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Secretário Michael R. Pompeo em Coletiva de Imprensa

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Departamento de Estado Dos Eua
Gabinete da Porta-Voz
Para Divulgação Imediata

DECLARAÇÕES PARA A IMPRENSA
10 de novembro de 2020
Sala de Imprensa
Washington D.C.

 

SECRETÁRIO POMPEO: Boa tarde a todos. Bem-vindos.

Em primeiro lugar, algumas observações sobre viagens: Fiz uma viagem muito produtiva ao Sudeste Asiático há cerca de uma semana. E viajarei novamente na sexta-feira desta semana, desta vez para França, Turquia, Geórgia, Israel, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita.   

As conversas serão obviamente diferentes em cada país – há muitos tópicos diferentes para cobrir. Mas tenho certeza de que muitos se concentrarão nos esforços históricos deste governo para promover a paz e a cooperação em todo o Oriente Médio. 

Isso me leva ao “grande tema” de hoje:  

O governo Trump teve enorme sucesso em organizar coalizões de nações que compartilham os mesmos ideais para o bem da América e do mundo inteiro. 

Como un exemplo: há apenas três semanas, continuamos nossa defesa sem precedentes dos nascituros, assinando a Declaração de Consenso de Genebra ao lado de 32 outras nações.   

Estou especialmente orgulhoso por termos feito da liberdade religiosa uma prioridade máxima na política externa dos Estados Unidos pela primeira vez na história da América. Nossos esforços estão ganhando impulso; estamos construindo.     

Eles estão obtendo um impulso que é todo deles. Nos dias 16 e 17 de novembro, a Polônia sediará a terceira Reunião Ministerial para o Avanço da Liberdade ou Crença Religiosa.  

Este evento virtual segue os passos das reuniões ministeriais de 2018 e 2019, realizadas aqui em Washington, no Departamento de Estado, e que foram os maiores eventos de direitos humanos já realizados no Departamento de Estado. 

Albânia, Marrocos, Taiwan, Emirados Árabes Unidos e Colômbia também sediaram eventos complementares.  

E a Aliança Internacional de Liberdade ou Crença [1] que inaugurei em fevereiro deste ano e agora inclui 31 estados-membros, e continua crescendo. Na próxima semana, terei uma oportunidade muito especial de participar de uma reunião virtual de ministros da Aliança para solidificar nossos planos de ação futura no universo da liberdade religiosa.   

Também estamos formando coalizões que compartilham nossos valores na esfera econômica. 

Nas últimas semanas, o subsecretário de Estado dos EUA, Keith Krach, viajou para mais de uma dúzia de países para reunir nações e empresas que prezam pela liberdade na Rede Limpa – um grupo que se compromete a usar apenas fornecedores confiáveis ​​em suas redes 5G. 

Estou feliz em anunciar que agora temos quase 50 Países Limpos, representando aproximadamente dois terços do PIB mundial, 170 companhias telefônicas e empresas de telecomunicações que concordaram em serem limpas, e muitas das empresas líderes mundiais estão a bordo. 

A Rede Limpa inclui 27 dos 30 aliados da OTAN, 31 dos 37 membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, 26 dos 27 membros da União Europeia (UE) e 11 dos 12 países dos Três Mares.

O subsecretário Keith Krach está agora na América do Sul. Ele está discutindo a Rede Limpa com funcionários do governo e líderes do setor privado no Brasil. E, de fato, recebi uma notícia na última hora de que o governo do Brasil apoia os princípios da Rede Limpa e estou confiante de que assinaremos um memorando de entendimento em um futuro muito próximo. Quero agradecer ao Brasil e sua liderança por isso.       

Também estamos ao lado de nossos parceiros brasileiros para proteger o meio ambiente através do Diálogo de Estrutura Ambiental Brasil-EUA, que foi realizado hoje cedo. Os Estados Unidos e o Brasil buscam resultados reais quando se trata de proteger o meio ambiente e fazer crescer nossas economias, não usam retórica vazia.   

O subsecretário Krach também liderou o primeiro Diálogo Trilateral Japão-EUA-Brasil, que aumentará a capacidade das democracias de prosperarem juntas como estados soberanos e independentes. 

Vamos falar sobre a Ásia por um minuto: tenho o prazer de anunciar que no dia 20 deste mês, o subsecretário Krach conduzirá nosso Diálogo de Parceria para a Prosperidade Econômica com Taiwan sob os auspícios do Instituto Americano de Taiwan [2] e do Gabinete de Representação Econômica e Cultural de Taipei aqui nos Estados Unidos.      

O diálogo significa que nosso relacionamento econômico com Taiwan – uma democracia vibrante e um parceiro confiável – é forte e está crescendo. Isso ajudará a aumentar a cooperação em tudo, desde cadeias de abastecimento seguras e protegidas, até a segurança limpa e 5G, além de segurança sanitária e muito mais.   

Passando para outro gabinete do Departamento de Estado, estamos construindo coalizões entre pessoas que compartilham os mesmos ideais:   

Na semana passada, o Bureau de Recursos Energéticos, sob a liderança do secretário adjunto Fannon, convocou uma reunião virtual da Iniciativa de Governança de Recursos Energéticos. Vinte países compareceram, trabalhando para garantir cadeias de suprimento e minerais de energia crítica seguras, resilientes, diversificadas e bem administradas.   

E estamos orgulhosos de participar da 35ª reunião anual do Grupo de Desenvolvimento Econômico Conjunto com Israel no fim desta semana.   

O governo Trump também exerceu a liderança americana de maneiras sem precedente nas instituições multilaterais.  

