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TELECONFERÊNCIA ESPECIAL Embaixadora Kelley E. Currie Embaixadora-Geral para Questões Globais das Mulheres

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Departamento de Estado dos Estados Unidos
Para Divulgação Imediata
15 de outubro de 2020
Centro de Mídia Regional da África

 

Moderadora:  Bom dia a todos do Centro de Mídia Regional da África do Departamento de Estado dos EUA. Gostaria de dar as boas-vindas aos nossos participantes de todo o continente e agradecer a todos por participarem nesta discussão.

Hoje temos o prazer de contar com a companhia da Embaixadora Kelley Currie, Embaixadora- Geral para Questões Globais da Mulher do Gabinete de Questões Globais da Mulher do Departamento de Estado dos EUA. A Embaixadora Currie discutirá como os Estados Unidos estão a implementar a agenda da Mulher, Paz e Segurança para defender a participação das mulheres na prevenção e resolução de conflitos no continente africano. A Embaixadora Currie junta-se a nós desde Washington, D.C.

Começaremos a teleconferência de hoje com os comentários iniciais da Embaixadora Currie; e depois passaremos às vossas perguntas. Tentaremos alcançar o maior número possível no tempo que reservámos. A qualquer momento durante a conferência, se quiserem fazer uma pergunta ao vivo, indiquem clicando no botão “levantar a mão” e digitando o vosso nome, órgão de comunicação e localização na guia “perguntas e respostas”.

Em alternativa, podem digitar a vossa pergunta completa diretamente na seção de perguntas e respostas para que eu leia para a nossa interlocutora. Mais uma vez, incluam o vosso nome, órgão de comunicação e localização ao fazer isso. Se desejarem participar na pergunta – junte-se à conversa no Twitter, por favor use a hashtag #AFHubPress e siga-nos no twitter @StateGWI e @AfricaMediaHub.

Gostaria de recordar que a conferência de hoje é on the record. E com isso, passo a palavra à Embaixadora Currie para os seus comentários iniciais.

Embaixadora Currie:  Muito obrigada, Marissa, e agradeço a todos por aguentarem enquanto nós – pelo nosso atraso. Na verdade, tivemos uma simulação de incêndio esta manhã no Departamento de Estado às 8 horas com o qual não contávamos, então agradeço a todos por terem tido paciência e nos deixarem começar um pouco mais tarde hoje.

Como disse a Marissa, sou Kelley Currie, Embaixadora-Geral aqui no Departamento de Estado para as Questões Globais da Mulher. E este outubro é um mês muito importante para nós aqui no meu Gabinete, pois assinalamos o 20º aniversário da Resolução sobre Mulheres, Paz e Segurança no Conselho de Segurança, UNSCR 1325, como o chamamos aqui no nosso Gabinete e como é conhecido em todo o mundo das mulheres, paz e segurança mundial, que é um mundo que – uma comunidade de prática e uma comunidade de interesses que cresceu dramaticamente nos últimos 20 anos, incluindo e de algumas maneiras especialmente em todo o continente africano.

Estamos muito satisfeitos por celebrar este importante aniversário neste mês, este grande marco de duas décadas de mulheres, paz e segurança sendo consagrados na agenda do Conselho de Segurança. E temos muito que falar sobre como os Estados Unidos lideraram essa questão desde o passado – desde antes da aprovação do 1325 e continuam a trabalhar arduamente para implementar esse item essencial desta agenda.

Recentemente, em 2017, quando o presidente Trump assinou a Lei da Mulher, Paz e Segurança, aprovada por uma grande maioria bipartidária aqui no Congresso dos Estados Unidos, tornamo-nos no primeiro país do mundo a consagrar essa agenda na nossa legislação nacional. E embora a resolução, UNSCR 1325, exija que os países desenvolvam planos de ação nacionais, que temos desde 2000, estamos realmente satisfeitos por realmente ter isso como parte de nossa legislação nacional e ter requisitos legais para nossa política externa e agências de segurança nacional para implementar essa agenda na nossa política externa e infraestrutura de segurança nacional. E assim, temos feito isso ao longo deste governo de algumas formas realmente importantes.

Uma das formas é garantir que os nossos diplomatas, o nosso pessoal, seja no Departamento de Defesa ou aqui no Departamento de Estado ou na nossa Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional, estejam preparados para se envolverem nessa agenda e incorporá-la em todo o seu trabalho. E isso é especialmente verdadeiro em estados frágeis e afetados por conflitos, mas na verdade funciona em toda a nossa agenda diplomática. Porque as mulheres – certificando-nos de que as vozes das mulheres sejam ouvidas em decisões importantes sobre as suas sociedades, inclusive sobre decisões de segurança, que as mulheres sejam capazes de participar plenamente nas forças armadas do seu país e tomar decisões – e participar nas mesas importantes onde as decisões são tomadas – é crítica em todos os países do mundo, inclusive aqui nos Estados Unidos.

