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Dia Internacional do Fim da Impunidade nos Crimes Contra Jornalistas  

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Departamento de Estado dos EUA
Gabinete da porta-voz
Para divulgação imediata
Declaração da Porta-voz Morgan Ortagus
1 de novembro de 2020

 

A imprensa livre é essencial para uma cidadania bem informada.   Uma imprensa vigorosa pode, por exemplo, expor a corrupção, esclarecer sobre abusos aos direitos humanos e propiciar ao público as informações essenciais durante crises.  Em muitos lugares, os jornalistas que cumprem essa função necessária correm risco de sofrer ataques dos regimes autoritários e das organizações criminosas que estão buscando restringir a imprensa livre e a livre expressão.

Desde a virada do século, mais de 1500 jornalistas foram assassinados no mundo todo, e em mais de 85 por cento dos casos, os assassinos permanecem impunes. Os jornalistas em todo o mundo também enfrentam intimidação, ameaças, detenções arbitrárias e ações judiciais por motivos políticos.

Durante a pandemia de COVID-19, os governos autoritários da China, Venezuela, Irã e outros lugares têm usado a COVID-19 como pretexto para ameaçar, deter e atacar jornalistas.

As jornalistas enfrentam riscos específicos, incluindo trolagem nas redes, difamação e outras ameaças e violência fundamentadas em gênero.

Os governos possibilitam a impunidade ao não abordarem esses abusos e crimes contra jornalistas, e ao  cometerem eles mesmos tais abusos.  Organizações não-governamentais classificam a China, a Coreia do Norte e o Turquemenistão entre os piores países do mundo em relação à imprensa livre, enquanto a Síria e o México estão entre os mais perigosos. Segundo o Comitê de Proteção aos Jornalistas, a China, a Turquia, a Arábia Saudita e o Egito prendem maior número de jornalistas por suas reportagens do que outros países.

Neste Dia Internacional do Fim da Impunidade nos Crimes Contra Jornalistas, os Estados Unidos conclamam os governos a que realizem investigações independentes e transparentes em relação às ameaças, ataques e assassinatos quando esses ocorram; a que reformem as práticas policiais que possibilitam os maus tratos contra jornalistas; e a que revoguem as leis e práticas que limitam a liberdade de expressão dos mesmos.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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