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Briefing Especial via Telefone

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Departamento de Estado dos Estados Unidos
Para Divulgação Imediata
19 de fevereiro de 2020
Elliott Abrams, Representante Especial dos Estados Unidos para a Venezuela

Moderador: Muito obrigado. Saudações a todos do Centro de Mídia EUA-Europa em Bruxelas. Gostaria de dar as boas-vindas aos participantes que estão discando de todas as partes do mundo e agradeço a todos por participarem desta discussão. Hoje, estamos muito satisfeitos por ter a companhia de Elliott Abrams, o Representante Especial dos EUA para a Venezuela.

Começaremos a ligação de hoje com um pronunciamento de abertura e, em seguida, receberemos suas perguntas. Faremos o possível para atender o maior número possível no tempo disponível, ou seja, aproximadamente 30 minutos.

Só para lembrar, a ligação de hoje está registrada. Com isso, vou passar ao Representante Especial Abrams para as considerações iniciais.

Sr. Abrams: Obrigado. Antes de me voltar para a Rosneft, há duas coisas que gostaria de dizer. A primeira é que os Citgo 6, seis americanos que foram retirados da prisão domiciliar há 14 dias pelo serviço de inteligência do regime, o SEBIN, e enviados de volta à prisão, onde continuam presos e não têm permissão para falar com suas famílias ou seus advogados. Essa prisão cruel e indefensável precisa acabar, condenamos esse tratamento injusto. Eles devem ter permissão para deixar a Venezuela e retornar para suas famílias. Também gostaria de repetir nossa condenação à detenção de mais de 350 presos políticos pelo regime de Maduro, incluindo membros da Assembleia Nacional, deputados Juan Requesens, Gilber Caro e Ismael Leon, e o chefe de gabinete de Juan Guaido, Roberto Marrero.

A segunda coisa que gostaria de dizer é que estamos satisfeitos porque o presidente interino e presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaido, voltou para casa em Caracas com segurança na semana passada, apesar dos esforços do regime em atacar a ele e aos que o receberam no aeroporto. Bandidos do regime vestidos como funcionários de companhia aérea atacaram Guaido e os que o cercavam, mas felizmente ele escapou sem ferimentos. Embaixadores da França, Portugal e UE, entre outros, estavam lá para cumprimentar Guaido e tentar mantê-lo seguro, e os parabenizamos por essa ação. As forças de segurança do aeroporto que estão lá supostamente para manter a ordem não fizeram nada. O tio de Guaido, que viajou com ele, foi detido no aeroporto pela polícia do regime. Ele está sendo acusado de terrorismo por transportar explosivos no avião que transportou Guaido e seu grupo de Lisboa, uma acusação que foi completamente negada pela companhia aérea, TAP, e pelo presidente e ministro das Relações Exteriores de Portugal. Como no caso da prisão do chefe de gabinete de Guaido, Roberto Marrero, esse é um esforço óbvio e cruel para atacar os conselheiros mais próximos de Guaido e suas famílias.

Agora, ontem, os Estados Unidos sancionaram a Rosneft Trading S.A. e seu presidente e diretor, Didier Casimiro. O secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, disse: “A Rosneft Trading S.A. intermediou acordos globais de petróleo que envolvem a venda e o transporte de petróleo venezuelano para fornecer uma tábua de salvação ao ilegítimo regime de Maduro”. A Rosneft Trading S.A. é uma subsidiária da empresa russa de energia global Rosneft Oil Company, criada em 2011 para ajudar a Rosneft Oil Company na execução de seus projetos no exterior. A Rosneft Oil Company, empresa controladora, foi sancionada anteriormente em 2014. Todas as propriedades e interesses em propriedades da Rosneft Trading S.A. e Didier Casimiro que estão nos Estados Unidos ou na posse ou controle de pessoas dos EUA estão bloqueados e devem ser relatados ao Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros no Departamento do Tesouro.