Portanto, temos um forte foco interno nas nossas próprias instituições para garantir que estejam adequadas ao propósito de cumprir plenamente essa agenda, mas também estamos a trabalhar com parceiros em todo o mundo para implementar essa agenda. E temos programas ativos de mulheres, paz e segurança em andamento em 30 países que só o Departamento de Estado está a fazer, e quando olho para esta questão – acabámos de fazer uma chamada de dados que estamos a fornecer à Casa Branca que acompanha essa agenda de perto . Temos tantas coisas a acontecer em todo o mundo que é quase impossível para mim acompanhar em certos dias. O pedido de colaboração por parte dos nossos parceiros em todo o mundo é tão forte para trabalhar connosco que, na verdade, há dias em que não conseguimos acompanhá-lo. [Risos.]

Então, estou muito orgulhosa por poder falar sobre o trabalho que estamos a fazer aqui, de como é importante para o Departamento de Estado, mas prefiro responder às vossas perguntas e entrar em alguns detalhes específicos convosco, se possível. Então, Marissa, se eu puder devolver-lhe a palavra para prosseguirmos, seria ótimo.

Moderadora:  Com certeza. Obrigada, Embaixadora Currie. Agora começaremos a parte de perguntas e respostas da teleconferência de hoje. Para os que farão perguntas, indiquem se gostariam de fazer uma pergunta e, em seguida, digitem o vosso nome, localização e afiliação. Pedimos que se limite a uma pergunta relacionada com o tópico da conferência de hoje: programas internacionais em África sob a Estratégia Nacional dos Estados Unidos para Mulheres, Paz e Segurança 2019; atualizações sobre as forças de paz da ONU no continente; e esforços para proteger as mulheres afetadas por conflitos da violência de género.

Vamos ao vivo para a nossa primeira pergunta. A nossa primeira pergunta vai para o Sr. Bereket Sisay, da Ethiopian News Agency, com sede na Etiópia. A pergunta é: “Como estão a ajudar as mulheres a fazer parte dos processos de prevenção de conflitos e construção da paz?”

Embaixadora Currie:  Bem, isso é realmente uma grande parte do que estamos a fazer. Estamos a trabalhar em diferentes vetores, incluindo – e vou dar-lhes alguns ótimos exemplos de África onde estamos a fazer isso. Por exemplo, no Quénia e na África Oriental, estamos a trabalhar com o programa de prevenção de extremismo violento de mulheres em parceria com o Instituto da Paz dos EUA. E este programa apoia uma grande rede chamada Irmãs Sem Fronteiras, e elas estão a trabalhar na prevenção e combate ao extremismo violento e a apoiar as mulheres que estão a trabalhar nesta área no Chifre da África. Portanto, esta é uma iniciativa realmente excelente em que eles têm feito – eles fazem de tudo, desde arte de rua com murais em cidades a formação e vídeos que ajudam a aumentar a consciencialização e a fornecer às mulheres ferramentas para se envolverem em diferentes processos de paz. No Sudão, por exemplo, outro país de grande preocupação para nós e onde estamos a trabalhar em muitas frentes diferentes, o nosso Gabinete está a apoiar o trabalho para mulheres – para mulheres sudanesas para prevenir e mitigar a violência e o conflito fazendo parceria com redes da sociedade civil já existentes.

Então, isso é algo que fazemos bastante. Trabalhamos com organizações locais de mulheres para ver o que elas precisam e para ajudar a fornecer-lhes as ferramentas que lhes darão o poder e a ação para levar adiante as suas próprias agendas. Porque isso não é realmente sobre nós; trata-se de garantir que as mulheres nesses estados frágeis e afetados por conflitos tenham as ferramentas de que precisam e o apoio de que precisam.

Então, estamos – temos trabalhado com elas com capacitação e formação para que sejam capazes de falar por si mesmas e de se envolverem nesses processos que estão a acontecer no Sudão, seja o processo de paz ou a transição para a autogovernança democrática que vimos a África do Sul passar – ou o Sudão, peço desculpa, passar nos últimos dois anos. E assim, temos trabalhado com elas também para superar – uma das funções que podemos desempenhar é como facilitadores quando você tem grupos que são – que têm uma história de conflito e onde podemos ajudar a reunir mulheres de diferentes etnias e tradições religiosas e ajudá-las a encontrar a sua causa comum e trabalhar juntas em aliança. E estamos a fazer isso no Sudão, sobretudo.

Nós também – um dos outros grandes programas que temos na África é o programa Women and Girls Empowered WAGE – que trabalha com questões transversais e tudo, desde violência sexual e de género até o combate ao extremismo violento. E isso é realmente ótimo – nós – é tipo, eu odeio essa palavra, mas chamá-lo de kit de ferramentas é ótimo – é realmente muito preciso neste contexto porque é – tem muitas possibilidades diferentes e pode ser adaptado a contextos diferentes em que está a funcionar. Portanto, no Sudão, é realmente focado nas questões que são relevantes no Sudão, seja ele – e ele – e especialmente lidar com esta transição de uma ditadura islâmica para uma mais plural e – um ambiente plural e democrático. Portanto, estamos muito entusiasmados com o trabalho que podemos fazer no Sudão agora.

