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EUA Anunciam Designação de Cuba como Estado Patrocinador do Terrorismo

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Departamento de Estado dos Estados Unidos
Gabinete da Porta-Voz
Para Divulgação Imediata
Declaração do Secretário de Estado, Michael R. Pompeo
11 de janeiro de 2021

 

O Departamento de Estado designou Cuba como Estado Patrocinador de Terrorismo por apoiar repetidamente atos de terrorismo internacional ao conceder abrigo a terroristas.

O governo Trump tem se concentrado desde o início em negar ao regime de Castro os recursos que usa para oprimir seu povo em casa e contrariar sua interferência maligna na Venezuela e no resto do Hemisfério Ocidental.

Com esta ação, iremos mais uma vez responsabilizar o governo de Cuba e enviar uma mensagem clara: o regime de Castro deve encerrar seu apoio ao terrorismo internacional e sua subversão contra a justiça dos Estados Unidos.

Por décadas, o governo cubano vem alimentando, abrigando e fornecendo cuidados médicos para assassinos, fabricantes de bombas e sequestradores, enquanto muitos cubanos passam fome, ficam sem teto e não têm acesso a medicamentos básicos. Membros do Exército de Libertação Nacional (ELN), que foi designado pelos EUA como uma Organização Terrorista Estrangeira, foram a Havana para conduzir negociações de paz com o governo colombiano em 2017. Citando protocolos de negociação de paz, Cuba recusou os pedidos da Colômbia para extraditar dez líderes do ELN que vivem em Havana depois que o grupo assumiu a responsabilidade pelo atentado a bomba de janeiro de 2019 contra uma academia de polícia de Bogotá, que matou 22 pessoas e feriu mais de 87.

Cuba também abriga vários fugitivos da justiça dos EUA, procurados ou condenados por acusações de violência política, muitos dos quais foram morar naquele país há décadas. Por exemplo, o regime cubano se recusou a devolver Joanne Chesimard, que entrou para a Lista de Terroristas Mais Procurados do FBI por executar Werner Foerster, um policial da cavalaria de Nova Jersey, em 1973; Ishmael LaBeet, condenado por matar oito pessoas nas Ilhas Virgens Americanas em 1972; Charles Lee Hill, acusado de matar o policial estadual do Novo México Robert Rosenbloom em 1971; e outros.

Cuba volta à lista dos Estados Patrocinadores de Terrorismo após romper o compromisso, feito com o governo anterior em 2015, de parar de apoiar o terrorismo como condição para sua remoção da lista. Em 13 de maio de 2020, o Departamento de Estado notificou o Congresso de que havia certificado Cuba sob a Seção 40A (a) da Lei de Controle de Exportação de Armas por “não cooperar totalmente” com os esforços de contraterrorismo dos EUA em 2019.

Além do apoio ao terrorismo internacional, que foi a base da ação de hoje, o regime cubano está envolvido em uma série de comportamentos malignos em toda a região. O aparato de inteligência e segurança cubanos se infiltrou nas forças militares e de segurança da Venezuela, ajudando Nicolas Maduro a manter o controle sobre seu povo enquanto permitiu a ação de organizações terroristas. O apoio do governo cubano aos dissidentes das FARC e ao ELN continua além das fronteiras de Cuba também, e o apoio do regime a Maduro criou um ambiente permissivo para que terroristas internacionais vivam e prosperem na Venezuela.

A designação de Cuba hoje terá como consequências sanções contra pessoas e países envolvidos em certos negócios com Cuba, restrição de assistência externa dos EUA, proibição de exportações e vendas de produtos de defesa e imposição de certos controles sobre as exportações de itens de uso duplo.

Os Estados Unidos continuarão a apoiar o povo cubano em sua vontade de ter um governo democrático e que respeite os direitos humanos, o que inclui a liberdade de religião, expressão e associação. Até que esses direitos e liberdades sejam respeitados, continuaremos responsabilizando o regime por seus atos.


Esta tradução é fornecida como cortesia e apenas o texto original em inglês deve ser considerado oficial.
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