Como vocês devem se lembrar, há quase duas semanas os Estados Unidos sancionaram a Conviasa, a companhia aérea estatal venezuelana. As sanções de ontem são outro passo na política de pressionar o regime de Maduro para permitir que a Venezuela escape dessa terrível crise através de eleições presidenciais livres e justas. Haverá mais etapas e mais pressão nas próximas semanas e meses. Os Estados Unidos continuam firmemente comprometidos com o povo da Venezuela e com a causa da liberdade no país, e como vimos quando o presidente Guaido recebeu uma ovação durante o discurso sobre o Estado da União, essa causa tem apoio bipartidário nos Estados Unidos. Esperamos ansiosamente o dia em que a Venezuela esteja livre e todas as nossas sanções possam ser levantadas. Até esse dia chegar, a pressão continuará e aumentará constantemente.

Obrigado.

Moderador: Muito obrigado por essas observações, Sr. Abrams. Agora começa a parte de perguntas e respostas da ligação de hoje.

Começarei com uma pergunta antecipada que nos foi enviada por e-mail, de David Adams, da Univision nos Estados Unidos. E sua pergunta é: “Qual é a vulnerabilidade da Rosneft às ações punitivas dos EUA se elas optarem por ignorar – se optarem por ignorar as sanções?”

Sr. Abrams: Primeiro, um esclarecimento. As sanções contra a Rosneft Oil Company, a controladora, datam de 2014. O que aconteceu ontem foram as sanções contra a Rosneft Trading S.A., uma empresa organizada na Suíça. Eu acho que eles são bastante vulneráveis. Ao conversar com pessoas da indústria do petróleo, as vejo dizendo que cumprir as sanções é complicado. Você acaba tendo que recorrer aos advogados o tempo todo. Portanto, existem muitas empresas – seguradoras, companhias de navegação, empresas de comércio – que simplesmente dizem que, quando uma empresa é sancionada, param de lidar com ela, e ponto final, porque não querem ter problemas de sanção.

So I think that Rosneft Trading is actually quite vulnerable, and I think a number of the companies that it trades with, sells oil to, for example, will no longer wish to deal with it.

Então, acho que a Rosneft Trading é realmente bastante vulnerável e acho que várias empresas com as quais comercializa petróleo, por exemplo, não desejam mais lidar com isso.

Moderador: Ótimo, muito obrigado – muito obrigado pela resposta. Nossa próxima pergunta é de Nicholas Turse, do The Intercept. Por favor, prossiga.

Oi, eu estou – a pergunta é de Nicholas Turse, do The Intercept. Você está nos ouvindo?

Ok, nesse caso, vamos com David Alandete, da ABC Spain.

Pergunta: Oi, você pode me ouvir?

Moderador: Sim, sim, nós podemos.

Pergunta: Obrigado. Obrigado pela coletiva. Embaixador Abrams, você disse ontem e o Departamento do Tesouro deu uma lista de quantos barris, milhões, foram enviados para a África Ocidental, e lemos relatórios sobre barris da PDVSA que acabam na China e na Índia – vimos esses tipos de reportagens. Eu queria perguntar sobre o que pode acontecer, se é que pode acontecer alguma coisa, após esse período de 90 dias às empresas da África Ocidental, da Índia e da China que acabam comprando esse petróleo, mesmo sem saber que é petróleo vindo da Venezuela.

E a segunda questão que gostaria de abordar é: você está considerando outras sanções que podem atingir a indústria do ouro? Lemos muitos relatórios sobre como o ouro sai da Venezuela e como é extraído em circunstâncias muito difíceis.

Muito obrigado novamente por fazer essa coletiva.