Moderadora:  Fantástico. Que bom que mencionou o programa WAGE porque 12 de outubro foi o Dia Internacional da Menina, e muitas pessoas questionaram, bem, o que estamos a fazer – estamos a fazer muitas coisas relacionadas com o empoderamento das mulheres, mas o que estamos a fazer em relação às meninas? Portanto, é um programa incrível e espero que – é uma ferramenta nesse kit de ferramentas, que seja algo que possamos realmente espalhar para vários países e que esteja aberto em todo o continente.

A nossa próxima pergunta foi enviada do Ruanda, do Sr. Dusabemungu Ange de la Victoire do Top Africa News. A sua pergunta é: “O Ruanda é um dos países que promove as mulheres na manutenção da paz. O que tem a dizer sobre o papel do Ruanda nisso? E que ajuda planeia dar ao Ruanda para continuar este programa?”

Embaixadora Currie:  Bem, sabemos que o Ruanda tem sido um grande país que contribui com TCC [País que Contribui com Forças Militares] e fez um trabalho tremendo, inclusive apoiando as mulheres na manutenção da paz, que é uma área muito importante que nós, nos Estados Unidos, também apoiamos fortemente. Fazemos muita formação com os nossos parceiros, incluindo o Ruanda, para garantir que não apenas as mulheres que participam diretamente da manutenção da paz, mas também os homens que participam delas, estejam prontos para capacitar e apoiar esse esforço.

Vimos de forma muito crítica que, quando as mulheres participam da manutenção da paz, os níveis de violência sexual e relacionada ao género diminuem; os níveis de exploração e abuso sexual diminuem. Uma das coisas que observamos – e você vê isso. Quero dizer, ainda temos enormes desafios, obviamente, com abuso e exploração sexual, como vimos recentemente na República Democrática do Congo. Mas o que vimos é que fizemos um esforço concertado com a manutenção da paz e realmente aumentámos o número de mulheres que estão diretamente envolvidas na manutenção da paz, não apenas como agentes de manutenção da paz individualmente, mas em toda a cadeia de comando e como a própria ONU assumiu um compromisso real – mais uma vez, por meio da liderança do Conselho de Segurança – de fornecer as ferramentas para as mulheres serem agentes de manutenção da paz, incluindo a garantia de que tivessem chuveiros e dormitórios separados e coisas simples como essa quando começámos a ter mulheres agentes de manutenção da paz, elas não tinham lugar para ir à casa-de-banho, tinham que usar o mesmo – estar nas mesmas instalações que os homens e não era – não funcionava muito bem.

Portanto, aprendemos muitas lições nos últimos 20 anos, com certeza, e o Ruanda foi essencial para nos ajudar a fazer isso. Portanto, estamos entusiasmados por ter essa parceria contínua. Mas o que vimos é que os níveis de abuso e exploração sexual envolvidos nas tropas de manutenção da paz diminuíram drasticamente, uma vez que realmente fizemos um esforço conjunto para incorporar mais mulheres diretamente na manutenção da paz em todos os papéis e níveis.

O que estamos a ver agora é que precisamos fazer um trabalho melhor em todo o espectro humanitário para garantir que esse terrível problema seja totalmente eliminado do espaço humanitário. Mas a manutenção da paz abriu o caminho e agora precisamos tirar algumas dessas lições importantes da manutenção da paz para o resto do espaço humanitário, incluindo sobre responsabilização. E uma coisa que vimos com a ONU é que eles não têm medo agora de isolar países, isolar unidades e enviar pessoas de volta se estiverem envolvidas em comportamentos inadequados e que enfraquecem a missão. E nós realmente precisamos ver que a responsabilização se torne a norma em todo o espaço humanitário também.

Moderadora: Se pudéssemos seguir as linhas do que mencionou sobre pluralismo e ter mais mulheres ao longo dessa cadeia de autoridade e hierarquia quando se trata de manutenção da paz. Como é a inclusão? A senhora mencionou algumas coisas que eu não acho que o mundo comum da manutenção da paz pense: os problemas da casa-de-banho e todas as coisas relacionadas a isso que fazem uma grande diferença para garantir que o aspecto de inclusão das mulheres seja algo a que estamos atentos. Poderia descrever um pouco mais sobre como é essa inclusão em ambientes complexos, especificamente relacionados com conflitos, que precisam de atenção urgente?

Embaixadora Currie:  Bem, vimos, por exemplo, em lugares como o Sudão do Sul, onde temos um destacamento de mulheres agentes de manutenção da paz, e elas têm sido capazes de ir às comunidades lá e abordar questões que agentes de manutenção da paz comuns, unidades regulares de manutenção da paz, ou mistos ou unidades masculinas de manutenção da paz não conseguiram, incluindo lidar com certas crises em torno da violência sexual e violência baseada em género.

