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PRONUNCIAMENTO Secretário Michael R. Pompeo Coletiva de imprensa

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DEPARTAMENTO DE ESTADO DOS EUA
Escritório do Porta-Voz
Washington, DC
25 de março de 2020

Sala de Imprensa

 

SECRETÁRIO POMPEO: Bom dia a todos. Antes de recapitular a reunião ministerial de hoje, quero abordar o ataque reivindicado pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante-Khorasan (EIIL-K) no Afeganistão. Os Estados Unidos condenam o terrível ataque do EIIL-K a um templo e um centro comunitário siques em Cabul nesta manhã, que matou mais de duas dúzias de pessoas inocentes. O povo afegão merece um futuro livre do EIIL-K e de outras atividades terroristas. Apesar dos desafios políticos do país, o processo de paz afegão que se encontra em curso continua sendo a principal oportunidade para os afegãos se unirem a fim de negociar um acordo político e construir uma frente unificada contra a ameaça do EIIL-K. Incentivamos todos os afegãos a abraçar esta oportunidade.

Agora passando para a reunião hoje.

A Reunião Ministerial Virtual do G7 de hoje não era o formato que tínhamos previsto quando a elaboramos, mas estou feliz por termos tido a chance de nos reunir, mesmo que seja através de teleconferência.

Quero agradecer às pessoas em Pittsburgh por seu apoio e sua ajuda no planejamento do evento presencial que infelizmente tivemos de cancelar. Certamente, o item da agenda mais urgente hoje foi o vírus de Wuhan – algo com o qual estamos comprometidos em lutar com transparência, o quanto for necessário em todo o mundo.

Deixei claro para nossos parceiros do G7 – especialmente para nossos amigos na Itália e no restante da Europa – que os Estados Unidos continuam comprometidos em ajudá-los de todas as maneiras possíveis. No sábado passado, a Força Aérea dos Estados Unidos enviou uma aeronave C-130 repleta de suprimentos médicos para a Itália. As Forças Armadas dos EUA também estão finalizando os planos de enviar parte do excesso de equipamentos médicos para nossos amigos italianos.

Além disso, nossas empresas privadas, a comunidade científica, ONGs e organizações religiosas estão respondendo ao chamado para ajudar. A Bolsa do Samaritano, instituição beneficente privada dos EUA, montou um hospital de campanha com 68 leitos em Cremona, cidade particularmente atingida de maneira grave no norte da Itália. Essa é a famosa generosidade do povo americano naquilo que tem de melhor.

Mesmo despendendo um tempo substancial trabalhando para descobrir como combateríamos esse vírus juntos, ainda estamos de olho nos outros grandes desafios do mundo, que agrupei em categorias:

Em primeiro lugar, dedicamos uma quantidade substancial de tempo lidando com ameaças impostas por Estados autoritários. O Partido Comunista Chinês (PCC) representa uma ameaça substancial à nossa saúde e ao nosso modo de vida, como demonstrou claramente o surto do vírus de Wuhan. O PCC também ameaça minar a ordem livre e aberta que tem sustentado nossa prosperidade e segurança mútuas nos países do G7.

Exortei cada um dos países a trabalhar em conjunto com o objetivo de proteger a ONU e outras organizações da influência maligna e do autoritarismo do PCC. Nós, países do G7, devemos promover nossos valores compartilhados de liberdade, soberania, boa governança, transparência e responsabilidade, e pressionar a ONU para que também defenda esses princípios.

O grupo também falou muito sobre a Rússia e a responsabilizou por sua agressão na Ucrânia. O progresso real no Leste da Ucrânia deve começar com a Rússia honrando seus compromissos nos termos dos acordos de Minsk. Também reiterei a simples verdade: Crimeia é Ucrânia. Os Estados Unidos nunca reconhecerão a tentativa de anexação por parte da Rússia.

Também passamos um certo tempo conversando sobre uma outra série de desafios impostos pela proliferação ilegal.

Sobre o Irã, agradeci aos países pelo regime – responsabilizando o regime por suas atividades malignas através de ações como o bloqueio contra a Mahan Air e a designação de todo o Hezbollah, e outros grupos terroristas financiados pelo Irã, como organizações terroristas.

Nossa campanha de pressão permanece destinada a induzir o Irã a agir como um país normal. Pedi a nossos parceiros do G7 que se juntassem a nós – e eles deveriam apoiar especialmente os EUA para garantir que o Irã nunca obtenha uma arma nuclear.

Da mesma forma, o G7 e todas as nações devem permanecer unidos ao conclamar a Coreia do Norte a retornar às negociações e manter o compromisso de exercer pressão diplomática e econômica em relação a seus programas ilegais de mísseis nucleares e balísticos.

Outra tarefa à nossa frente que discutimos amplamente foi resolver os seguintes conflitos de longa data:

Sobre o Afeganistão, discutimos o processo de paz. Eu lhes falei sobre minha recente visita e sobre como podemos tornar as negociações internas do Afeganistão realmente bem-sucedidas.

Também despendemos um certo tempo discutindo a Síria, onde a Rússia, o regime iraniano, o Hezbollah e o regime de Assad estão ameaçando a Europa com um desastre humanitário e impedindo uma solução política de acordo com a Resolução 2254 do Conselho de Segurança da ONU.

Falamos sobre a Líbia. Líderes desse país devem agir com moderação, distensionar e rejeitar a interferência estrangeira tóxica, e se engajar seriamente em discussões mediadas pela ONU a fim de determinar o futuro da Líbia.

E quanto à Birmânia, o grupo se uniu – uniu em apoio à transição democrática da Birmânia, a suas reformas econômicas e a seus esforços que visem resistir influências malignas.

A Birmânia deve resolver a crise do estado de Rakhine, assegurando e incluindo justiça às vítimas de atrocidades e [exigir] prestação de contas aos responsáveis – inclusive líderes militares sêniores.

E, finalmente, concordamos em continuar lutando vigorosamente contra o terrorismo. Ataques terroristas por parte do EI – como o que eu mencionei ao iniciar minha conversa hoje – e da Al Qaeda estão se intensificando no Sahel. A região precisa de uma melhor governança e de compartilhamento do ônus com nossos parceiros – tanto no âmbito regional como global – a fim de restaurar a paz e a estabilidade. Signatários do Acordo de Argel para a Paz e a Reconciliação no Mali devem implementar plenamente esse acordo.

Mesmo não conseguindo nos reunir presencialmente, tivemos uma visita bem-sucedida. E o governo Trump permanece dedicado a nossos aliados e parceiros, e a trabalhar com eles nesses tipos de formatos multilaterais produtivos.

E com isso, fico feliz em responder a algumas perguntas.

[Question-and-answer portion of briefing omitted]


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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