Sr. Abrams: Obrigado. Primeiro, é claro que as sanções são contra a Rosneft Trading. Se o que você pode chamar de espectador inocente compra petróleo venezuelano sem saber de onde é, não lida com a Rosneft Trading, isso pode não ser uma violação da sanção. Mas é nossa intenção conversar com os principais consumidores de petróleo venezuelano – e os principais consumidores da Ásia – sobre a redução de seu consumo de petróleo venezuelano. E, claro, o que fizemos ontem foi uma ação específica, mas também foi um sinal de que, como eu disse agora, mais está por vir. Por isso, incentivamos os consumidores, as pessoas que são consumidoras de petróleo venezuelano, a procurar em outro lugar, e acho que qualquer empresa prudente começaria a se afastar do petróleo venezuelano, à medida que planeja seu suprimento de petróleo para o resto de 2020.

Estamos muito preocupados com a questão do ouro por vários motivos. Eu começaria com a questão ecológica. Eu acho que há muitas evidências de que a maneira como o ouro está sendo extraído na Venezuela, principalmente de maneira ilícita, tem um efeito ecológico terrível nas áreas dessa mineração e um efeito terrível nas pessoas que vivem nessas áreas, muitas delas pertencem a grupos indígenas e estão simplesmente sendo afastadas ou tratadas ainda pior do que isso. Trata-se de um comércio ilegal, vemos o regime dar concessão de áreas de mineração de ouro a líderes ou generais do regime, dizendo: Tudo bem, essa área é sua. É uma maneira de comprar lealdade ao regime. E eles essencialmente destroem essas áreas, em um esforço para obter o máximo de ouro o mais rapidamente possível.

Isso é algo que discutimos nas Nações Unidas em setembro e outubro do ano passado e que discutiremos em reuniões na Europa no próximo mês. Portanto, está muito presente em nossa mente, e acho que vamos prestar cada vez mais atenção a isso nos próximos meses.

Moderador: Muito obrigado.

Vamos tentar Nicholas Turse novamente. Nicholas, você está ouvindo?

Pergunta: Sim, estou. Muito obrigado. Sr. Abrams, o senhor teve uma longa carreira no serviço governamental e se envolveu com muitos contextos e países, então, pergunto se o senhor viu algum paralelo entre a situação em que os EUA se encontram em relação à Venezuela e a América Central durante os anos 80 ou o Iraque antes de 2003?

Sr. Abrams: Bem, certamente há um paralelo com muitas situações da América Latina nos últimos anos porque eles – a Venezuela é uma ditadura e tem um regime que está tentando impedir o retorno da democracia e que roubou uma eleição em 2018. Ao longo das décadas, esse tipo de coisa aconteceu na maioria dos países da América Latina. Felizmente, a maioria aconteceu em sistemas democráticos.

Então, eu diria que esse é o – esse é o elo principal, a luta pela democracia e a luta por ter um hemisfério democrático sem países que sejam uma exceção.

Moderador: Ótimo, obrigado. Muito obrigado por essa resposta.

Nossa próxima pergunta vem de Ariela Navarro, da AFP.

Pergunta: Olá, você pode me ouvir?

Moderador: Sim, prossiga.

Pergunta: Olá? Ah, sim. Obrigado pela coletiva. Então, minha pergunta é: qual seria a estratégia dos EUA em relação à Venezuela? Ontem o senhor anunciou que tratará a mídia estatal chinesa como missões estrangeiras. Então, nesse caso, o que acontecerá com a Telesur?

Sr. Abrams: Não tenho nenhum anúncio a ser feito com relação à Telesur, mas estamos analisando com muito cuidado porque temos muitos relatos de que a Telesur não é realmente uma fonte de notícias, é mais do que isso – é análoga aos noticiários chineses – bem, supostamente, fontes de notícias contra as quais os Estados Unidos agiram ontem – isto é, eles tendem a refletir apenas as opiniões de um governo, em vez de realmente serem uma fonte de notícias independente. Então, estamos dando uma olhada cuidadosa na Telesur.

Moderador: Ótimo, muito obrigado.