Vemos que, por exemplo, quando as mulheres estão presentes em unidades de manutenção da paz, sejam unidades militarizadas ou policiais civis – e as unidades de política civil são especialmente importantes porque, especialmente à medida que avançamos em direção a um ambiente mais misto, onde não estamos a fornecer o mesmo tipo de segurança militar, mas como veremos, como, com o Sudão, onde estamos a mover-nos em direção a uma missão política especial e longe de um contexto de manutenção da paz tradicional, a necessidade de unidades políticas civis integradas só para mulheres disparou porque naquelas – nesses ambientes mistos, nesses ambientes de transição, as necessidades são diferentes. E mulheres policiais – Bangladesh vem-me à ideia como um país que tem um grande número de mulheres policiais e contribuiu muito com o aprendizado para este processo sobre como incorporar mulheres em unidades mistas e o que uma unidade exclusivamente feminina pode fazer no – no terreno.

Então, acho que continuamos a aprender. É sobre ter certeza de que as mulheres estão em posições de tomada de decisões também, porque então elas podem dizer o que precisam e você não precisa tentar descobrir com base na experiência; você tem mulheres liderando o ataque. Acho que foi importante também ver como no Conselho de Segurança, é onde, quando essas missões são planeadas, quando olhamos para o Departamento de Operações de Manutenção da Paz e tendo mulheres fortes em cargos na DPPA, o Departamento de Manutenção da Paz e Assuntos Políticos da ONU – e francamente, a ênfase do próprio Secretário-Geral nas mulheres – no empoderamento das mulheres tem sido muito importante.

E creio que isso é algo que todos nós – o papel que – o que vemos a uma distância de 20 anos atrás é um tremendo nível de consciência agora em torno da necessidade de as mulheres participarem totalmente e se integrarem a todas essas decisões e todos esses processos. E ainda não chegamos lá; quer dizer, eu não quero exagerar. Mas de onde viemos e onde estamos, você apenas vê uma grande diferença em torno disso, ao ponto em que é dado como certo em alguns casos que não fazemos – que as mulheres estarão na mesa ou as mulheres têm que fazer parte da tomada de decisão. E é assim que o verdadeiro pluralismo será, quando for totalmente assumido que as mulheres têm um – têm um papel igual e crítico na tomada de todas as decisões em torno da paz e segurança.

Moderadora:  Obrigada. Obrigada. Quero apenas lembrar aos nossos participantes, aos nossos jornalistas, que se quiserem fazer uma pergunta, por favor, apertem o botão “levantar a mão”. Estamos realmente ansiosos para ouvi-los e ouvir as vossas perguntas. A Embaixadora Currie realmente revelou muito sobre o que os EUA estão fazendo em termos de inclusão e garantindo que as mulheres estejam à mesa quando se trata de paz – questões de paz e segurança.

Vamos responder a uma pergunta que foi enviada da Alemanha, de Vivienne Machi, uma repórter freelance. A sua pergunta é: “Como a agenda das mulheres, paz e segurança pode funcionar em conjunto com os militares dos EUA em África para tentar prevenir o aumento da atividade terrorista doméstica, já que os países africanos continuarão a enfrentar o COVID-19, mudanças climáticas, segurança alimentar e, honestamente, uma série de outras coisas?”

Embaixadora Currie:  Essa é uma ótima pergunta, Vivienne. Obrigada. Nós – os nossos parceiros no Departamento de Defesa estão tão entusiasmados com isso – sobre essa agenda, e não poderíamos pedir um conjunto melhor de parceiros do que nossos colegas no Departamento de Defesa. Os comandos combatentes, em particular, têm adotado com entusiasmo a agenda das mulheres, paz e segurança. Eles vêem isso como uma forma crucial de se envolver com as comunidades locais com as quais precisam trabalhar, e vêem isso como um ótimo – um ótimo ponto de entrada para trabalhar com as comunidades em questões críticas, seja combatendo o extremismo violento ou respondendo a algumas das necessidades humanitárias que você identificou.

Estamos realmente entusiasmados com o nível de cooperação que temos com o DOD, e aqui no Departamento de Estado, o nosso máximo – um dos nossos maiores impulsionadores sobre mulheres, paz e segurança é o nosso Gabinete de Assuntos Político-Militares, que basicamente serve como a ponte entre o Departamento de Estado e o Departamento de Defesa (DOD) em questões de formação. Eles são responsáveis ​​pelo nosso centro de treino de manutenção da paz, onde fazemos muitos treinos para unidades de manutenção da paz. E eles têm estado, novamente, entre os mais entusiastas adeptos da agenda das mulheres, paz e segurança. Eles são nossos maiores impulsionadores aqui no Departamento de Estado. Então, nós realmente – nós vêmo-los trabalhar em tudo isso – em todas essas questões com países parceiros sobretudo.

Um de nossos maiores desafios e uma de nossas maiores áreas de foco é trabalhar com países parceiros para melhorar a capacidade de resposta de seus serviços de segurança a essas questões para eliminar a necessidade de envolvimento direto dos EUA ou apoio direto dos EUA, para que os países possam se manter por si mesmos. E assim, continuamos a trabalhar com serviços de segurança em todo o continente para ajudar a desenvolver as suas capacidades.