Assim como ajudamos a proteger os direitos de propriedade intelectual, garantindo que a Organização Mundial de Propriedade Intelectual seja administrada por um indivíduo que respeita os direitos de propriedade, os Estados Unidos ajudaram na semana passada a garantir que a Organização das Nações Unidas (ONU) administre suas finanças com responsabilidade.  

Fico feliz em informar que um americano com 40 anos de experiência administrativa e orçamentária será colocado no sistema da ONU, conquistando uma cadeira no Comitê Consultivo de Questões Administrativas e Orçamentárias. Não parece muito, mas é uma grande conquista.     

Esse órgão consultivo define o orçamento regular da ONU e seu orçamento de manutenção da paz. São quase US$ 10 bilhões por ano, com mais de US$ 2 bilhões vindos dos Estados Unidos.   

Nossos diplomatas argumentaram com aliados e parceiros sobre por que ter uma voz americana neste comitê pela primeira vez em muito tempo é crucial para garantir que o dinheiro seja gasto com responsabilidade.     

Quero parabenizar Donna-Marie. 

A liderança americana também continua à frente na luta contra o terrorismo. 

Hoje, os Estados Unidos e a Nigéria estão co-patrocinando uma reunião virtual com membros da Coalizão Global focada em combater a ameaça do Estado Islâmico e suas filiais mundiais, incluindo a África Ocidental, e em apoiar os esforços internacionais em andamento em toda a região.  

E no Oriente Médio, na semana passada, os Estados Unidos sancionaram o ex-ministro do governo libanês Gebran Bassil sob a Lei Global Magnitsky por seu papel na corrupção.  

O povo libanês claramente quer que sua classe política corrupta – grande parte dela ligada ao Hezbollah – pare de arruinar o país.  

Nossa ação mostra que o povo americano está com o povo libanês enquanto clama aos seus líderes políticos para traçar uma nova direção marcada por reformas, transparência e governança honesta.   

E no Irã, nossos esforços para proteger o povo americano do regime de Teerã não cessarão. Hoje, o Departamento do Tesouro sancionou uma rede internacional de empresas e indivíduos que adquiriram componentes eletrônicos para uma firma militar iraniana sancionada. Acho que está claro agora que aqueles que fazem negócios com as indústrias militares e sensíveis à proliferação do Irã estão arriscando exatamente a mesma punição.   

Na Europa, os Estados Unidos apreciam a adoção pela União Europeia de diretrizes para a participação de terceiros em projetos de Cooperação Estruturada Permanente. Abrir as portas à participação dos EUA nas iniciativas de defesa da UE reforçará também a cooperação OTAN-UE e, ainda mais importante, a interoperabilidade.   

Esperamos concluir um Acordo Administrativo com a Agência Europeia de Defesa para garantir uma ampla participação dos EUA dentro da PESCO.  

Mais perto de casa, nossas orações estão com as pessoas da região enquanto se recuperam e se reconstroem da terrível devastação do furacão Eta. O governo dos Estados Unidos se orgulha de já ter prestado assistência a nossos amigos da América Central.   

Estamos orgulhosos de apoiar o Chile, a Colômbia, o Equador e o Peru, enquanto esses governos trabalham juntos para combater a pesca ilegal, não regulamentada e não declarada.  

Estamos muito preocupados que a atividade IUU chinesa, esta pesca não regulamentada, tenha ocorrido na costa do Equador, como aconteceu em outras partes do mundo. Eu estive com o ministro das Relações Exteriores do Equador. Eu e ele concordamos que isso deve parar.     

Na Bolívia, o presidente Trump teve o prazer de enviar uma delegação chefiada pelo subsecretário do Tesouro, Brent MacIntosh, para a posse do presidente Luis Arce em 8 de novembro. Também falei com o presidente eleito na semana passada para parabenizá-lo por sua vitória histórica.   

Também parabenizamos o povo de São Vicente e Granadinas por sua eleição bem-sucedida na semana passada.  

E continuamos buscando eleições livres e justas assim na Venezuela e na Nicarágua. 

Antes de encerrar, temos também muitas notícias na área dos direitos humanos. 

Ontem, o Departamento de Estado sancionou quatro funcionários seniores do Partido Comunista Chinês e da polícia de Hong Kong que minaram a autonomia prometida de Hong Kong e esmagaram a liberdade de seu povo.  

Continuaremos desafiando as ações do PCC e de seus representantes em Hong Kong que sufocam a democracia e as liberdades básicas. 

Na segunda-feira, na Síria, liberamos a quinta parcela das designações da Lei de César sobre Bashar al-Assad e seu regime. E os Estados Unidos elogiam a UE por tomar medidas semelhantes para punir os indivíduos responsáveis ​​por prolongar o terrível conflito dentro da Síria.   

Continuaremos coordenando com a UE e nossos parceiros que têm ideais semelhantes para promover a responsabilização pelo regime local e pelas atrocidades que aquele regime cometeu contra o povo sírio.    

Ontem, em Genebra, os Estados Unidos apresentaram nosso relatório nacional sobre o compromisso dos Estados Unidos com os direitos humanos internos na Revisão Periódica Universal da ONU.  Estou muito orgulhoso do trabalho que fizemos. Nossa democracia notável e vibrante garante a liberdade e a proteção dos direitos humanos em qualquer lugar do mundo.   

Os regimes brutais que gritam mais alto sobre nosso histórico são os que mais têm a esconder sobre o tratamento abismal que dispensam a seus próprios povos.  

[1] Aliança Internacional pela Liberdade Religiosa

[2] Instituto Americano em Taiwan


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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