à decisão dos EUA de colocar a candidatura da Argentina para a OCDE em segundo plano e promover mais para a candidatura do Brasil? Isso é um sinal de desaprovação da direção que o novo governo da Argentina está tomando? Obrigado.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO DOIS: Não, não é um sinal de desaprovação. Eu acho que o governo da Argentina priorizou o refinanciamento da sua dívida e não sua adesão à OCDE. E, ao mesmo tempo, o Brasil realmente queria avançar nisso, por isso temos apoiado fortemente a sua candidatura. Mas são duas ações independentes.

MODERADOR: Ótimo. Obrigado. Agora temos… me perdoe, mas acho que vou massacrar seu nome. Mas temos um jornalista da Antenna TV, parece um nome grego. Thanasis Tsitsas. Desculpe, eu provavelmente pronunciei seu nome erradamente.

PERGUNTA: (Inaudível.)

MODERADOR: Maravilhoso. Obrigado.

PERGUNTA: Você está me ouvindo?

MODERADOR: Sim. Vá em frente.

PERGUNTA: Você está me ouvindo? Sim. Obrigado por fazer isso. Em 19 de janeiro, a Alemanha vai organizar uma cúpula com o objetivo de traçar um caminho para a paz na Líbia. A Grécia queria ser incluída nas negociações patrocinadas pela ONU em Berlim, mas não obteve permissão. Você acha que a Grécia tem o direito de participar? Gostaria pode falar sobre isso, por favor? Obrigado.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO UM: Eu prefiro não especular. Esta foi uma conferência organizada pelos alemães juntamente com as Nações Unidas.

MODERADOR: Muito bem. OK. Agora vamos para o Nike Ching do Voice of America.

OPERADORA: Sua linha está aberta. Por favor, vá em frente. Por favor, verifique o botão mudo no seu telefone.

PERGUNTA: Olá?

MODERADOR: Vá em frente, Nike. Nós podemos ouvi-lo.

PERGUNTA: Certo. Então, a Colômbia e a Costa Rica estão entre os que assinaram uma declaração de apoio ao Juan Guaidó depois que ele foi reeleito líder da Assembleia Nacional. Enquanto os Estados Unidos impuseram novas sanções contra sete políticos venezuelanos no início desta semana, os EUA estão pedindo aos países deste hemisfério, incluindo Colômbia e Costa Rica, que também congelem ativos de deputados ou tomem medidas semelhantes? O que os EUA pedem aos países vizinhos em meio à crise em curso na Venezuela? Obrigado.

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO DOIS: OK. Obrigado pela pergunta. Temos trabalhado com nossos vizinhos em todo o hemisfério. Todo mundo tem regimes ligeiramente diferentes para impor sanções… a restrição de viagem é outra restrição importante que pode ser imposta. Acho que o maior sinal de unidade foram as ações tomadas de acordo com o Tratado do Rio, que no mês passado sancionou ou impôs restrições de viagem a 29 oficiais do regime de Maduro. Esse trabalho continua, e eu acho que você verá mais. Mas é – agora existe uma espécie de meio institucionalizado de tentar coordenar os esforços. Mas no fim, sim, gostaríamos de ver o maior número possível de pessoas tomar medidas ou o maior número possível de países tomar medidas contra as pessoas que se envolvem, particularmente neste caso, em violações de direitos humanos ou corrupção em massa ou destruição de instituições democráticas. Portanto, essa tem sido a base para as sanções e restrições de viagem, e isso continua.

MODERADOR: OK. A última pessoa que temos na fila é Carol Morello do The Washington Post.

PERGUNTA: Oi. Obrigado por fazer isso. Eu queria saber se você poderia nos dar uma ideia de qual será o foco do secretário quando ele falar sobre a política externa do presidente Trump? Será o Irã, ou existem duas ou três coisas que serão particularmente salientadas na discussão, se você puder nos dar uma ideia sobre o que ele vai estar falando? Obrigado.

MODERADOR: Carol, você está falando sobre em um trecho específico da viagem?

PERGUNTA: Eu acho que você disse que na última parada na Flórida ele vai falar sobre a política externa do presidente Trump. Ele fará um discurso tratando especificamente disso. Eu queria saber qual seria o foco disso.

MODERADOR: Entendi. Vá em frente. Não?

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO DOIS: Não, você vai em frente. Porque —

MODERADOR: É, eu ainda não li o discurso dele, Carol. Desculpa. Depois volto a falar com você sobre isso.

PERGUNTA: OK.

MODERADOR: Boa pergunta. Você acaba de lembrar de ler o discurso.

Ok, parece que mais uma pessoa entrou na fila: Cami McCormick da CBS.

PERGUNTA: Sim. Olá. Você pode me ouvir?

MODERADOR: Olá. Sim, vá em frente.

PERGUNTA: Oi. Muito obrigado. Eu tenho uma pergunta sobre a Conferência sobre a Líbia e o apoio estrangeiro das várias facções na Líbia. Em primeiro lugar, quão preocupados estão os EUA com a Turquia anunciando que está enviando tropas para a Líbia, um aliado da OTAN? E em segundo lugar, eu não sei se você sabe ou não, mas os EUA ainda têm tropas na Líbia? Eu sei que há alguns meses houve um pronunciamento de que as Forças Especiais estavam partindo porque a situação no terreno estava muito instável, mas os EUA ainda têm forças na Líbia?

ALTO FUNCIONÁRIO DO DEPARTAMENTO DE ESTADO UM: Sobre a questão das forças dos EUA, você deve procurar o DoD nessa frente. Em termos dos atores externos que você acabou de citar, nos agrada muito ver que não há intervenções externas ou estrangeiras. Não queremos que o conflito aumente ainda mais, e esta é uma situação em que as suas intervenções, as intervenções estrangeiras, estão apenas exacerbando a crise humanitária no país.

MODERADOR: Muito bem. Quero agradecer a todos por participarem. Esse é o fim do nosso – não temos mais perguntas, por isso muito obrigado por participarem. Por favor, como sempre, deixe-me saber se vocês precisam de alguma coisa. E estamos ansiosos para ver alguns de vocês na viagem. Obrigado.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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