Eu estive em – quando estive em Addis em fevereiro, por acaso estive lá – com o Secretário de Estado, mas também estávamos lá num momento em que o Departamento de Defesa estava a organizar um programa de treino em toda a África e envolvimento com as forças armadas em todo o continente. E foi ótimo ver o número de mulheres de países parceiros africanos que estavam a participar, e vê-las – todas as diferentes forças armadas africanas nos seus uniformes andando pelo centro de conferências e envolvendo-se com as nossas próprias forças.

E assim vemos – temos uma grande variedade de parceiros com as forças armadas em todo o continente africano, e continuamos a trabalhar com eles para desenvolver suas capacidades de resposta a esses desafios, especialmente na área de combate ao extremismo violento, onde nós ver que o conhecimento baseado na comunidade envolvendo as comunidades nessas áreas são – é absolutamente crítico para pará-lo. São problemas que não vão ser resolvidos pela força militar. Eles devem ser tratados no nível da comunidade. E tanto nós do Departamento de Estado como os nossos colegas da Defesa entendemos isso muito bem.

Moderadora:  Excelente. Por falar na Etiópia, vamos responder novamente ao vivo a um jornalista da Etiópia, Bereket Sisay. Bereket, deixe-me – a palavra é sua. Bereket, pode fazer a pergunta. Reative o seu som. Eu acho – vamos ver.

Questão:  Olá. Acho que você ativou o meu som. É a Pearl.

Moderadora:  OK. Bem, Pearl, vamos falar consigo e depois voltamos ao Bereket. Então, estamos no Zimbabué agora.

Questão:  Certo. 

Moderadora:  Pode avançar, Pearl.

Questão:  OK. Obrigada. Bom dia, Embaixadora. É ótimo falar consigo novamente. Tenho uma pergunta sobre a participação cívica. Muitas mulheres enfrentarão o obstáculo cívico de participar e ser – ou ser impedidas de participar de processos eleitorais durante o COVID. A Tanzânia está a ter eleições; o Uganda terá eleições; no Zimbabué, eleições parciais em que os candidatos – eles estão a tentar preencher as vagas entre as eleições gerais que agora foram vedadas. Estes são apenas alguns exemplos antes do fim de 2020. A senhora pode comentar sobre a participação em processos eleitorais, exclusão ou obstáculos, e a situação das mulheres a este respeito?

Embaixadora Currie:  Obrigada por essa excelente pergunta, Pearl. Você sempre tem essas perguntas boas para nós. Obviamente, estamos a acompanhar todos esses contextos eleitorais com grande preocupação. Temos trabalhado – trabalhamos em parceria com nosso Gabinete para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, que lidera as questões eleitorais. E eles levam muito a sério a participação das mulheres e a liderança política das mulheres, assim como nós.

E então, mais uma vez, este é um componente crítico das mulheres, paz e segurança, porque se as mulheres não forem autorizadas a participar plenamente nos processos eleitorais, se não forem autorizadas a concorrer, se não puderem fazer parte plenamente de partidos políticos e fazer parte da infraestrutura do poder político nesses países, como podem elas fazer as suas vozes serem ouvidas? E realmente estamos – investimos muito apoio nos processos eleitorais e no trabalho com organizações regionais em particular, para garantir que esses processos sejam inclusivos e dêem às mulheres a oportunidade de participar.

Com o COVID como desafio adicional, acho que todos os países que estão em eleições estão a enfrentar desafios com isso. Estamos, eu sei, a trabalhar em todos esses contextos para tentar ter certeza de que estamos a apoiar aqueles que acreditam na democracia e que acreditam no direito ao voto e – e a proteger a franquia. Mas estamos a falar de países onde a liderança não está aberta à participação plural plena em primeiro lugar. O problema da participação das mulheres é parte de um padrão mais amplo de governança abusiva, e também estamos a tentar resolver isso.

Como sabem, no Zimbabué em particular, impusemos uma série de sanções e várias – tomamos várias medidas para resolver o que consideramos práticas problemáticas por parte do governo local. Também nos envolvemos com o Uganda e a Tanzânia sobre nossas preocupações com relação às práticas eleitorais e outras práticas políticas que consideramos problemáticas. Temos um novo embaixador na Tanzânia, que tem estado muito ativo no envolvimento não apenas com as organizações de mulheres lá, mas também no envolvimento do governo, apesar do bloqueio do COVID e das restrições que lhe foram impostas, para exercer pressão sobre alguns dos comportamentos preocupantes que temos visto ali.

Nós – mas estamos a observar esses contextos muito de perto. Estamos – estamos muito preocupados com as restrições e algumas das táticas que vemos a ser implantadas, incluindo o que eu percebi apenas esta semana no Uganda, em que vimos detenções adicionais e algumas outras ações preocupantes. E estamos a observar essas coisas de perto com grande preocupação. Obrigada.