Vamos fazer outra pergunta que nos foi enviada com antecedência. Esta é de Ibis Leon, do site EfectoCocuyo.com da Venezuela. A pergunta é: “A OFAC liberará recursos da PDVSA que estão em contas congeladas para apoiar as operações de um governo interino de Juan Guaido?”

Sr. Abrams: De um modo geral, a questão relativa às contas congeladas é que a Venezuela é um país com uma dívida enorme e a empresa PDVSA, companhia estatal de petróleo, também tem dívidas enormes. Quando as contas congeladas são descongeladas, o que eu acho que vai acontecer é que os credores tentarão pular imediatamente nessas contas para recuperar seu dinheiro. E em vários casos, os credores já foram ao tribunal nos Estados Unidos e já receberam sentenças judiciais de que sim, eles devem ser pagos, mas não receberam ​​porque todo o dinheiro está congelado. Portanto, se o dinheiro for descongelado, não está claro que ele iria para o governo interino em vez de ser apreendido ou recongelado para beneficiar os credores comerciais.

Moderador: Muito obrigado. Nossa próxima pergunta vem de Daria Ryazhskikh, da TASS. Por favor, prossiga.

Pergunta: Oi, você pode me ouvir?

Moderador: Por favor, prossiga.

Pergunta: Aqui na verdade é Dmitry Kearson, da TASS, em vez de Daria. Obrigado pela coletiva. Embaixador, o senhor está ciente de que a Venezuela entrou com um processo contra os EUA no Tribunal Penal Internacional há alguns dias, eu acho. Queria saber sua posição e também gostaria de perguntar se o senhor tem algo a dizer sobre a intenção da Venezuela de acrescentar uma queixa relacionada às sanções contra a Rosneft Trading a esse processo – neste caso no TPI.

Sr. Abrams: Sim, obrigado. Eu acho – eu acho um absurdo. Vários países latino-americanos levaram o regime de Maduro ao Tribunal Penal Internacional. Então, o regime reage dizendo que as sanções econômicas por parte dos Estados Unidos são, sei lá, algum tipo de crime. E o ministro das Relações Exteriores do regime disse isso novamente ontem.

É um absurdo, então não prestamos atenção a isso. E acrescentar ao Tribunal Penal Internacional sanções contra a Rosneft Trading é igualmente ridículo. Então eu acho que é um gesto tolo da parte do regime.

Moderador: Obrigado. Nossa próxima pergunta é de Gabriela Perozo, da VPITV.

Pergunta: Gabriela Perozo.

Moderador: Sim.

Pergunta: Olá. Muito obrigada, Sr. Abrams. O que o senhor espera do governo da Rússia a partir de agora? Essas sanções dos EUA não são permanentes, têm a intenção de mudar um comportamento. O senhor acha que a Rússia está disposta a participar de uma transição na Venezuela? É verdade que na última visita de [inaudível] a Caracas, eles pediram eleições presidenciais para Maduro? Muito obrigada.

Sr. Abrams: Obrigado. Bem, espero que a resposta à sua pergunta seja ou possa ser positiva – isto é, ajudaria muito se, de maneira pública ou privada, o governo russo, que é um apoiador extremamente importante do regime de Maduro, dissesse ao regime: “Olha, o país está sendo gravemente danificado”. É hora de ter uma eleição presidencial e procurar uma saída para esta crise. Certamente não é isso que o governo da Rússia está dizendo publicamente. E ontem, em reação às sanções contra a Rosneft, houve uma declaração de que as sanções não afetariam as relações russo-venezuelanas.

Você está certa ao dizer que o objetivo das sanções é mudar o comportamento. Elas nunca devem ser permanentes. E, neste caso, o objetivo é forçar o regime Maduro a negociar uma eleição presidencial, porque uma eleição presidencial é a melhor saída. É uma maneira pacífica de sair da crise atual.

