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Mike Pompeo e Alex Azar: Nossa resposta ao coronavírus está protegendo os americanos

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Michael R. Pompeo e Alex M. Azar II
Artigo de opinião
11 de fevereiro de 2020

 

A mobilização de recursos ao redor do mundo para ajudar outras nações a combater a doença é a melhor demonstração do altruísmo americano.

O primeiro dever do governo federal é com a segurança dos nossos cidadãos. Em 30 de dezembro, quando os Estados Unidos tomaram conhecimento pela primeira vez do que ficou conhecido como o novo coronavírus, as autoridades de saúde pública dos EUA têm monitorado de perto a situação, trabalhado para entender o vírus e tomado medidas para limitar a exposição dos americanos.

Nossa força-tarefa está assegurando que o nosso plano de saúde pública estratificado do governo tem os recursos necessários para proteger os americanos. Tratamos os doentes, e rastreamos seu histórico de viagens e contatos para minimizar a propagação do vírus. Trabalhamos rapidamente para triar e receber com segurança viajantes americanos voltando da China,barrar viajantes estrangeiros que visitaram recentemente o epicentro do surto.

Em conformidade com os regulamentos internacionais de saúde da Organização Mundial da Saúde, nossas restrições de viagem foram intencionalmente concebidas para complementar a política do governo chinês de isolar cerca de 50 milhões de seus próprios cidadãos na província de Hubei. Outras nações, com a Itália e Coreia do Sul, tomaram medidas semelhantes.

Nossos esforços na China

Até agora, os Estado Unidos tiveram apenas 13 casos confirmados do vírus. Ficamos tristes em saber que na semana passada que uma mulher americana de 60 anos morreu em Wuhan, na China. Mas estamos determinados em nossa vigilância para proteger nosso povo. E estamos mobilizando recursos ao redor do mundo para ajudar outras nações a combater a doença, também. Esse é o altruísmo americano no seu melhor. 

Vamos começar com nossos esforços no país onde o vírus apareceu pela primeira vez — China. Nas palavras do presidente Donald Trump, “Estamos lhes oferecendo uma tremenda ajuda”. Durante a primeira semana de janeiro, os Centros de Controle e Prevenção de Doenças ofereceram assistência para ajudar a entender a doença e reforçar os esforços de resposta.

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos posteriormente forneceu à OMS uma lista de profissionais médicos de renome global prontos para implantar suas habilidades na China e aprender com os esforços da China para combater este novo coronavírus. Na última semana de janeiro, o secretário Azar estendeu pessoalmente uma oferta de ajuda ao ministro da Saúde Ma Xiaowei; o secretário Pompeo fez o mesmo com o conselheiro de Estado chinês Yang Jiechi. Esperamos que a missão comece imediatamente, seja bilateralmente ou sob a tutela da OMS.

Nós também facilitamos a entrega de grandes quantidades de suprimentos médicos ao povo chinês. Na semana passada, o Departamento de Estado ajudou a transportar 17,8 toneladas de suprimentos de emergência para Hubei. E continuaremos oferecendo mais ajuda — os Estados Unidos estão preparados para gastar até US$100 milhões em recursos existentes do Departamento de Estado e da Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional para ajudar a China e outros países atingidos para conter e combater o vírus.

Enquanto o Departamento de Estado fazia a gestão logística, as doações em si eram fornecidas pela Samaritan’s Purse, Boeing, Intermountain Healthcare e A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, e coordenadas por uma organização não governamental chamada Projeto HOPE [Projeto Esperança]. Quando ocorrem doenças e desastres, o povo americano sempre ajuda os cidadãos de outros países sem ser pedido. Nossas robustas doações e entusiasmados grupos da sociedade civil estão canalizando a preocupação do povo americano pelo próximo.

Cooperação com outras nações

Temos as ações da América para ajudar os cidadãos de outros países, além da China. Os funcionários dos CDCs sediados em mais de 60 países estão trabalhando em estreita colaboração com ministérios da saúde e outros parceiros de saúde, muitas vezes em conjunto com seus colegas do Departamento de Estado e de outras agências federais.

Por exemplo, os Estados Unidos disponibilizaram kits de teste de coronavírus para 191 laboratórios credenciados em todo o mundo; por enquanto, laboratórios de 36 países já fizeram pedidos. Nós enviamos funcionários para treinar profissionais de saúde em 15 hospitais no Vietnã. No Quênia, especialistas em saúde na Embaixada dos EUA em Nairóbi, que fazem parte de nossa Força-Tarefa de Doenças Infecciosas, envolveram o governo desde cedo para recomendar as melhores práticas na triagem em aeroportos e saúde pública.  

Nossa reação rápida e eficaz no exterior é facilitada por parcerias que a América tem nutrido com muito cuidado ao longo de décadas – muito antes do último surto.

Acreditamos que nossas ações retardarão a transmissão do vírus para e dentro dos Estados Unidos e de outros países, solidificarão nossos laços de amizade com nossos aliados e parceiros e ajudarão a salvar vidas, dando mais tempo para refinar as medidas de preparação e melhor entender o vírus.

Todos esperamos que os nossos esforços conjuntos possam controlar o vírus e o façam diminuir. Mas o mundo não precisa esperar por esse dia para ver como a América continua sendo uma força para o bem em todo o mundo.

Michael R. Pompeo é secretário de Estado e Alex M. Azar II é secretário de Saúde e Serviços Humanos. Siga-os no Twitter: @SecPompeo e @SecAzar


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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