Moderadora:  Obrigada. Agora vamos voltar para a Etiópia, para Bereket. Bereket, deve ser capaz de falar agora. Bereket Sisay, da Ethiopian News Agency. Pode prosseguir, Bereket.

Questão:  Sim?

Moderadora: Estamos a ouvi-lo. Prossiga.

Questão:  Certo. Muito obrigado. O meu nome é Bereket, sou da Ethiopian News Agency. A minha pergunta é: a Etiópia como um dos principais contribuidores de tropas em África sob os mandatos das Nações Unidas, e há muitas mulheres – podemos ver que um número significativo de mulheres realmente participa desse espectro. Então, como é que a senhora vê isso e que tipo de ajuda vai apoiar para a Etiópia, que é minha primeira pergunta.  E a segunda é: Quando se trata da Etiópia, especificamente, ainda há uma parcela muito pequena de mulheres que realmente participa do processo de negociação e, ao mesmo tempo, do processo de construção da paz e de tomada de decisões. Quais são as suas recomendações para este aspecto? Muito obrigado mesmo.

Embaixadora Currie: Bem, obrigada, Bereket. E eu mesma vi na Etiópia como as mulheres são fortes lá e como elas estão realmente a trabalhar para criar espaço para estruturas políticas mais inclusivas. Vimos alguns grandes líderes emergirem nos últimos anos, em particular na Etiópia, que estão a impulsionar essa participação pública.

Mas acho que há mais – obviamente, mais a ser feito. Nós – nós – nós vimos – nos últimos quatro anos, ainda somos apenas cerca de 5 por cento da participação feminina na manutenção da paz em todo o mundo. Portanto, é – embora seja um grande aumento – um aumento de 50 por cento nos últimos cinco anos, mas ainda é muito pequeno. E isso é algo em que todos nós podemos fazer mais e melhor. E eu acho que isso é algo sobre recrutamento. Trata-se de garantir que as condições e incentivos para as tropas de manutenção da paz sejam conhecidas e estejam disponíveis para as mulheres.

E também se trata de recrutamento para as vossas forças armadas e de garantir que vocês tenham um grupo maior de recursos dentro de vossas próprias forças armadas, e garantir que – essas são coisas com as quais podemos ajudar os nossos parceiros. O nosso Departamento de Defesa aprendeu muito nas últimas décadas sobre como trazer as mulheres para todos os aspectos das nossas forças armadas. E continuamos a enfrentar desafios, obviamente, e não é – não é fácil. Não vou dourar a pílula e fazer parecer como se fosse algo que você pode simplesmente estalar os dedos e pronto. Certamente não.

Requer um esforço consistente e coordenado por parte da liderança e desde a liderança até o nível de alistados. Realmente continuamos a nos certificar de que estamos muito ativamente aqui nos Estados Unidos, a recrutar, a promover e a criar um ambiente, um ambiente propício, para que as mulheres tenham sucesso nas nossas forças armadas. Mas não é fácil e continuamos a ter desafios. Mas somos muito abertos e francos com nossos parceiros e queremos compartilhar as lições que aprendemos.

É por isso que criamos um – o que eu acho que é um dos nossos maiores programas de assistência à segurança, que é nossa Iniciativa de Operações de Paz Global, isto é – que o nosso – o objetivo com isso é mirar – pretendemos treinar. Já treinámos mais de 8.000 mulheres como agentes de manutenção da paz nesse programa, o que é incrível. E por causa disso, acho que é uma das coisas que fizemos que ajudou a aumentar as implantações entre os parceiros que participam disso.

Portanto, queremos ter certeza de que os nossos parceiros estão participam da Iniciativa de Operações de Paz Global, que se concentra em como você pode ajudar a treinar as suas próprias tropas de manutenção da paz e ajudá-las a participar e a se envolver. Então, nós somos – esse é um dos nossos esforços mais importantes, eu acho. E eu encorajaria você e seu governo a continuar a tirar vantagem disso. Acredito que a Etiópia já tenha participado da Iniciativa de Operações de Paz Global, mas vemos isso como um grande vetor para que mais mulheres sejam treinadas para participar como forças de manutenção da paz. E encorajamos todos os nossos parceiros a aproveitar esta oportunidade.

Moderadora:  Excelente. Só quero lembrar aos nossos participantes novamente para pressionar o botão “levantar a mão” se tiverem alguma dúvida ou simplesmente colocá-las na sala de perguntas e respostas para que eu possa fazer essas perguntas à Embaixadora Currie.

Aproveitando a boleia do que o Bereket disse, havia claramente muita coisa a acontecer atrás dele enquanto fazia perguntas. Mas eu realmente gosto do aspecto desse foco em mediar negociações e realmente ensinar as mulheres sobre esses processos, porque é mais do que apenas colocar uma mulher na mesa. É colocar as mulheres certas. E é ter certeza, como você disse, de que elas estão sendo treinadas.