Por isso, esperamos que o governo da Federação Russa dê esse conselho ao regime Maduro. Ainda não vimos isso, mas seria uma contribuição muito positiva.

Moderador: Ok, nossa próxima pergunta foi enviada por Jose De Haro, do elEconomist da Espanha, e a pergunta é: “Qual é a posição dos EUA em relação à Espanha quando se trata da Venezuela após os últimos acontecimentos?”

Sr. Abrams: Primeiro, a Espanha, como um país democrático e membro da UE, reconhece a terrível crise da Venezuela e o fato de que a Venezuela não é uma democracia e recentemente se referiu de novo a Juan Guaido como presidente interino da Venezuela, líder da oposição e presidente da Assembleia Nacional. Então, eu diria que a posição dos Estados Unidos e de todos os países membros da UE e da própria UE é basicamente a mesma. Isso não muda por causa das sanções à Rosneft. Temos um diálogo regular com o governo da Espanha sobre, como você pode imaginar, sobre dezenas e dezenas de questões. Uma delas é a Venezuela, que dá à Espanha muita preocupação, em parte porque há muitos cidadãos espanhóis vivendo na Venezuela. Então, continuamos a conversar com a Espanha sobre a Venezuela. Acho que paro por aqui.

Moderador: Muito bom. Obrigado. Nossa última pergunta do dia será para Jorge Agobian, da VOA.

Pergunta: Olá, bom dia. Obrigado, embaixador, pela coletiva. Ontem você mencionou ou disse que não comentaria a Chevron. Mas a Embaixada da Rússia reagiu ontem dizendo que os Estados Unidos sancionam empresas russas, mas não os americanos que estão trabalhando agora na Venezuela. O que será – minha pergunta é: qual será o futuro da Chevron na Venezuela?

Sr. Abrams: Nós nunca falamos sobre atividades futuras como essa. Nunca anunciamos sanções futuras. Mas conversaremos agora, após as sanções à Rosneft, sobre todas as partes afetadas. Isso inclui parceiros de joint venture. Isso inclui empresas americanas, empresas europeias que atuam na Venezuela. Isso inclui clientes da Rosneft Trading. Portanto, teremos uma conversa com a Chevron como uma das muitas empresas afetadas. Mas essa será uma conversa particular. E quanto ao que está por vir em fevereiro, março, abril e maio, anunciaremos essas coisas quando chegarmos lá.

Moderador: Muito obrigado. Essa foi, de fato, a última pergunta que temos tempo de responder hoje. Representante Especial Abrams, você tem alguma palavra final?

Sr. Abrams: Eu diria duas coisas. Primeiro, uma pergunta geral, claro, seria “por que sancionar alguém?”. Qual é o propósito das sanções? E vale repetir: as sanções são facilmente reversíveis. Elas são feitas para serem temporárias. Nesse caso, o objetivo das sanções é forçar o regime em Caracas a fazer algo que ainda não queria, que é negociar uma nova eleição presidencial justa e livre que permita à Venezuela emergir de sua atual crise.

A segunda coisa que eu queria concluir era apenas dizer que o que aconteceu ontem foi um passo. Haverá outros passos. Haverá outros alvos. Haverá mais sanções. A pressão não cessará até que a Venezuela volte a recuperar sua democracia. E é digno de nota – acho que muitos de vocês já viram o presidente interino Guaido no discurso do Estado da União. E muitos venezuelanos comentaram comigo que o que os impressionou foi que todos os senadores e representantes se levantaram para aplaudir.

A causa da democracia na Venezuela realmente permanece, mesmo em Washington, que está politicamente dividido, esta é uma causa completamente bipartidária, o que é uma boa notícia para a causa da democracia na Venezuela e para todos os venezuelanos. Obrigado.

Moderador: Eu gostaria de agradecer ao representante especial Abrams por se juntar a nós hoje e agradecer a todos os repórteres da coletiva por telefone por sua participação e por suas perguntas.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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