Entendemos que os processos de paz em que as mulheres participam como mediadoras, negociadoras e grupos de interesse têm perspectivas significativamente melhores do que aqueles em que as mulheres estão ausentes. Portanto, espero que estejamos a incentivar os governos e a sociedade civil a realmente aproveitar as vantagens da – da Iniciativa de Operações de Paz Global para poder fazer isso melhor.

Vou voltar para a Top Africa News. Outra questão que temos sobre como as mulheres estão sendo tratadas na manutenção da paz. “Como vê as mulheres sendo tratadas na manutenção da paz? E tem algum caso de abuso de mulheres na manutenção da paz?” Eu sei que tratou de algumas dessas questões no início. Em caso afirmativo, pode nos falar amplamente sobre esses casos e o que está a ser feito para impedir esse tipo de ameaça e tratamento para as mulheres?

Embaixadora Currie: Portanto, a questão do abuso e exploração sexual em missões de paz é algo sobre o qual temos falado muito, muito e temos demonstrado muita preocupação ao longo do tempo. E descobrimos que ter mais mulheres em missões de manutenção da paz diminuiu drasticamente o nível de exploração e abuso sexual em todo o contexto de manutenção da paz.

Então, nos Estados Unidos, redigimos uma resolução no Conselho de Segurança, a Resolução 1820, que focava – isso era uma coisa crítica para nós porque costumava ser – acho que há – e ainda há em muitos lugares essa aceitação da violência sexual apenas como um tipo de dano colateral que vem com o conflito, e que é apenas algo que acontece. Mas deixamos muito claro quando redigimos e pressionámos pela aprovação desta resolução que há uma – há uma ligação real entre segurança e violência sexual, e insistimos que não deve ser a consequência natural de conflito ou instabilidade, que deveria então ser chamada de violência sexual.

É inaceitável e estamos a pressionar para salientar que esses são problemas que podem ser alterados, que podemos resolvê-los, que existem soluções e que não precisa ser aceite como o resultado inevitável. E, portanto, estamos realmente a trabalhar – de tudo, desde diplomacia a programação e, novamente, mudando a natureza das implantações e garantindo que, tendo mulheres como participantes da manutenção da paz, isso ajude drasticamente a diminuir a incidência de violência sexual.

Mais uma vez, as mulheres são sempre – nós – não gosto de dizer sempre que as mulheres são vítimas e sobreviventes de violência sexual porque acho que temos que – quero – gosto de me concentrar na agência e na capacidade das mulheres de serem resilientes e de liderar processos de paz e serem atores poderosos e plenamente capacitados nesses processos. Mas o fato é que muitas vezes as mulheres são visadas, e que essas são ferramentas intencionais usadas pelas partes no conflito para desmoralizar, para – como parte de um conflito. E muitas vezes é um esforço concentrado por parte das partes para – como uma tática de guerra.

E continuamos a fazer tudo o que podemos, não apenas através de medidas preventivas e corretivas e fornecendo apoio e assistência às sobreviventes, mas também por meio de prestação de contas. E é aí que, realmente, se você pode aumentar o nível de responsabilização, você cria diferentes estruturas de incentivos que ajudam a eliminar essas coisas.

Como eu disse antes, quando estamos a falar sobre manutenção da paz, uma das coisas mais importantes que a ONU fez foi criar uma cultura maior de responsabilização em torno da manutenção da paz para quando esses incidentes acontecessem – e eles, infelizmente, continuam a acontecer onde há tropas de paz que estão envolvidas em incidentes – que haja responsabilização. Eles são imediatamente removidos do contexto. Os países são penalizados. E como países que contribuem com tropas, você sabe que muitas vezes essas são fontes importantes de receita para os países, e eles sentem isso quando suas unidades se comportam mal e fazem coisas que não deveriam fazer. E assim temos sido muito – e isso é relativamente novo, esse nível de responsabilização.

Ao mesmo tempo, outra coisa que estamos a fazer é garantir que haja responsabilidade por quando essas coisas acontecem, quando esses crimes são cometidos – e eles são crimes; sejamos muito claros sobre isso – quando esses crimes são cometidos no contexto de um conflito armado. Estamos a trabalhar numa série de missões investigativas. Estamos trabalhando com – e os Estados Unidos levam muito a sério os nossos próprios compromissos com a justiça e com a garantia de que temos – temos programas, incluindo um que – no Ruanda, acabámos de ajudar a capturar um fugitivo que estava em fuga do Genocídio do Ruanda, um genocida que se escondeu por mais de 25 anos e nós, através do nosso Programa de Recompensas de Crimes de Guerra, ajudamos a garantir a sua captura.

E esse é o tipo de coisas em que estamos a trabalhar em muitos níveis diferentes de envolvimento, desde a oferta de recompensas até a captura de criminosos de guerra que participaram de atos hediondos, para garantir que, quando as missões de manutenção da paz estiverem a ser avaliadas no Conselho de Segurança  se verifique se eles obedecem aos mais altos padrões de comportamento e  trabalhar com os nossos parceiros através de treino para garantir que eles sejam adequados para o propósito quando saem para o terreno.

Então eu acho que nós – estamos a tentar em todos os níveis possíveis resolver essas coisas, mas elas continuam a acontecer. A chave é garantir que os minimizamos criando os incentivos corretos, garantindo que haja responsabilidade e que o treino seja direcionado para eliminar o problema. Mas podemos fazer isso. Acreditamos que podemos eliminá-lo.

Moderadora: Obrigada. Mais uma vez, gostaria de lembrar aos nossos participantes que pressionem o botão “levantar a mão” se tiverem alguma pergunta para o Embaixador Currie. Esta é a sua oportunidade de fazer perguntas sobre mulheres, paz e segurança no continente africano.

Embaixadora Currie, fale conosco um pouco sobre a linguagem das mulheres, paz e segurança. E como tornamos a agenda, a linguagem das DMs, mais familiar nas estruturas de segurança nacional? Quando as pessoas mencionam a segurança nacional, na verdade, elas pensam que os homens estão atrás de uma mesa, tomando decisões por um país. Como podemos mudar isso e como ter certeza de que a linguagem vai entrar lá?

Embaixadora Currie:  Bem, acho que para nós é muito falar sobre a agência das mulheres e garantir que as vozes das mulheres sejam ouvidas e isso é essencial, e usando as ideias de inclusão, como você mencionou, e pluralismo – que essas são as decisões que são feitas. Acho que parte disso é que existe essa tendência – e eu sempre achei – parece muito ilógico para mim que você recorresse às mesmas pessoas que criaram um problema, homens com armas, para resolvê-lo. Isso realmente não funciona. E acho que aprendemos isso com o tempo agora, espero. Que pedir às mesmas pessoas que criaram o problema para encontrar maneiras de resolvê-lo, provavelmente vai-nos levar a andar em círculos, e tem sido assim ao longo do tempo.

Portanto, acho que focar no papel que as mulheres têm como agentes e quem – e como pessoas que podem ajudar a resolver problemas é realmente crítico para esse processo; para ter certeza de que estamos olhando para as mulheres não apenas como vítimas de conflitos, mas como pessoas que têm papéis importantes a desempenhar como pacificadoras e construtoras da paz. E a inclusão desse tipo de linguagem – e eu acho que você vê isso com a Comissão de Consolidação da Paz na ONU. Você vê isso com uma arquitetura diferente que está a ser desenvolvida. Você vê as demandas.

Outro contexto – não é África, obviamente, mas no Afeganistão, onde trabalhamos muito e, obviamente, é uma questão grande e importante para os Estados Unidos, insistimos que as mulheres devem estar à mesa. E agora acho que o que vimos ao longo do tempo é que as mesas onde não há mulheres presentes se destacam, e está a começar a – estamos a começar a ver essa mudança que não parece certa quando você tem um quadro de todos os homens a trabalhar um problema, e as pessoas agora estão dizem – veem isso como algo errado. E eu acho que é onde temos aquela mudança de paradigma que é realmente crítica, onde se torna, como eu disse, uma segunda natureza garantir que as mulheres sejam incluídas, e não como símbolos, mas como pessoas com agência real, como impulsionadoras da paz.

E então tentamos usar essas palavras de ação. Sei que parece meio tolo às vezes, mas tentamos ter certeza de que estamos a usar termos muito ativos e poderosos para descrever o que estamos a dizer em termos de participação feminina.

Moderadora:  Fantástico. Provavelmente pode ver minha expressão facial a ficar animada, embora – embora eu esteja muda. Eu realmente quero agradecer-lhe, Embaixadora Currie. Acho que é todo o tempo que temos hoje. Realmente queremos agradecer a todos os nossos participantes. E eu gostaria de perguntar se a senhora tem alguma palavra final, qualquer coisa que queira deixar com os nossos jornalistas, talvez um ativismo ou uma ação na qual gostaria que eles participassem.

Embaixadora Currie:  Continuem a acompanhar este assunto, porque é importante. As vossas vozes são importantes para garantir que esta questão receba atenção nos vossos países de origem e que vocês possam nos ajudar a espalhar a palavra sobre o papel crucial das mulheres, paz e segurança e esta agenda. O continente africano realmente lidera nisso. Devo dizer que é um lugar onde temos muita cooperação com nossos parceiros em África e é uma ótima área para continuarmos a trabalhar, e esperamos continuar a cooperar nesse espaço. Obrigada.

Moderadora:  Assim concluímos a conferência de hoje. Gostaria de agradecer – realmente agradecer à Embaixadora Kelley Currie, Embaixadora-Geral para as Questões Globais da Mulher no Gabinete de Questões Globais da Mulher do Departamento de Estado dos EUA, por falar connosco hoje, e gostaria de agradecer a todos os nossos jornalistas por terem participado. Se tiverem alguma dúvida, qualquer dúvida sobre a conferência de hoje, podem entrar em contato com o Centro de Mídia Regional da África em [email protected] Obrigada.

Embaixadora Currie:  Obrigada.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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